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A felicidade está na palma da mão

De maneira geral, todas as pessoas buscam a felicidade, mas ela depende de alguns fatores para ser concretizada. Podemos dizer que existe uma fórmula para se chegar ao sentimento pleno. Com essa temática, a psicóloga Clarissa Tochetto de Oliveira, conversou, na terça-feira, 11, com estudantes da Universidade Franciscana, durante o 2º Fórum Integrado de Negócios.

Clarissa Tochetto de Oliveira. Foto: Thayane Rodrigues / LABFEM

De acordo com a profissional, a felicidade autêntica vem de três pilares fundamentais:

  • Emoções Positivas: Aquelas que são passageiras;
  • Engajamento: Fazer tarefas que você goste;
  • Propósito: Fazer a vida ter um sentido.

Para Clarissa, quem atingir esses três pilares tem uma vida plena. Contudo, para muitas pessoas o fator financeiro pode ser determinante para ter felicidade. Será que é verdade ? Conforme  a psicóloga esse ponto é oscilante. “Pesquisas mostram que o dinheiro só interfere quando a gente não ganha o suficiente para suprir as necessidades básicas. Já quando o salário é maior, mais as pessoas acreditam ter uma vida boa”, pondera Clarissa.

Outra questão respondida durante o encontro é se felicidade pode ser genética. Segundo Clarissa, estudos mostram que 50% da busca pela felicidade pode ser um fator genético, 10% das circunstâncias da vida, como ganhar um prêmio surpresa, e 40% dependem das atividades intencionais das pessoas. “Temos que focar no que queremos e somos bons. Temos seis virtudes humanas e 24 características. Se conseguirmos colocar as 5 características mais fortes em prática vamos atingir esse nível”, sugere a psicóloga.

Ela também destacou que uma boa noite de sono interfere nesta busca, pois 40% deste nível depende de iniciativas próprias, a pessoa precisa estar bem para não prejudicar o desempenho diário. As relações no trabalho e nas tarefas são importantes para se alcançar a felicidade. “As vezes estamos em uma equipe e não interagimos. Essa interação básica já aumenta os níveis de felicidade da pessoa”, aponta Clarissa.

O 2º Fórum Integrado de Negócios termina nesta quarta-feira e reúne acadêmicos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia da UFN.

 

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De maneira geral, todas as pessoas buscam a felicidade, mas ela depende de alguns fatores para ser concretizada. Podemos dizer que existe uma fórmula para se chegar ao sentimento pleno. Com essa temática, a psicóloga Clarissa Tochetto de Oliveira, conversou, na terça-feira, 11, com estudantes da Universidade Franciscana, durante o 2º Fórum Integrado de Negócios.

Clarissa Tochetto de Oliveira. Foto: Thayane Rodrigues / LABFEM

De acordo com a profissional, a felicidade autêntica vem de três pilares fundamentais:

  • Emoções Positivas: Aquelas que são passageiras;
  • Engajamento: Fazer tarefas que você goste;
  • Propósito: Fazer a vida ter um sentido.

Para Clarissa, quem atingir esses três pilares tem uma vida plena. Contudo, para muitas pessoas o fator financeiro pode ser determinante para ter felicidade. Será que é verdade ? Conforme  a psicóloga esse ponto é oscilante. “Pesquisas mostram que o dinheiro só interfere quando a gente não ganha o suficiente para suprir as necessidades básicas. Já quando o salário é maior, mais as pessoas acreditam ter uma vida boa”, pondera Clarissa.

Outra questão respondida durante o encontro é se felicidade pode ser genética. Segundo Clarissa, estudos mostram que 50% da busca pela felicidade pode ser um fator genético, 10% das circunstâncias da vida, como ganhar um prêmio surpresa, e 40% dependem das atividades intencionais das pessoas. “Temos que focar no que queremos e somos bons. Temos seis virtudes humanas e 24 características. Se conseguirmos colocar as 5 características mais fortes em prática vamos atingir esse nível”, sugere a psicóloga.

Ela também destacou que uma boa noite de sono interfere nesta busca, pois 40% deste nível depende de iniciativas próprias, a pessoa precisa estar bem para não prejudicar o desempenho diário. As relações no trabalho e nas tarefas são importantes para se alcançar a felicidade. “As vezes estamos em uma equipe e não interagimos. Essa interação básica já aumenta os níveis de felicidade da pessoa”, aponta Clarissa.

O 2º Fórum Integrado de Negócios termina nesta quarta-feira e reúne acadêmicos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia da UFN.