Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

jornalismo

Curso de Jornalismo tem novo coordenador

Diretores, coordenadores e seus adjuntos tomaram posse ou foram reconduzidos ao cargo na Universidade Franciscana, na manhã de hoje, sexta-feira, 16 de dezembro. Foram mais de 50 profissionais que assumiram suas funções de liderança, válido por

Audiovisual é premiado no 8º Prêmio de Jornalismo UFN

O Comunica Hits, Prêmio Anual dos cursos de Comunicação da UFN, ocorreu semana passada, em duas edições: na quarta, 30 de novembro, do curso de Jornalismo e na quinta, dia 1º, do curso de Publicidade. O

A visão acadêmica é premiada no Comunica Hits

Na última semana foi realizada a cerimônia do 8º prêmio de Jornalismo, o Comunica Hits. Puderam concorrer no prêmio projetos de alunos do 2º semestre de 2021 e 1º semestre de 2022. A celebração foi realizada

Acadêmicos desenvolvem projetos de Comunicação Comunitária

Dois projetos de Comunicação Comunitária foram desenvolvidos por acadêmicos em diferentes comunidades este semestre, um jornal experimental na escola Nossa Senhora da Conceição e a produção de conteúdo para as redes sociais da Associação de Surdos

Com esses 26, o hexa é logo ali

Na tarde da segunda-feira, 7, o técnico da Seleção Brasileira, Tite, convocou os 26 jogadores que irão representar o país na Copa do Mundo do Catar, que inicia no dia 20 deste mês. Sem nenhuma grande

Comunica Roots reúne acadêmicos de vários cursos da UFN

Ocorre hoje, 6 de outubro, durante todo o dia, o Comunica Roots, evento promovido pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, que visa promover a integração entre diversos cursos e entre mercado e acadêmicos, já

Interação imersiva nos laboratórios de Jornalismo

Os estudantes visitantes do Ensino Médio interessados no ingresso no curso de Jornalismo foram guiados em uma visita aos laboratórios que ficam no sétimo andar do prédio 14. Os alunos foram apresentados à Agência Central Sul

Diretores, coordenadores e seus adjuntos tomaram posse ou foram reconduzidos ao cargo na Universidade Franciscana, na manhã de hoje, sexta-feira, 16 de dezembro. Foram mais de 50 profissionais que assumiram suas funções de liderança, válido por 4 anos, até 2026. No curso de Jornalismo, a professora Sione Gomes esteve a frente do curso nos últimos 13 anos, e passou hoje a missão para o professor Iuri Lammel. Para ver a lista completa acesse o site da UFN.

Professor Iuri Lammel com a reitora Iraní Rupolo e a pró-reitora de graduação Vanilde Bisognin

O Comunica Hits, Prêmio Anual dos cursos de Comunicação da UFN, ocorreu semana passada, em duas edições: na quarta, 30 de novembro, do curso de Jornalismo e na quinta, dia 1º, do curso de Publicidade. O tema da 8ª edição foram os anos 2000 e os estudantes de Jornalismo foram premiados em quatro categorias: Audiovisual, Digital, Fotografia e Rádio.

A jornalista e egressa da UFN Luiza Chamis foi a jurada das modalidades Fotografia para Internet e Documentário, enquanto a jornalista e também egressa da UFN Thaís Ceretta foi a jurada nas modalidades Reportagem e Programa Jornalístico.

Estreando a entrega de prêmios na noite, a acadêmica Caroline Freitas foi a vencedora na modalidade de Audiovisual para a Internet. A estudante venceu com seu trabalho intitulado “Tua Voz, Mulher!”. O prêmio foi entregue pela jornalista Laíz Lacerda. Segundo a vencedora “o evento é importante pois nos motiva a criar novos trabalhos com mais qualidade. Eu me senti muito inspirada a continuar o curso, isso nos motiva a seguir “.

Dentro da modalidade de Documentário, as estudantes selecionadas pelos jurados para subirem ao palco foram Heloisa Helena e Gabriela de Flores. Coube a professora e jornalista Neli Mombelli premiar suas alunas pelo trabalho “Inércia Acadêmica”.

Passando então à modalidade de Reportagem, houve dois trabalhos premiados. Vencendo na categoria prata, o acadêmico Lucas Acosta Subiu ao palco pelo seu trabalho “Conheça mais sobre o futevôlei”. Na categoria ouro, a vencedora foi a estudante Gabriela de Flores, vencendo com o trabalho “Aluna do curso de nutrição cria vídeo em libras sobre guia de nutrição para crianças”.

Na última modalidade desta categoria, o estudante Petrius Dias foi premiado por seu trabalho de Programa Jornalístico. O acadêmico recebeu o prêmio de Menção Honrosa pelas mãos da secretária do curso, Cristiane Sanchotene pelo trabalho “ProvocArte”.

Na última semana foi realizada a cerimônia do 8º prêmio de Jornalismo, o Comunica Hits. Puderam concorrer no prêmio projetos de alunos do 2º semestre de 2021 e 1º semestre de 2022. A celebração foi realizada no hall do prédio 15.

Uma das categorias da premiação foi a de Fotografia, que foi dividida em cinco modalidades: Fotografia em sequência, Fotografia Livre, Fotojornalismo, Fotografia ensaio e Fotografia ilustrativa. Cada modalidade contava com jurados com formação jornalística e experiência na área. No caso da Fotografia, os jurados foram os jornalistas Paulo Pires e Nathália Schneider.

Laura Fabricio e Petrius Dias, vencedor da modalidade Fotojornalismo. Imagem: Luiza Silveira.

Em Fotojornalismo concorreram imagens de fatos ou acontecimentos em que prevaleçam o caráter noticioso e a relação com a atualidade. O pódio da modalidade foi composto por “Torcida: o reforço dentro de quadra” de Pablo Milani como bronze, “Clássico de Formigueiro” de Miguel Cardoso como prata e “(in)visível” de Petrius Dias foi o vencedor do ouro.

Na modalidade Fotografia em sequência puderam concorrer conjuntos de três a seis fotogramas que compusessem uma narrativa. O vencedor da modalidade foi Pablo Milani com “Lance polêmico: tumulto gerado” .

Em Fotografia Livre puderam concorrer imagens de temáticas subjetivas e artísticas e apurado valor estético. A prata ficou com “Chimarrão em Formigueiro”, de Miguel Cardoso. Já o ouro foi para “A engenharia sob outra perspectiva” de Pablo Milani.

Na modalidade Foto Ensaio foram aceitas inscrições de fotografias ilustrativas com proposição temática do autor. Mais uma vez o vencedor do ouro foi Pablo Milani, dessa vez com “Doces artesanais gourmet: uma alternativa deliciosa na páscoa”.

Por último na categoria, em Fotografia ilustrativa concorreram imagens fotográficas representativas em que existe a interferência do repórter fotográfico na composição ou na produção. O vencedor da modalidade foi “Orgulho LGBTQIA+”, de Pablo Milani .

Emanuelle Rosa e Pablo Milani, vencedor de quatro modalidades de Fotografia. Imagem: Luiza Silveira

O grande premiado da noite, Pablo Milani, relata a importância de participar da premiação: “É uma sensação de dever cumprido, especialmente por ser meu último semestre. Em uma jornada desde 2018 até aqui, colocando em prática tudo que aprendi na vida profissional. Como resultado, fui agraciado com quatro prêmios de primeiro lugar em Fotografia, uma categoria em que eu não havia concorrido em edições anteriores.”

Alunos participantes das oficinas do projeto Jornal Conceição, junto aos acadêmicos e diretora da escola, Valéria Haag Foto: Arquivo Escola Nossa Senhora da Conceição

Dois projetos de Comunicação Comunitária foram desenvolvidos por acadêmicos em diferentes comunidades este semestre, um jornal experimental na escola Nossa Senhora da Conceição e a produção de conteúdo para as redes sociais da Associação de Surdos de Santa Maria. Os projetos de extensão foram realizados na disciplina de Comunicação Comunitária II, que integra a grade do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), desde sua criação em 2003. A disciplina envolve os estudantes com outras realidades, em um processo de interação e colaboração com as comunidades. A extensão também é ofertada a estudantes de Publicidade e Propaganda.

Projeto Jornal Conceição 

O Projeto Jornal Conceição foi realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora da Conceição, escola localizada no bairro Caturrita. Idealizado pelos acadêmicos do curso de jornalismo Caroline Freitas, Heloisa Helena Canabarro, Luiz Paulo Favarin e Vitória Gonçalves, a ideia foi desenvolver um jornal junto aos alunos do 5º ano da escola. O Jornal Conceição aborda assuntos da comunidade e da escola, com matérias elaboradas pelas crianças. 

Ao longo de nove oficinas orientadas pelos acadêmicos, os alunos aprenderam sobre texto jornalístico e produziram matérias. O objetivo do projeto é incentivar o protagonismo dos estudantes, estimulá-los a colocar em pauta a comunidade em que vivem e dar visibilidade ao local, além de auxiliar na melhora da escrita, produção textual e interpretação de texto. Ao todo, 23 crianças participaram das oficinas. 

Crianças treinando a prática da entrevista durante a oficina Foto: Vitória Gonçalves

A integrante do grupo, Vitória Gonçalves, do 6º  semestre do curso de Jornalismo, conta sobre como a vivência do projeto colaborou para sua evolução pessoal e como futura jornalista: “A experiência contribuiu muito com meu crescimento na área do jornalismo em que percebemos que o intuito da nossa profissão também é dar visibilidade e reconhecimento a comunidades como a da Caturrita. A partir da disciplina foi possível estabelecer meu primeiro contato com a temática da comunicação comunitária. Durante o processo, foi possível ampliar minhas percepções sobre a relevância do jornalismo comunitário para as lutas sociais existentes em nossa sociedade e ficar atenta às pautas que tratam sobre o interesse comunitário, principalmente de grupos minoritários.” 

Participantes das oficinas com suas ilustrações com a temática “Qual meu lugar favorito da comunidade” Foto: Vitória Gonçalves

“Nós falamos sobre várias coisas e pesquisamos. Então foi muito legal pra mim. Gostei de fazer um jornal, foi legal, gosto desse projeto”, conta Cristian Silveira, de 11 anos, que participou das oficinas. A aluna Maria Antônia Pedroso, de 10 anos, também relatou ter gostado do projeto: “Eu gostei de escrever os textos e usar o computador. Eu lembro que escrevi sobre animais e vacinação. O que me motiva a vir é que eu vou ficar com meus professores que são bem legais e engraçados”.

Projeto ASSM

Outro projeto desenvolvido foi na Associação de Surdos de Santa Maria (ASSM), produzido pelos acadêmicos Amanda Torves, Gabriela Flores, Lucas Acosta e Petrius Dias. A ASSM foi fundada em 13 de julho de 1985, com o objetivo de priorizar a luta pelos direitos dos surdos, preservar o desenvolvimento da língua de sinais, valorizando a cultura e a pessoa surda, além de promover esportes, atividades educacionais e culturais.

O grupo produziu conteúdo e peças gráficas para o Instagram da associação, com o objetivo de ajudar a melhorar a comunicação com o público externo. A ação foi pensada após uma avaliação da equipe que percebeu que o perfil da associação era voltado ao público interno. A partir do direcionamento da comunicação para o público de fora da ASSM pretendiam ajudar a dar mais visibilidade a eles. 

Conteúdo de divulgação produzido para o Instagram da Associação Crédito: Amanda Torves e Petrius Dias

Amanda Torves, aluna do 8º semestre do curso de Publicidade e Propaganda, relata de que forma o projeto acrescentou em sua formação: “Acredito que ter contato com perspectivas e realidades diferentes das que a gente possui e vive sempre nos transformam, pois soma. Na grande maioria das vezes a prática do curso foi visando uma finalidade comercial e, no caso desse projeto, nós não estávamos buscando vendas e lucro, nós estávamos buscando promoção. O projeto, com certeza, diversificou minhas experiências na publicidade”. 

Publicação sobre mitos e verdades a respeito da surdez para tentar aproximar o público externo. Crédito: Amanda Torves e Petrius Dias

A banca para a apresentação dos resultados obtidos através dos projetos comunitários irá ocorrer na segunda-feira, dia 28, a partir das 18h30, no Conjunto lll da Universidade Franciscana.

Está em fase de produção o curta-metragem Sono REM, obra que trata sobre a paralisia e distúrbios do sono. O curta é uma produção da disciplina de Cinema II, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN). 

A 1º gravação ocorreu no prédio 13 do Conjunto III da UFN. O curta teve outras duas locações, sendo elas: uma casa e no bosque da UFSM. Imagem: Heloisa Helena Canabarro

A diretora do curta Heloisa Helena Canabarro, acadêmica do 7º semestre do curso de Jornalismo, conta que “foi uma experiência de muito aprendizado, de erros e acertos. Assim como o restante da turma, eu não tinha experiência em produzir um curta, aprendemos na prática como funciona a produção. Pra mim foi uma experiência muito boa e significativa, que com certeza deixará boas memórias”. Ela também foi roteirista da produção e conta que a ideia “surgiu na disciplina de Cinema l, onde tínhamos que criar um argumento para um curta que poderia vir a ser desenvolvido na disciplina de Cinema ll. Resolvi escrever o argumento sobre algo que tenho familiaridade, que são os distúrbios do sono, pois tenho paralisia do sono, insônia e pesadelos diariamente. Assim surgiu a ideia de criar o Nicolas, personagem principal que também sofre de distúrbios do sono que afetam sua qualidade de vida e mostrar a percepção sobre o que é a realidade”. 

A principal mensagem do filme é trazer a representação do cansaço e desgaste mental que uma pessoa que tem distúrbios do sono sofre. “Dormir bem é muito importante para a saúde física e mental. No curta Sono Rem demonstramos, por meios dos sonhos, o sofrimento e angústia que uma pessoa com distúrbios do sono sofre, retratando o sono, que deveria ser algo relaxante, como uma prisão psicológica”, explica a diretora.  Heloisa ainda destaca que “é importante falar sobre pois é um assunto que tem muito a ver com a saúde mental. Por meio do audiovisual podemos mostrar a representação de uma pessoa que sofre com os distúrbios do sono e como isso afeta a sua saúde física e mental. Pessoas que tem insônia ou distúrbios do sono tem mais riscos de desenvolverem doenças, além do estresse e exaustão, os distúrbios do sono podem ser gatilhos para a ansiedade e depressão. É muito importante ter um bom sono e cuidar da saúde mental, e caso esteja tendo distúrbios do sono procurar auxílio médico”.

A professora da disciplina de Cinema II, Neli Mombelli, conta que, para ela, orientar a produção de curtas é estar em constante aprendizado, “porque, a cada nova história que rodamos, surgem novos desafios de como contá-la e de quais recursos que dispomos para tal. Embora haja toda uma organização, é uma forma de estruturação do trabalho audiovisual, por se tratar de uma atividade criativa. O que move cada novo filme são os alunos que estão iniciando a sua experiência na área e a sua capacidade e disponibilidade de trabalhar de forma coletiva e experimentar a linguagem do cinema”. Ela explica que a produção do curta se torna um grande laboratório que exercita diferentes habilidades, criação narrativa e estética: “Desde a elaboração da história, a formatação dela em roteiro, a transposição para a linguagem audiovisual, a capacidade de organizar e gerenciar equipes, de produzir tudo o que é necessário para tirar a ideia do papel. ” O tema do curta que está sendo produzido apresenta algumas peculiaridades que impactam no processo: “As histórias que vão para o campo do sonho trazem bons desafios de criação, porque pode-se abdicar de alguns aspectos de continuidade e trabalhar com o universo onírico. Contudo, ainda é preciso manter um certo grau de verossimilhança para não mudar o gênero do filme, por exemplo, de um suspense ir para o trash. As características dessas cenas são a mudança de espaço e situações sem uma ligação lógica e a direção de fotografia, que, por vezes, vai para cenas mais escuras, ‘mal iluminadas’, e, por vezes, vai para cenas mais nítidas, mas a partir do ponto de vista subjetivo traz toda a carga da dramaticidade do momento”.

O elenco conta com a participação de Tarso Pimentel como personagem principal, estudante do 6º semestre de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), além de Caroline Freitas e Marlon Freitas como personagens secundários. Na equipe estão os acadêmicos Vitória Gonçalves e Luiz Paulo Favarin, como diretores de arte, Rubens Miola, Petrius Dias e Lucas Acosta na produção, som direto e assistência de fotografia. O curta é orientado pela professora Neli Mombelli. Alexsandro Pedrollo de Oliveira assina a direção de fotografia e Jonathan de Souza fará a finalização.

O lançamento do filme deve ocorrer no dia 14 de dezembro, às 20h, durante a programação da Mostra Integrada de Produções Audiovisuais (Mipa) da UFN.

Na tarde da segunda-feira, 7, o técnico da Seleção Brasileira, Tite, convocou os 26 jogadores que irão representar o país na Copa do Mundo do Catar, que inicia no dia 20 deste mês. Sem nenhuma grande surpresa, ficou assim a lista final:

Lista final para a Copa. Foto: Divulgação CBF

Os três goleiros já estavam certos há um bom tempo, com Alisson de titular, a Seleção tem o mesmo goleiro de 4 anos atrás, mas agora bem mais seguro e preparado para um mundial. A primeira e única grande discussão dessa lista é o lateral direito Daniel Alves, que não fez bons jogos pelo Pumas, do México, neste segundo semestre de 2022 e agora treina com o Barcelona B. O jogador entra na cota de confiança de Tite, já que mesmo sem atuar e sem viver um bom momento está entre os 26. Provavelmente, ainda não será titular e terá um papel de liderança no vestiário. Apesar de não concordar com a convocação do lateral, é necessário entender que as outras opções para a direita também não são das melhores. Emerson Royal, do Tottenham, corria por fora, mas criticado pela própria torcida do clube inglês, não foi convocado. 

O quarteto de zagueiros também sem surpresas. Ainda existia uma discussão pela quarta vaga, entre Bremer (convocado), da Juventus, e Gabriel Magalhães, do Arsenal. O defensor do clube italiano ganhou a disputa por ter sido um dos melhores jogadores do Campeonato Italiano 2021 e nessa temporada está construindo uma defesa forte e organizada junto com outros selecionados, Danilo e Alex Sandro, a química entre eles fez a diferença.

Já no meio campo, a ausência de Coutinho, que mesmo sem fazer uma temporada fora de série, estaria na lista de Tite, por também entrar na cota de confiança do treinador. O meia do Aston Villa se lesionou no treinamento dias antes da convocação. Everton Ribeiro, do Flamengo, toma seu lugar, o jogador foi campeão da Copa do Brasil e Libertadores e, por isso, também faz por merecer a convocação.

Tite está levando nove opções para o ataque, três para cada posição. É o maior número de atacantes convocados em todas as copas. Isso resulta em maiores possibilidades para o técnico, que vai variar seu estilo de jogo e formação de acordo com o adversário. A única dúvida que ainda existia era pela 26ª vaga, que ficou com Gabriel Martinelli. Matheus Cunha, do Atlético de Madrid, e Roberto Firmino, do Liverpool, ainda tinham chances.

Eu se fosse o Tite, convocaria o atacante do time inglês, por poder entregar no jogo mais que os outros jogadores. Firmino pode jogar tanto como número 9, como número 10 e ainda como um segundo atacante, e sem a criatividade de Coutinho, o atacante do Liverpool poderia ser a solução. Mas como não sou o Tite e sou apenas mais um torcedor que sentou no sofá nervoso para acompanhar um homem lendo um papel, resta torcer e acreditar, porque com esses 26, o hexa é logo ali.

Lucas Acosta é acadêmico do 6º semestre do curso de Jornalismo da UFN, apresenta o Titular da Rede, Camisa 10 e A Copa & Eu na RádioWeb UFN e escreve, periodicamente, uma coluna sobre esporte na Central Sul Agência de Notícias

Ocorre hoje, 6 de outubro, durante todo o dia, o Comunica Roots, evento promovido pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, que visa promover a integração entre diversos cursos e entre mercado e acadêmicos, já que a grande tarefa é produzir uma campanha para um cliente real.

O Comunica desenvolve a criatividade, já que os alunos devem produzir sem qualquer aparato tecnológico e sim com equipamentos analógicos, como cartolinas, canetinhas e afins.

Grupos na abertura do Comunica Roots. Imagem: Luiza Silveira

Algumas das regras constam de, por exemplo: todas as peças propostas na campanha devem possuir pelo menos uma apresentação visual ou sonora; no caso de peças gráficas, estas deverão estar layoutadas através de colagem e/ou ilustração em cartolina; no caso de propostas de peças radiofônicas, cabe a equipe realizar a locução ao vivo ou cantar o jingle criado, mesmo que a capella; o caso de uma proposta de peça audiovisual, a equipe deve encenar teatralmente o roteiro criado, junto a um storyboard em cartolina. Os estudantes podem levar instrumentos musicais para serem usados nas apresentações.

O evento segue até a noite no Cerrito, quando haverá um Luau de encerramento.

Cada curso de graduação tem uma cor e símbolo que os representa. Eles servem para dar uma identidade ao curso e aos alunos. Nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Universidade Franciscana não é diferente. Por isso, a Equipe da Agência CentralSul resolveu pesquisar sobre as simbologias dos cursos de comunicação do UFN.

Símbolo utilizado por outras instituições para o curso de jornalismo

Jornalismo

Em várias universidades, o símbolo utilizado para o Jornalismo é a folha de papel, a pena e o termo ”lex”, que significa ”lei”. Na Universidade Franciscana, a professora Sione Gomes, coordenadora do curso de Jornalismo, explica: ”O curso nunca usou esses símbolos clássicos. Desde nosso surgimento, em 2003, temos o curso irmão PP junto conosco. Assim, desde o primeiro momento, tivemos identidade visual própria, criada por eles. A primeira era mais abstrata, lembrava o J de Jornalismo, já com as cores branco, laranja e a palavra em preto. Na época dos 10 anos dos cursos, adotamos uma identidade conjunta, associando as identidades de Jornal e de PP. Depois, foi criada a raposinha. A Raposa sugere sagacidade, astúcia, aquela esperteza boa para perceber as coisas, identificar o que precisa ser noticiado. Foi uma escolha, dentro dessa ideia de parceria com o curso de PP.” Quanto às cores, ela conta que foi embasado na psicologia das cores, onde o laranja está associado ao marketing.

Símbolo utilizado pela UFN para o curso de jornalismo

Publicidade e Propaganda

A coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da UFN, professora Graziela Knoll, contou que o símbolo utilizado pelo curso é o Galo: ” O símbolo do galo é utilizado há bastante tempo nos cursos de Publicidade e Propaganda como referência ao fato de que o galo anuncia o novo dia. É aquele que comunica a novidade. Já o laranja é uma cor característica da comunicação, pois é uma cor quente e solar, que tem como significados energia, movimento e transformação. É a cor das folhas quando caem, então é bastante associado à transformação e tem relação com a comunicação. O roxo, usado pela atlética do curso é uma cor ligada à criatividade.”

Símbolo do curso de Publicidade e Propaganda da UFN.

Colaborou: Yasmin Zavareze

Os estudantes visitantes do Ensino Médio interessados no ingresso no curso de Jornalismo foram guiados em uma visita aos laboratórios que ficam no sétimo andar do prédio 14. Os alunos foram apresentados à Agência Central Sul de Notícias, Rádio UFN, Laboratório de Fotografia e UFN TV.

Segundo Thomas Ortiz, 18 anos, que sonha em trabalhar com jornalismo televisivo “Eu estou realizado por estar aqui, apesar de cogitar os cursos de Engenharia Elétrica e Educação Física, hoje Jornalismo é a minha prioridade e a apresentação dos espaços é muito boa para conhecer a estrutura.”

Já Marcos Gabriel Terra Schneider, 18 anos, demonstra interesse por medicina e Vicente Petrucci Filho, 18 anos, visa ingressar na área de diagramação, mas ambos tiveram sua primeira experiência de interação com o jornalismo e demonstraram interesse pelo espaço de trabalho e pela variedade das áreas de produção do curso.

Durante a apresentação guiada, os alunos aprenderam sobre o processo produtivo da profissão, além de conhecerem a matriz curricular do curso e as atividades práticas disponibilizadas a partir do primeiro semestre para os ingressantes.

Segundo Alam Carrion, 27 anos, jornalista graduado pela instituição e técnico de áudio da Rádio UFN “A introdução dos estudantes aos espaços produtivos é importante pois é a forma de eles conhecerem os bastidores de uma notícia ou uma transmissão, para que dessa forma ele saiba como seria entrar em uma cobertura ao vivo e saberem que muitas vezes não é apenas o que eles enxergam que acontece, que há mais coisas envolvidas além da câmera e do repórter.”.

Gianmarco apresentou um recorte do seu TFG no Congresso em Comunicação. Imagem: arquivo pessoal

Gianmarco de Vargas, formado em Jornalismo em 2021 pela UFN, participou na primeira semana de setembro do Intercom, 45° Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em João Pessoa, na Paraíba. Fruto do seu Trabalho Final de Graduação, Gianmarco afirma que “Ter a oportunidade de ir para o Intercom foi algo fomentado por mim, a partir do momento em que foram almejadas as publicações dos artigos oriundos do meu TFG, em revista científica. Enxerguei como uma oportunidade a mais de usar a pesquisa desenvolvida sobre a atuação dos enviados especiais nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no campo da comunicação.”

Com o título Jornalismo Internacional Esportivo: o trabalho de enviados especiais na cobertura dos jogos olímpicos em Tóquio, o jornalista estudou, por meio de observação e entrevistas feita com jornalistas, a rotina dos profissionais que fizeram a cobertura das olimpíadas em meio à pandemia.

Hoje assessor de imprensa da CGT Eletrosul, em Florianópolis, Gianmarco ainda atua como produtor de conteúdo e narrador esportivo.