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Santa Maria, RS, Brazil

Prefeitura impede hippies de venderem artesanato nas ruas

Artesão de rua se sente prejudicado com medida adota pelo município. (Imagem: Otavio Brasiliense)
Artesão de rua se sente prejudicado com medida adota pelo município. (Imagem: Otavio Brasiliense)

No dia 10 de agosto, diversos vendedores ambulantes foram notificados a deixar de comercializar nas ruas de Santa Maria. Entre eles, os hippies que vendiam seus produtos no Calçadão Salvador Isaia.

Conhecidos pelo seus trabalhos artesanais, como colares, filtros dos sonhos e pulseiras, o movimento Hippie nasceu nos Estados Unidos, em meados de 1960, durante o movimento contracultural. Atualmente, expandidos pelo mundo inteiro, os artistas de rua da cidade, instalados entre o Calçadão e a Praça Saldanha Marinho, vendiam seus materiais como forma de manifestar sua arte e prover seu sustento. Contudo, após a notificação do município, os hippies foram proibidos de vender nas ruas.

Através do decreto executivo nº 065/2010, que regulamenta os camelôs, ambulantes e artesãos, fica expressamente proibido o comércio nas ruas de Santa Maria. Comerciantes que se enquadrem na regulamentação só podem vender seus produtos no Shopping Independência. “Eles se enquadram na questão da proibição de toda atividade econômica nas ruas. A princípio, teve um decreto que, quando instituíram o Shopping Independência, houve a proibição do comércio na via pública. Rotineiramente tem fiscalização e, quando ela flagra o pessoal, cabe a apreensão dos produtos”, afirma o coordenador de Fiscalização de atividade econômica, Juliano Cabral, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.

Após a notificação, o Laboratório de Produção Audiovisual (Laproa) ouviu alguns dos artesãos e frequentadores do centro da cidade sobre a situação do comércio de rua.

[youtube_sc url=”https://youtu.be/Ho-DIQ140_k”]

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Artesão de rua se sente prejudicado com medida adota pelo município. (Imagem: Otavio Brasiliense)
Artesão de rua se sente prejudicado com medida adota pelo município. (Imagem: Otavio Brasiliense)

No dia 10 de agosto, diversos vendedores ambulantes foram notificados a deixar de comercializar nas ruas de Santa Maria. Entre eles, os hippies que vendiam seus produtos no Calçadão Salvador Isaia.

Conhecidos pelo seus trabalhos artesanais, como colares, filtros dos sonhos e pulseiras, o movimento Hippie nasceu nos Estados Unidos, em meados de 1960, durante o movimento contracultural. Atualmente, expandidos pelo mundo inteiro, os artistas de rua da cidade, instalados entre o Calçadão e a Praça Saldanha Marinho, vendiam seus materiais como forma de manifestar sua arte e prover seu sustento. Contudo, após a notificação do município, os hippies foram proibidos de vender nas ruas.

Através do decreto executivo nº 065/2010, que regulamenta os camelôs, ambulantes e artesãos, fica expressamente proibido o comércio nas ruas de Santa Maria. Comerciantes que se enquadrem na regulamentação só podem vender seus produtos no Shopping Independência. “Eles se enquadram na questão da proibição de toda atividade econômica nas ruas. A princípio, teve um decreto que, quando instituíram o Shopping Independência, houve a proibição do comércio na via pública. Rotineiramente tem fiscalização e, quando ela flagra o pessoal, cabe a apreensão dos produtos”, afirma o coordenador de Fiscalização de atividade econômica, Juliano Cabral, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.

Após a notificação, o Laboratório de Produção Audiovisual (Laproa) ouviu alguns dos artesãos e frequentadores do centro da cidade sobre a situação do comércio de rua.

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