
O consumo consciente é realmente possível no capitalismo?
Nos últimos anos, virou tendência falar sobre consumo consciente. Na mídia, nas redes sociais, nas propagandas de marcas e até mesmo nas etiquetas dos produtos, ser “sustentável” virou moda. Comprar menos, evitar desperdícios, dar preferência a













Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), encerrada no último trimestre de 2018, mais de 5,3 milhões de pessoas estão na busca por emprego há quase um ano e 3,1 milhões de pessoas há mais de dois anos. Esta ausência de emprego reflete em problemas sociais e econômicos graves, que se intensificam ainda mais em economias emergentes e em épocas de crises econômicas e políticas.
A juventude – apesar de todo esforço e condições para ingressar no mercado do trabalho – é uma das classes que mais sofrem com o desemprego. Este cenário, que engloba 3,9 milhões de pessoas, tem se agravado devido à baixa na escolaridade e à fragilidade da formação educacional de que sofre grande parte da população. “Após o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, os investimentos, principalmente em educação, cessaram; houve uma queda nas bolsas de estudos e nos financiamentos educacionais”, aponta o economista.
Conforme a psicóloga Lisiane Cassales, que atua com psicoterapia e orientação profissional, os efeitos dessa condição podem ultrapassar o emocional, gerando complicações que migram para dimensão física. ‘’É o que chamamos de somatização, fenômeno que transforma algo muito intenso em sua mente, em dor ou desconforto no corpo’’, esclarece a psicóloga.
Impactos econômicos e as expectativas para o futuro







