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Economia

O reflexo do Covid-19 nos investimentos: Taxas e Poupança

Em janeiro deste ano, quando o Coronavírus recém começava a ganhar espaço nos noticiários e nas medidas governamentais, nem os mais pessimistas acreditavam que os impactos econômicos (e claro, na saúde da população) tomariam tais proporções.

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Nos dias 27 e 28 de outubro, acontecerá o PhD Symposium The Future of the Platform Economy and Platform Work, organizado pelo Laboratório de Pesquisa ligado ao mestrado e doutorado em Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos com a Universitat Oberta de Catalunya.

A programação conta com 20 propostas selecionadas entre estudantes de doutorado e dois workshops para mestrandos e doutorandos, além da  conferência proferida pela professora associada da Universidade de San Diego, Califórnia, Lilly Irani,  especialista em política cultural de práticas de trabalho de alta tecnologia com foco em como os atores produzem culturas de “inovação.

Totalmente on line, o simpósio acontece nos hosts: DigiLabour Research Lab, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos University) e no  Dimmons, IN3, Universitat Oberta de Catalunya

O evento é aberto e os interessados devem se registar no link abaixo.
REGISTRATION LINK: https://digilabour-br.zoom.us/webinar/register/WN_MX_10ZCdSfCXNBPchWNkTA

 

Em janeiro deste ano, quando o Coronavírus recém começava a ganhar espaço nos noticiários e nas medidas governamentais, nem os mais pessimistas acreditavam que os impactos econômicos (e claro, na saúde da população) tomariam tais proporções.

Neste período de pandemia, todos os acontecimentos relacionados ao vírus mexem com os ânimos do mercado. Por isso, esta série de reportagens tem como objetivo realizar um compilado de informações de como a Covid-19 impactou a economia no Brasil até agora, com foco voltado para os investimentos. 

Divida em cinco partes, neste primeiro texto, o foco são as Taxas Selic, DI e Referencial. Também é abordada aqui a caderneta de poupança, investimento preferido dos brasileiros. Falaremos sobre como a queda nas taxas de referência deixou os investimentos em renda fixa com rentabilidade ainda menor. Mesmo assim, ela ficou acima da inflação, proporcionando rendimentos reais. 

Vale destacar que esta matéria tem cunho informativo, não configurando recomendação de compra ou venda. O conteúdo aqui apresentado foi finalizado até o dia 04 de maio de 2020, e atualizado posteriormente em virtude da reunião mais recente do Copom, no dia 06 do mesmo mês. Também é importante destacar que rentabilidade passada não é garantia de retorno futuro.

 

Taxas: Selic – DI – Referencial

Nos investimentos de renda fixa, a remuneração é previamente definida, tornando possível que o investidor saiba exatamente quanto irá receber com a aplicação. Dentre os indicadores de referência para esses investimentos, estão a Taxa Selic, Taxa DI (também conhecida como CDI) e Taxa Referencial.

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, sendo o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. A sigla vem de Sistema Especial de Liquidação e Custódia, que é o programa em que os títulos do Tesouro Nacional são negociados pelas instituições financeiras. Com isso, o Banco Central tem controle na emissão, compra e venda desses títulos.

A Taxa Selic é dividida em duas: A Selic Meta é a que estamos acostumados a ver nos noticiários. Ela é definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC e influencia todas as taxas de juros do Brasil, como as cobradas em empréstimos e financiamentos e os rendimentos em aplicações financeiras.

Já a Selic Over é a que de fato vemos no mercado. É praticada quando um banco empresta dinheiro para outro, usando como garantia os títulos públicos. Ela é calculada diariamente considerando a média ponderada dessas transações. Como os bancos têm liberdade para negociar as taxas entre si, a Selic Meta serve também como parâmetro para a Over. Historicamente, a diferença entre as duas é em torno de 0,10 ponto percentual, sendo a taxa Meta a maior.

A mudança na Taxa Selic influencia diretamente o comportamento da economia em geral. Como ela é referência para outras taxas, a redução na Selic possibilita fazer um empréstimo ou comprar a prazo com juros menores, ou seja, o crédito fica mais acessível para a população. Assim, o dinheiro circula mais e estimula o consumo, o que – por outro lado – faz a inflação subir. Investimentos atrelados à Selic (e ao DI como veremos abaixo) passam a render menos. Quando a Taxa Selic sobe, o efeito é o oposto. Juros de empréstimos e crédito ficam mais altos e os rendimentos de aplicações atrelados também sobem, tornando mais vantajoso fazer um investimento. Logo, o consumo é desestimulado e a inflação é controlada.

Na tentativa de conter o impacto causado pelo Coronavírus, o Copom anunciou, em 18 de março, a redução da Selic para 3,75%. Na reunião mais recente, em 06 de maio, o Copom fez um mais um corte, desta vez acima do esperado pelo mercado. Assim, a Taxa Selic atual é de 3% ao anoConforme o Boletim Focus, que relata as expectativas do mercado, a previsão é que a Selic termine o ano de 2020 no patamar de 2,50% ao ano.

 

A Taxa DI, abreviação de Depósito Interbancário, caminha muito próxima à Selic. Como os bancos não podem terminar o dia no negativo, acabam recorrendo ao mercado interbancário para realizar empréstimos de curtíssimos prazos. Para essa transação, é emitido um Certificado de Depósito Interbancário, ou simplesmente CDI, como a taxa também é conhecida. A média das taxas de juros desses empréstimos é que determina a taxa DI (ou CDI). O que a difere das transações da Selic Over, é que neste caso não há títulos públicos como garantia. Atualmente a Taxa DI é de 2,90% ao ano.

Outra taxa que influencia, ou melhor, influenciava investimentos é a Taxa Referencial. A TR foi criada em 1991, com o principal objetivo de controlar a hiperinflação, porém, ela está zerada desde setembro de 2017.

 

Poupança: O investimento preferido dos brasileiros

Mesmo perdendo para a inflação em certos períodos, causando rendimentos reais negativos, a poupança ainda é a aplicação financeira preferida dos brasileiros. Em 2019, a caderneta liderou com 65% entre as modalidades de investimento, conforme levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

A poupança vinha de uma queda de 65% na captação líquida de 2019 em comparação a 2018, quando foram depositados R$ 13,23 bilhões e R$ 38,26 bilhões, respectivamente, a mais do que os saques. O ano passado também foi inferior a 2017, que teve um saldo de R$ 17,1 bilhões.

Com a pandemia de Coronavírus, a captação bateu recorde no mês de março, superando os saques em R$ 12,17 bilhões. Para fins de comparação, no ano de 2019, o mês de março registrou uma captação líquida – diferença entre depósitos e saques – de R$ 1,85 bilhão. 

Para entendermos quanto rende a caderneta, é importante destacar que ela possui duas regras de cálculo. Na chamada poupança antiga, que vale para depósitos feitos até 03 de maio de 2012, o rendimento é de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial, atualmente zerada como vimos acima. Totalizando assim, 6,17% ao ano.

Na nova poupança, a rentabilidade acompanha a Taxa Selic. Quando ela está superior a 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais a TR (6,17% ao ano). Porém, quando a Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento é de 70% da taxa básica. Com a taxa básica de juros no patamar atual, de 3%, a poupança está rendendo cerca de 2,10% ao ano.

 

* Texto de Pablo Milani para a disciplina de Jornalismo Especializado, do Curso de Jornalismo da Universidade Franciscana, durante o 1º semestre de 2020. Orientação: Profª Carla Torres.

Fonte: Image by 1820796 from Pixabay

Sustentar uma família, mantendo as contas básicas em dia, é um dos maiores desafios para mais de 12 milhões de brasileiros hoje. Eles estão desempregados. No cenário atual, três a cada dez pessoas encontram-se em estado de desocupação no país, o que corresponde a aproximadamente 12% da população nacional economicamente ativa. Só no Rio Grande do Sul, são mais de 440 mil pessoas nessa condição, conforme dados do IBGE.

Para o economista Mateus Frozza, diversos fatores colaboram para esse fenômeno e estão ligados à crise de crédito e à precariedade de atividade econômica. “A crise significa que os juros aumentaram em consequência da escassez de dinheiro, fazendo com que os bancos se mantenham restritos a financiamentos e empréstimos.’’, explica o economista.

Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), encerrada no último trimestre de 2018, mais de 5,3 milhões de pessoas estão na busca por emprego há quase um ano e 3,1 milhões de pessoas há mais de dois anos. Esta ausência de emprego reflete em problemas sociais e econômicos graves, que se intensificam ainda mais em economias emergentes e em épocas de crises econômicas e políticas.

Grupos mais afetados: mulheres, jovens e pessoas entre 25 e 39 anos

Na corrida em busca do emprego efetivo, jovens, mulheres e pessoas com faixa-etária entre 25 e 39 anos têm sido os mais desfavorecidos. Apesar da taxa de desocupação feminina ter tido uma queda significante em relação ao 1º trimestre de 2017, os dados ainda são preocupantes. Quase 6 milhões de pessoas desocupadas no Brasil são mulheres, correspondendo a 52% da população nacional desempregada. Essa taxa é resultado de diversos fatores que englobam o universo feminino e o machismo ainda instalado na sociedade. “As mulheres, por vezes, não são contratadas devido a sua dupla jornada e por serem mães em tempo integral. Em situações de necessidade de demissão, as mulheres acabam se tornando um alvo fácil.‘’, acrescenta Frozza.

A juventude – apesar de todo esforço e condições para ingressar no mercado do trabalho – é uma das classes que mais sofrem com o desemprego. Este cenário, que engloba 3,9 milhões de pessoas, tem se agravado devido à baixa na escolaridade e à fragilidade da formação educacional de que sofre grande parte da população. “Após o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, os investimentos, principalmente em educação, cessaram; houve uma queda nas bolsas de estudos e nos financiamentos educacionais”, aponta o economista.

Desempregados na faixa etária entre 25 e 39 compõem um montante de 4,1 milhões de pessoas e são considerados a classe mais vulnerável quando o assunto é condições de trabalho. Devido às dificuldades de inserção no mercado, tendem a encontrar ocupações mais precárias ou a buscar trabalho na informalidade.

Desemprego como gerador de problemas psicossociais

O trabalho, além de ser fonte de renda ou de apoio financeiro, também é considerado crucial para o bem-estar e equilíbrio psicológico e social das pessoas. Porém, quando os trabalhadores se deparam com a condição de desemprego – tanto aquele que procura emprego pela primeira vez, quanto os que trabalharam durante anos e se veem de repente nessa situação – podem acabar experimentando uma série de transformações emocionais, psicológicas e sociais. O descontentamento com o estado de desocupação, as expectativas frustradas e a ânsia na busca pela estabilidade financeira são fatores que acarretam em distúrbios psicossociais, como isolamento, baixa autoestima, prejuízos no funcionamento social e relações abaladas ou enfraquecidas. Em casos mais graves, o desemprego pode gerar ansiedade e até depressão.

Conforme a psicóloga Lisiane Cassales, que atua com psicoterapia e orientação profissional, os efeitos dessa condição podem ultrapassar o emocional, gerando complicações que migram para dimensão física. ‘’É o que chamamos de somatização, fenômeno que transforma algo muito intenso em sua mente, em dor ou desconforto no corpo’’, esclarece a psicóloga.

É indicado que o tratamento seja feito com psicólogo, em que o primeiro passo se dá pela escuta, deixando o paciente livre para falar sobre suas frustrações sem qualquer tipo de julgamento. Essa fase é muito importante para entender a raiz do problema, pois em alguns casos existem questões anteriores que não foram enfrentadas ou reconhecidas no momento certo, gerando a famosa ‘’bola de neve’’ que acaba tomando uma proporção maior do que deveria.

É importante ter em mente que o desemprego é um contratempo que pode vir a acontecer com qualquer pessoa e certamente algo irá acrescentar de aprendizado na vida do indivíduo, mas que – no momento – é de difícil percepção. ‘’É indispensável que o indivíduo se pergunte: o que eu aprendi com isso? Eu estava dando o meu melhor? Como posso melhorar no meu próximo emprego? Isso torna mais clara a ideia de que o ocorrido contribuiu para o crescimento pessoal e profissional’’, finaliza Lisiane.

Impactos econômicos e as expectativas para o futuro

Retomada lenta e crescimento pouco satisfatório são expressões que definem as análises dos economistas sobre futuro da economia brasileira. Durante este ano, a probabilidade de melhora com relação ao desemprego é pouca, pois o Produto Interno Bruto (PIB), que mede a atividade econômica do país apresenta números pouco otimistas. Um exemplo disso é o fato de o Brasil ter encerrado o ano de 2018 com um crescimento de 1,1%, totalizando R$ 6,8 trilhões, conforme dados do IBGE. Para Frozza, o desemprego é uma tendência e a geração de emprego terá evolução, mas será de forma lenta e com resultados a longo prazo.

Uma agenda governamental para a geração de emprego é urgente. No entanto, conforme dados do IBGE, até o momento presente não houve melhoras significativas com relação à situação econômica e política do país.

A não realocação no mercado de trabalho força as pessoas a se inserirem na informalidade, tornando-se empreendedoras por necessidade e não por oportunidade. ‘’Essa condição leva muitos trabalhadores a se tornarem microeemprendedores individuais, na busca de fugir da condição de desemprego’’, acrescenta Mateus Frozza. É um aspecto positivo, mas, pensando no crescimento da economia nacional como um todo e o estímulo à geração de emprego, a alta da informalidade pode ser um grande empecilho. Esse fenômeno tende a emperrar uma reação mais vigorosa do crédito. A situação preocupa porque, no Brasil, o crédito serve de estímulo fundamental ao consumo que, por sua vez, é o grande motor da economia. Sem carteira de trabalho, tende a ficar mais difícil para o consumidor – em especial o de baixa renda – apresentar garantias para tomar empréstimo, mesmo que haja predisposição para negócio de ambas as partes. Para os economistas, não é um diagnóstico preciso, mas tudo que move a economia de forma negativa ou positiva tende a influenciar no desemprego.

 

Texto de Andriele Hoffmann, produzido na disciplina de Jornalismo Especializado, do Curso de Jornalismo da Universidade Franciscana, durante o 1º semestre de 2019. Orientação: professora Carla Torres.

 

Foto: Beatriz Bessow. LABFEM / UFN

Com o crescente interesse de boa parte da população pela forma física ideal, ou que busca o bem-estar e uma saúde melhor, o mercado fitness no Brasil já movimenta mais de 2 bilhões de dólares por ano. Com novas modalidades neste segmento, academias e personal trainers precisam se reinventar para conquistar um público cada vez mais exigente e com menos tempo para se dedicar aos exercícios físicos.

Uma pesquisa realizada pela Global Report mostra que o Brasil é hoje o segundo país com mais academias no mundo, com cerca de 34 mil, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Essa onda fitness também mostra reflexos e Santa Maria, com um aumento notável no número de locais que oferecem este tipo de serviço. A presença de grandes organizações mundiais no ramo de academias força as empresas menores a buscarem alternativas para chamar atenção de novos praticantes.

Gráfico: criação de Guilherme Superti Piber, com base em dados de ACAD e CONFEF.

Segundo a mesma pesquisa, quase 10 milhões de brasileiros praticam atividades físicas nas academias, garantindo ao país a quarta colocação em número de clientes deste ramo no mundo. Apesar disso, colocando estes números em uma simples conta com a finalidade de mostrar a ocupação média dos estabelecimentos, chegamos ao resultado de 280 praticantes por academia, contra incríveis 1400 praticantes por academia no Reino Unido.

Gráfico: criação de Guilherme Superti Piber, com base em dados de ACAD e CONFEF.

Falando especificamente de nosso estado, o Rio Grande do Sul fica na segunda posição nacional entre estados em relação ao número de academias registradas no Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), com um número estimado de 3.700 academias ao final do ano de 2018. Em primeiro lugar está o estado de São Paulo, com cerca de 11.500 e em terceiro o estado do Paraná, com 3.650.

Gráfico: criação de Guilherme Superti Piber, com base em dados de ACAD e CONFEF.

Lucas Machado é proprietário da Core Training, uma academia com foco em treinos funcionais presente na cidade há quatro anos e meio. Segundo ele, os exercícios funcionais visam a realizar atividades que contemplem um grupo maior de músculos, além de deixar o corpo preparado para as atividades do dia a dia. Os treinos desta modalidade utilizam – na maioria das vezes – apenas o peso corporal da pessoa e algum acessório, como corda, bola ou borracha, sem necessitar de um aparelho fixo ou pesado.

No geral, Lucas recomenda este tipo de exercício para qualquer faixa etária, porque com ele “passamos a conhecer melhor o próprio corpo e a musculatura envolvida em cada movimento”. Como diferencial desse segmento, acredita que conta muito o ambiente onde as atividades são realizadas, o não uso de máquinas, além de grupos menores de alunos, com auxílio constante de um profissional.

Lucas Fuchs é formado em educação física e trabalha na área como personal trainer. Ele já trabalhou no Clube Dores e na academia Celera Gym. Além do acompanhamento individual, também realiza consultorias online, colaborando para a boa forma de clientes de fora da cidade. Lucas afirma que a maior parte dos exercícios pensados por ele visam em primeiro lugar à saúde, sendo a estética uma consequência desta rotina de atividades.

Ele afirma que não trabalha com nenhuma modalidade específica, moldando os treinos sempre de acordo com a preferência da pessoa. Deixa claro também que todos os exercícios são benéficos e possuem suas características particulares, mas que tudo depende também da intensidade com que são praticados. Fuchs acredita que, para manter o destaque nesta área, o profissional deve manter seus alunos motivados e com atendimentos além do “cara a cara”, por meio da internet.

O estudante de ciência de computação, Johny Beck, de 26 anos, pratica exercícios físicos há quatro anos e meio, com foco no bem-estar e buscando melhorar a autoestima. Ele conta que já praticou exercícios funcionais durante três meses e que gostou bastante, porém ainda prefere a academia tradicional. Johny diz que o principal diferencial é o atendimento, pois o auxílio para uma boa técnica é essencial para o desenvolvimento e resultados.

A procura por um serviço que nem sempre é tão acessível pode revelar tanto o interesse pela atividade como manutenção da saúde, quanto como apelo estético. De todo modo, o importante é que o brasileiro está se exercitando mais. O crescimento do ramo das academias, assim como da procura pela atividade de personal trainer mostra que há aí uma área que ainda pode ser muito explorada. O caminho da personalização parece mesmo sem volta. Para os profissionais da área, trata-se de um campo fértil para empreender, mesmo em meio às crises.

Texto de Guilherme Superti Piber, para a disciplina de Jornalismo Especializado, do Curso de Jornalismo da Universidade Franciscana. Produção do 1º semestre de 2019, sob orientação da professora Carla Torres.

José Maria Dias Pereira autografando seu livro. Foto: Beatriz Bessow (LABFEM/UFN)

O livro Aprendendo a pensar como um economista lançado na tarde de ontem, quinta-feira, 2, pelo economista José Maria Dias Pereira é um convite ao pensamento econômico. Escrito de forma didática tem como objetivo fazer o leitor se sentir em uma sala de aula de macroeconomia, e pretende ajudar a desenvolver o hábito de pensar como um economista. Segundo José Maria Pereira, a obra traz muito mais do que ensinamentos sobre a economia. Ela busca fazer o leitor entender que essa área do conhecimento não é tão difícil como todos costumam supor.

O exemplar possui capítulos que foram organizados na forma de aulas, preparadas com base nos principais manuais de macroeconomia usados no país, e contém citações da Teoria Geral, do Emprego, do Juro e da Moeda de John Maynard Keynes, obra que serviu de base para o desenvolvimento da macroeconomia atual.

José Maria Dias Pereira é doutor em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e trabalhou em diversas instituições de ensino como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Franciscana (UFN). Ele também foi técnico da Fundação de Economia e Estatística (FEE). Aposentou-se após 40 anos como professor.

Monet Plaza Shopping oferece visita do Papai Noel. Foto: Bárbara Canha

O mês de novembro marca o início das vendas de Natal no comércio de Santa Maria. Os shoppings entram no clima com decorações, programações e visita do papai Noel.

A publicitária Lívia Craidy, 28 anos, gerente de Marketing do shopping Praça Nova, conta que a perspectiva de vendas para é positiva, apesar de o Brasil ainda estar passando por uma crise financeira. Segundo ela, o Natal é uma das datas mais importantes do varejo, seguida da Black Friday.

Com relação às estratégias para dar conta do momento de uma troca de governo, Lívia diz que a gerência busca, constantemente, ações para aumentar o fluxo de clientes no Praça Nova. Uma das apostas é a premiação da Promoção de Natal. O shopping irá sortear um ano de compras e uma viagem para Chamonix, na França. Além disso, neste ano, as trocas efetuadas de segunda a quinta ganham cupom em dobro, ou seja, o cliente tem mais possibilidades de ganhar e, desta forma, há incentivo ao fluxo na semana.

A psicóloga Bianca Cechella Garcia, 40 anos, revela que no mês de outubro já começa a comprar os presentes de Natal porque adora dar presentes e gosta de pensar no que quer presentear. Diz que não tem um produto que prioriza, mas que pensa na pessoa, no que ela gosta e consome, o que já deu e o que não foi dado ainda. Vai nessa linha de raciocínio, porém menciona que gosta de presentear livros e acessórios.

A gerente comercial da loja SuperLegal, Jeane Bairros, 45 anos, diz que a expectativa é de crescimento e que tenta fazer o que concorrência não faz. Além de ter produtos diferenciados, tenta proporcionar opções diferenciadas para o cliente. Por exemplo, a loja tem atendimento personalizado, ofertando produtos selecionados para cada faixa etária das crianças e trabalha com marcas conceituadas, para proporcionar encantamento e uma venda assertiva ao cliente. Jeane expõe que as estratégias usadas pela loja envolvem também trazer produtos novos, que chamem a atenção do público infantil. Diz que a loja não sentiu os efeitos da crise financeira, justamente por adotar práticas que visam atrair os clientes em todos os períodos do ano.

Shoppings investem em decorações para atrair clientes. Foto: Bárbara Canha

A cozinheira Aura Fernanda Fagundes Paz, 39 anos, que estava passeando no shopping Royal Plaza informa que ainda não se organizou para as compras de Natal, que passará em Portugal. O produto que está pensando em priorizar para as compras de Natal é brinquedo, pois tem filha de 8 anos. Também pretende comprar roupas para a filha adolescente.

Na opinião da empresária Ângela Maria Giuliani, 56 anos, da loja Hangar, do Royal Plaza shopping, a perspectiva de venda em tempos de crise traz a necessidade de se reinventar a cada dia. Ela avalia que o ano foi bem difícil e o cenário econômico ainda não deu a resposta a qual está aguardando. Entre as suas estratégias está faz eventos na loja, a comunicação com os clientes pelas redes sociais e a busca por fidelizar os clientes.

Texto: Bárbara Canha

Produzido para a disciplina de Jornalismo I sob a supervisão da professora Sione Gomes

 

Hall do prédio 15. Fotos: Lucas Linck

Os eixos Sociedade e ambiente, artes, patrimônio cultural e economia criativa e iniciação cientifica júnior estiveram presentes no ultimo dia de apresentações dos pôsteres no XXII SEPE. Diversos trabalhos estiveram expostos no hall do prédio 15, na tarde desta sexta-feira, dia 5, e um grande público esteve presente.

Gabriel Cabreira Mondadori Gudolle, 21 anos, estudante do curso de ciências contábeis estava expondo sua pesquisa, Boas práticas de governança corporativa em uma instituição financeira cooperativa. Neste trabalho foram pegas as politicas do Banco Central e se aplicou um questionário junto à direção de uma cooperativa de crédito da região central, e foi verificado que a cooperativa atende de fato o regulamento instituído nacionalmente pelo Banco Central.

Daniela Sponchiado, 26 anos, mestranda em Agrobiologia apresentou a pesquisa Alelopatia de extratos aquosos e hidroalcoólicos do pasto-mosquito.  Nesta pesquisa foi estudado o efeito da erva graminia, que são pragas que invadem lavouras de arroz e atacam a plantação liberando substâncias químicas no solo. Com isto, o arroz não se desenvolve da forma como deveria ocorrer – este efeito é conhecido como Alelopatia. Foram feitos extratos dessa planta invasora e testados diretamente no arroz, para ver em que momento do processo de desenvolvimento elas atacam. Foram testados extratos dessa planta invasora na germinação e no crescimento inicial do arroz e acabou-se concluindo que a praga consegue atacar em todos os estágios de crescimento do arroz.

Variáveis climáticas: influência na produção de serapilheira em povoamento de eucalipto no sul do Brasil foi o trabalho apresentado por Dione Richer Momolli, 25 anos, doutorando em Engenharia Florestal. A pesquisa está voltada para o bioma-pampa no sul do Brasil e foram estudados os solos que apresentam poucas matérias orgânicas e nutrientes. O estudo faz uma comparação de solos que possuem grande quantidade de serapilheira e solos com pouca vegetação, sendo constatado que a serapilheira influencia na produção de nutrientes e na fertilização dessas terras que apresentam, então, ricas quantidades de proteínas.

Eduarda Mena Barreto, 20 anos, estudante do curso de Agronomia da UFSM apresentou a pesquisa sobre o silício na redução de estresse por frio em sementes de arroz tratadas com inseticida dietholate. O silício é um mineral que se acumula em plantas e estimula a defesa nos estresses biótipos e abióticos, com isso o arroz está sujeito a estresse causado por pragas ou fungos, e precisam receber tratamentos de inseticidas ou fungicidas.  Com isso, o uso de inseticida dietholate reduz danos fitotóxicos e protege as plantas de arroz ao estresse por herbicida que inibem seu desenvolvimento.

A acadêmica de engenharia florestal da UFSM Ingrid Alegransi Millani, 22 anos, trouxe a pesquisa: Uso de ferramentas digitais na determinação do comprimento de plântula de espécies florestais. O presente trabalho envolve diversos aplicativos digitais que são usados para medir sementes, e com isso dar mais precisão no processo de plantio. Com a régua graduada, esse trabalho precisa ser mais detalhado, já com uso de ferramentas digitais os resultados obtidos são mais vantajosos.

Ingrid Rosales Costa, 21 anos, acadêmica de Engenharia Biomédica na UFN, expôs a pesquisa científica Otimização experimental na produção de nanoemulsões contendo eugenol. Eugenol é um extrato retirado do cravo da índia, que é muito utilizado de forma anestésica.  A estudante fez uma extração mecânica em 10rpm e analisado a emulsão da substância. Mas nessa velocidade foi comprovada que não houve produção de formulações estáveis, com isso a pesquisa agora vai testar a extração usando a velocidade de 15rpm e buscar novos resultados.

No eixo de arquitetura e Urbanismo a acadêmica Annelise Renck Weber, 23 anos apresentou o trabalho A percepção do espaço sócio-físico através do olhar da criança. Nessa pesquisa foi observado o olhar que a criança tem sobre espaço, lugares e paisagem através de desenhos crianças de 5, 8 e 10 anos foram analisadas. Foi verificado que crianças até cinco anos relacionam lugares e paisagens com a presença da família e amigos e crianças de oito anos não fogem muito dessa percepção. Já em crianças de 10 anos se observou um maior detalhe nos desenhos, a diferenciação de tamanho entre objetos e uma presença maior de paisagens e objetos da natureza.

Thais Saccol, 24 anos, também, acadêmica de arquitetura da UFN apresentou o trabalho A teoria de Cesare Brandi e a restauração do pátio da Glicinas. O rigor de princípios é a marca da reflexão de Cesare Brandi em sua Teoria, na qual fica patente que a restauração é um ato crítico-cultural do presente e, portanto, condicionado pelos valores do presente; valores esses que não podem menosprezar ou se eximir à responsabilidade que o ato de restauro traz em si, tanto para sua própria geração quanto para as seguintes. Baseado nessa teoria foi analisado o serviço de um arquiteto que fez uma restauração em uma mansão em Colônia do Sacramento, no Uruguai. Foi concluído que o arquiteto modificou elementos e não esteve de acordo com a teoria em diversos fatores. O principal deles foi ter fugido dos elementos culturais e focar mais em marcas e detalhes econômicas.

Eduarda Balke, 21 anos, acadêmica de arquitetura e urbanismo trouxe sua pesquisa, Bilbao: Intervenção Cultural, que através do conceito de cidades criativas analisou as diferentes interversões ocorridas naquela cidade. Foram observados pontos urbanísticos, econômico e cultural e, através desse estudo, foram obtidos resultados nos três campos de pesquisa. Os resultados urbanísticos mostraram melhorias na questão de infraestrutura e transporte, mas no meio econômico e cultural os resultados não foram tão satisfatórios. No aspecto econômico não foram obtidos os resultados esperados e, na parte cultural, os aspectos são questionáveis, já que a cultura local acaba não estando presentes nessa intervenção como a população gostaria.

A exposição dos pôsteres também trouxe um trabalho de iniciação científica júnior que foi apresentado pelo estudante do Instituto São José, Luis Henrique Farias Schneider, 16 anos. Orientado pela professora de Geografia Elsbeth Léia Spode a pesquisa trouxe como estudo, Mapas e escalas: ensino por meio da gamificação. Nessa pesquisa é observado o uso da tecnologia no estudo da geografia em sala de aula. Tendo em vista que a tecnologia está imersa no cotidiano, o estudo busca facilitar o aprendizado aproximando o estudante dos estudos geográficos e fazendo uso de ferramentas tecnológicas para facilitar essa aproximação.

De maneira geral, todas as pessoas buscam a felicidade, mas ela depende de alguns fatores para ser concretizada. Podemos dizer que existe uma fórmula para se chegar ao sentimento pleno. Com essa temática, a psicóloga Clarissa Tochetto de Oliveira, conversou, na terça-feira, 11, com estudantes da Universidade Franciscana, durante o 2º Fórum Integrado de Negócios.

Clarissa Tochetto de Oliveira. Foto: Thayane Rodrigues / LABFEM

De acordo com a profissional, a felicidade autêntica vem de três pilares fundamentais:

  • Emoções Positivas: Aquelas que são passageiras;
  • Engajamento: Fazer tarefas que você goste;
  • Propósito: Fazer a vida ter um sentido.

Para Clarissa, quem atingir esses três pilares tem uma vida plena. Contudo, para muitas pessoas o fator financeiro pode ser determinante para ter felicidade. Será que é verdade ? Conforme  a psicóloga esse ponto é oscilante. “Pesquisas mostram que o dinheiro só interfere quando a gente não ganha o suficiente para suprir as necessidades básicas. Já quando o salário é maior, mais as pessoas acreditam ter uma vida boa”, pondera Clarissa.

Outra questão respondida durante o encontro é se felicidade pode ser genética. Segundo Clarissa, estudos mostram que 50% da busca pela felicidade pode ser um fator genético, 10% das circunstâncias da vida, como ganhar um prêmio surpresa, e 40% dependem das atividades intencionais das pessoas. “Temos que focar no que queremos e somos bons. Temos seis virtudes humanas e 24 características. Se conseguirmos colocar as 5 características mais fortes em prática vamos atingir esse nível”, sugere a psicóloga.

Ela também destacou que uma boa noite de sono interfere nesta busca, pois 40% deste nível depende de iniciativas próprias, a pessoa precisa estar bem para não prejudicar o desempenho diário. As relações no trabalho e nas tarefas são importantes para se alcançar a felicidade. “As vezes estamos em uma equipe e não interagimos. Essa interação básica já aumenta os níveis de felicidade da pessoa”, aponta Clarissa.

O 2º Fórum Integrado de Negócios termina nesta quarta-feira e reúne acadêmicos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia da UFN.

 

A palestra ” O Gestor e o planejamento estratégico” foi o tema da palestra do diretor administrativo financeiro da CVI- Refrigerantes, Gerso Iung, nesta terça-feira, 11, no 2º Fórum Integrado de Negócios. Segundo Iung, uma pergunta que toda criança já deve ter ouvido pelo uma vez na vida é: ” o que você quer ser quando crescer?”,  e esta foi a temática do vídeo apresentado pelo palestrante.  “À medida que o tempo passa, começamos a ter dúvidas sobre nosso futuro”, conclui ele.

Gerso Iung falou sobre o planejamento estratégico. Foto: Thayane Rodrigues / LABFEM

Iung explicou que, nas áreas de administração, economia e ciências contábeis, o planejamento estratégico é um trabalho de gestão organizacional e requer que se olhe para sua organização de maneira completa. Assim, ao interagir com toda a logística, o gestor será capaz de fortalecer e melhorar a negociação entre empresa e cliente. Ele citou como exemplo a  obra “Seja Foda!”, de Caio Carneiro, que relata que o sucesso das conquistas está na palma de nossas mãos.

O autor relaciona os cinco principais pilares estratégicos com os dedos de uma mão. “O polegar representa a positividade e o otimismo, devemos acreditar em nós mesmos e nos manter sempre na direção de nossos objetivos. O dedo indicador mostra a visão e a direção, é de onde queremos chegar. É mais importante a direção que a velocidade. O dedo médio ou feio é o responsável pela atitude e execução, que ajuda a recarregar as energias. O dedo anelar simula os compromissos e os valores. Por fim o dedo pequeno que simboliza o controle emocional e os detalhes. A emoção agindo nos detalhes. Nós somos 80% emocional e 20% técnico estrutural”, explicou o diretor.

Gerso terminou a noite de palestra com uma reflexão para os futuros profissionais das áreas de administração, economia e ciências contábeis. “Se podemos sonhar (visão de futuro), também podemos tornar nossos sonhos em realidade (controle estratégico)”, conclui.

 

O baixo índice de vendas em Santa Maria no primeiro semestre deste ano deixou os lojistas preocupados, assim, apostando suas fichas nas datas comemorativas. O feriado deste sábado, 21 de abril, é uma oportunidade de bons negócios e a desautorização de funcionamento com mão de obra remunerada causa desconforto entre o varejo local. O Sindilojas Região Centro compartilha sua indignação e de seus associados e representados com o impedimento de funcionamento em um momento econômico tão delicado.

Em 16 de março, desse ano, o Sindilojas reuniu-se com o Sindicato dos Comerciários para propor oficialmente a abertura plena do comércio em todos os feriados do ano, com exceção dos dias 1º/05 (dia do trabalhador), 25/12 (Natal) e 01/01/2019. Assim, foi liberada a mão de obra remunerada para o funcionamento através do pagamento de R$65,00 pela jornada e compensação da folga em um prazo de trinta dias.

O Coordenador do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Franciscana, Mateus Sangoi Frozza, afirma que, tendo em vista a conjuntura econômica e política, na qual o desemprego atinge 12,5% da população, a atitude em abrir o comércio pode vir a fortalecer a geração e principalmente a manutenção do emprego. O Sindilojas está a trabalhar na aceleração desse processo de finalização da Convenção Coletiva de Trabalho, através da busca por alternativas para abertura do comércio, em defesa dos interesses tanto do varejo, quanto dos consumidores e trabalhadores. Frozza ainda reforça que o comércio é um dos setores que mais “sofre” com a crise, pelo motivo que cada vez mais a decisão de compra está limitada a continuidade do emprego.