
Imagem: divulgação.
A disciplina de Cinema do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana promove, entre os dias 17 e 26 de junho uma mostra de curtas-metragens com produções brasileiras e locais, com supervisão da professora Neli Mombelli. A iniciativa busca oferecer à comunidade acadêmica um momento de pausa e reflexão em meio à rotina intensa de fim de semestre.
As sessões ocorrem na sala 108 do prédio 16 e são organizadas pelos alunos da disciplina, que também apresentarão os filmes ao público. Depois de cada exibição, haverá um breve bate-papo para compartilhar reflexões e discutir os temas abordados pelas obras, que tratam de questões como identidade, memória, infância, diversidade, cultura e transformações sociais.
A iniciativa também marca as comemorações do Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 19 de junho. A participação é aberta à comunidade acadêmica, com emissão de duas horas de ACC para cada sessão assistida.
Confira a programação:
17/06 – Quarta-feira – Das 17h30 às 18h15
Os tiranos, de Marcos Marguilês
Brasil, 1951, 7’, animação.
As misérias perpetradas por três tiranos que chegam à cidade de Beauvais, no tempo das lutas religiosas na França e o consequente medo dos habitantes da vila, contados através do quadro do pintor francês Antoine Caron (1520-1598). Primeiro filme produzido pelo MASP, um documentário em table-top realizado por professores e alunos do Seminário de Cinema, um dos primeiros cursos de cinema do país.
Esporas, de Marcos Oliveira.
Brasil, 2021, 9’, videodança
É um trabalho de videodança que aborda a manutenção das masculinidades no contexto da cultura tradicional gaúcha.
Das 20h às 20h30.
Um vestido para ver a mamãe, de Karen Suzane
Brasil, 2020, 13’, ficção
Narra a jornada de Márcia que, aos nove anos, enfrenta a ausência de sua mãe durante uma infecção viral que atinge sua família em 1972. O filme, um drama com toques surrealistas, explora a força e a fé de sua mãe, além da resistência feminina. Márcia lida com as responsabilidades domésticas e o cuidado dos irmãos. A história aborda temas como infância, saudade e desigualdade de gênero, culminando em uma reviravolta que traz um raio de felicidade à protagonista.
24/06 Quarta-feira – Das 17h30 às 18h
Eu queria ser um monstro, de Marcelo Fabri Marão.
Brasil, 2009, 8’, animação
A transformação do ponto de vista de um garoto, que sonha em ser um monstro para enfrentar uma rotina diária.
A diferença entre mongóis e mongoloides, Jonatas Rupert (2021)
Brasil, 2021, 4’, animação
Alguns humanos nascem com um conjunto de características variáveis, que eles chamam de síndrome de Down. Um disco voador, dinossauros e cegonhas nos ajudam a tentar entender o que é e qual a diferença entre tê-lo ou não.
26/06 Sexta-feira – Das 17h30 às 18h15
Nova Santa Marta: cidade de lona, de Paulo Tavares
Brasil, 2021, 34’, documentário
Bruno Martins, 30 anos, a partir de um achado na estante de casa, procura organizar e conhecer as histórias e as memórias do Bairro Nova Santa Marta, a maior ocupação urbana organizada da América Latina.





