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Veja alguns dos serviços que a UFN oferece para a comunidade

Para atender as necessidades locais, a UFN oferece serviços em diversas áreas. Saúde e economia são as principais demandas atendidas pela instituição. As atividades são realizadas principalmente por alunos, para pôr em prática a teoria aprendida

Ciência e Pesquisa tomam forma no SEPE 2022

Teve início hoje, terça-feira , 25 de outubro, o Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE). O evento é realizado no Conjunto III da UFN e tem o objetivo de integrar as ações desenvolvidas no Ensino,

Curso de Medicina da UFN participa de Trote Solidário do Simers

O curso de Medicina da Universidade Franciscana (UFN) está participando do trote solidário promovido pelo Núcleo Acadêmico do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (NUS/SIMERS). O trote conta com a participação de calouros e veteranos,

Podcast “Me Pega no Colo” aborda maternidade e cuidados à criança

O podcast “Me Pega no Colo”, produzido pelo Mestrado Profissional em Saúde Materno Infantil da Universidade Franciscana, em parceria com a Rádio Web UFN, aborda temas relativos à maternidade, paternidade, gestação, ciclo gravídico-puerperal, relações familiares e

Terapias alternativas e seus benefícios

Desde o início da pandemia de Covid-19, em 2020, a busca por terapias alternativas aumentou significativamente, como formas de complementar a medicina tradicional ou apenas utilizando-as de forma isolada para garantir o bem-estar. A Universidade Federal

Dia do Desafio ocorre em Formigueiro depois de uma pausa de 2 anos

Depois de dois anos, o Dia do Desafio voltou a ocorrer na prefeitura municipal de Formigueiro. O secretário dos esportes João Machado, junto com a professora de educação física Artemia Busetto, organizaram atividades e exercícios para os

Para atender as necessidades locais, a UFN oferece serviços em diversas áreas. Saúde e economia são as principais demandas atendidas pela instituição. As atividades são realizadas principalmente por alunos, para pôr em prática a teoria aprendida em aula. Confira a lista dos serviços oferecidos pela universidade:

LEAC – Laboratório Escola de Análises Clínicas   

Oferece à comunidade acadêmica e ao público em geral exames laboratoriais de rotina.

• Agendamento pelo telefone: 3220-1269

Laboratório de Odontologia

• Público: Externo e interno

Desenvolve ações de prevenção a saúde bucal e tratamentos específicos de acordo com cada paciente conforme avaliação prévia.

• Agendamento: Conforme disponibilidade de vagas de triagem, pelo número (55) 3025-9070

• Público: Externo e interno

 Laboratório de Ensino Prático em Fisioterapia

Os atendimentos de fisioterapia ambulatorial ocorrem no solo e na hidroterapia e são destinados às necessidades traumato-ortopédicas e disfunções neurológicas em qualquer faixa etária. Além disso, são realizados atendimentos para crianças e adolescentes, saúde da mulher e direcionado ao cuidado no envelhecimento. No turno da tarde é disponibilizada assistência multiprofissional ao paciente com necessidade de reabilitação física.

• Agendamento: Conforme disponibilidade de vagas, pelo número (55) 3025-9067

• Público: Externo e interno

Terapia Ocupacional

Objetiva desenvolver, recuperar ou manter habilidades das pessoas que apresentam temporária ou definitiva dificuldade em desempenhar atividades cotidianas e participação na vida social. Por meio de atividades significativas para cada sujeito, trabalhando na habilitação, reabilitação, prevenção de agravos, promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida.

• Agendamento: Conforme disponibilidade de vagas, pelo número (55) 3025-9070/ Ramal: 9084

• Público: Externo em todas as faixas etárias e interno

Laboratório em Enfermagem

Avaliação efetiva do processo de enfermagem, por meio de consulta e prescrição de cuidados de enfermagem.

• Agendamento: Conforme disponibilidade de vagas, pelo número (55) 3025-9070/ Ramal 9075

• Público: Somente público interno e pacientes atendidos nos Laboratórios da UFN

O público interno pode ir diretamente ao consultório de enfermagem. Imagem: divulgação.

Laboratório de Psicologia

O Laboratório de Práticas em Psicologia oferece atendimento individual para crianças, adolescentes e adultos.  Também há a modalidade de atendimentos em grupos de crianças e adolescentes e terapias de casal e famílias.

• Agendamento: Conforme disponibilidade de vagas, pelo telefone (55) 3025-9070/ Ramal 9077

• Público: Externo e Interno

Laboratório de Prática de Nutrição Clínica Ambulatorial

Orientação e acompanhamento nutricional.

• Agendamento: Conforme disponibilidade de vagas, pelo telefone (55) 3025-9070/ Ramal 9075

• Público: Externo e interno  

Serviço de Atenção Farmacêutica

Destina-se a pessoas que utilizam diversos medicamentos e sentem efeitos adversos ou inefetividade em seu tratamento.

• Agendamento: Conforme disponibilidade de vagas, pelo telefone (55) 3025-9070/ Ramal: 9085

• Público: Externo e interno 

Núcleo de Apoio à Diversidade Humana – NADH

O objetivo é estabelecer acolhimento a toda comunidade universitária, dar apoio psicopedagógico, psicológico, orientação profissional e outras necessidades do público interno da Universidade Franciscana, através de ações individuais e coletivas de acordo com cada caso.

• Agendamento pelo e-mail: nadh@ufn.edu.br

• Público: Acadêmicos de graduação e pós-graduação, professores e colaboradores (Interno)

Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF)

Oferece serviços solucionando possíveis problemas relacionados à CPF e informações sobre declarações de Microempreendedores Individuais – MEI e pessoas físicas. Ele promove uma maior interação entre RFB, as IES, alunos e sociedade, proporcionando cooperação mútua, para a qualificação de futuros profissionais contábeis e a prestação de serviços fiscais aos contribuintes hipossuficientes visando o fortalecimento da imagem de ambos e o desenvolvimento da moral tributária.

• Público: Externo e interno

• Os serviços e orientações contábeis ofertados pelo NAF da UFN são gratuitos

• Agendamentos: via Facebook , via WhatsApp (55) 99981-5936 ou pelo e-mail: naf@camillamotta

Teve início hoje, terça-feira , 25 de outubro, o Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE). O evento é realizado no Conjunto III da UFN e tem o objetivo de integrar as ações desenvolvidas no Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação em âmbito acadêmico, tecnológico e comunitário, socializando conhecimentos, experiências, produtos e ideias entre pesquisadores e estudantes da UFN e de outras instituições. Durante o evento são realizados painéis temáticos, bem como sessões de pôsteres e apresentações orais dos trabalhos científicos.

A exposição de pôsteres ocorreu no hall do Prédio 15, no Conjunto III da UFN. Imagem: Julia Buttignol.

No primeiro dia foram expostos 35 pôsteres trabalhos científicos da área da Saúde. Pedro Aquiles dos Santos é acadêmico do curso de Fisioterapia na UFN e apresenta um trabalho sobre o uso de aromaterapia no tratamento da rinite: “É muito importante expôr na SEPE, principalmente falando de saúde. A rinite afeta cerca de 500 milhões de pessoas no mundo, é importante mostrar que existem tratamentos eficazes para essa condição, sendo um desses a aromaterapia”.

Pedro Aquiles dos Santos é acadêmico do curso de Fisioterapia na UFN. Imagem: Ian Lopes

Cristiano dos Santos Siqueira cursa Biomedicina pela UFN e também destaca a importância da exposição da pesquisa: “Nosso trabalho destaca um problema de saúde acontecendo no Brasil nesse momento. Candida Auris é um fungo altamente resistente que ataca principalmente pessoas com imunidade comprometida. Os casos acabaram aumentando recentemente devido a Covid-19 e nesse trabalho analisamos o contágio, sintomas, detecção e tratamento do fungo.” . A programação da SEPE pode ser acompanhada por meio do site do evento.

O curso de Medicina da Universidade Franciscana (UFN) está participando do trote solidário promovido pelo Núcleo Acadêmico do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (NUS/SIMERS). O trote conta com a participação de calouros e veteranos, teve início no dia 26 de setembro e vai até o dia 28 de outubro. 

O trote ocorre do dia 26 de setembro a 28 de outubro. Imagem: Divulgação

O trote solidário é promovido pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e pelo NUS desde 2008, e tem como intuito mobilizar a comunidade a participar de ações solidárias organizadas pelos futuros médicos. A programação conta com doação de sangue, arrecadação de tampinhas e alimentos. O último trote promovido pela Simers teve 2.224 inscritos, e no total foram arrecadados 24,6 toneladas de alimentos, mais de 1,5 toneladas de tampinhas e 566 bolsas de sangue.

A segunda edição do evento deste ano já está ocorrendo e a turma de Medicina da UFN está participando. Eles estarão recolhendo alimentos no sábado, 22, nos mercados Nacional, Beltrame e Peruzzo da Presidente Vargas. Os donativos e as tampinhas também podem ser entregues na secretaria do curso no prédio 17, sala 809. Além de incentivar os acadêmicos na doação de sangue, alunos de qualquer curso podem participar da ação.

Aline Zanini, acadêmica do 2º semestre de Medicina na UFN, conta que é uma experiência única fazer parte de uma ação beneficente: “saber que, por eu ter dedicado umas horinhas do meu dia, ajudei diversas crianças com muitos alimentos, que com certeza fizeram a diferença na vida delas”. Para ela a experiência da arrecadação de alimentos junto com os colegas foi algo descontraído e divertido, “que conciliou o humor com ajudar o próximo, e que, com certeza deixou o meu coração e dos meus colegas muito quentinho por poder amparar as pessoas necessitadas”.

Troféu Trote Solidário

O Simers reconhece as universidades que mais arrecadam donativos. Na edição 2022/1, a Universidade de Medicina campeã no interior do estado foi a Universidade Franciscana (UFN). Em segundo a Universidade do Vale do Taquari (Univates) e a Universidade de Passo Fundo (UPF) em terceiro. Todas recebem o Troféu Trote Solidário, com data de entrega ainda a ser definida.

Programa conta com a presença de novos convidados a cada episódio. Imagem: Heloisa Helena Canabarro

O podcast “Me Pega no Colo”, produzido pelo Mestrado Profissional em Saúde Materno Infantil da Universidade Franciscana, em parceria com a Rádio Web UFN, aborda temas relativos à maternidade, paternidade, gestação, ciclo gravídico-puerperal, relações familiares e o cuidado a bebês e crianças. O ciclo gravídico-puerperal é um momento que envolve transformações profundas para a mulher nos aspectos físicos, psíquicos e sociais. Corresponde ao período que vai desde a gestação até o puerpério, período após o parto até que o organismo da mulher volte às condições normais da pré-gestação. Os episódios semanais estão disponíveis no Spotify do podcast e no Spotify e YouTube da Rádio Web UFN. 

Apresentado por duas profissionais no assunto, a Nutricionista Materno Infantil, Doutora em Saúde da Criança e do Adolescente e professora da Universidade Franciscana Franceliane Benedetti e pela Psicóloga, Pesquisadora de Perinatalidade e professora da UFN Cristina Kruel, o “Me Pega No Colo” tem como público alvo as famílias, pais e mães de bebês e crianças pequenas. 

Franceliane Benedetti e Cristina Kruel são apresentadoras do “Me Pega no Colo” Imagem: Heloisa Helena Canabarro

Os temas abordados são relativos à maternidade, paternidade e cuidado às crianças. A gente fala sobre o universo familiar. A Franceliane é nutricionista e eu sou psicóloga, mas nós não nos restringimos a temas que giram em torno da nutrição e da psicologia, mas do cuidado integral ao bebê e a criança”, conta Cristina sobre o projeto. Franceliane complementa o pensamento: “É bem como o nome do podcast diz, me pega no colo, o tema é o acolhimento tanto da criança quanto da família”. 

A iniciativa de criar o podcast surgiu em 2019 como uma atividade em uma disciplina do Mestrado em Saúde Materno Infantil, vinculada atualmente à disciplina “Ciclo gravídico puerperal e o começo da vida”. Em sua primeira fase o “Me Pega no Colo” foi organizado e desenvolvido pelos estudantes do mestrado, o primeiro episódio foi ao ar dia 2 de junho de 2020. Os alunos criaram o nome do podcast e gravaram a vinheta de abertura, além de realizar a apresentação. Na segunda fase, em 2021, o podcast foi assumido pelas professoras Cristina e Franceliane, estreando o novo formato dia 24 de setembro de 2021. 

O programa conta com a presença de novos convidados a cada episódio. A apresentadora Cristina revela o critério de escolha dos participantes da conversa: “Sempre priorizamos a presença de pelo menos um mestrando do Mestrado em Saúde Materno Infantil. Em nosso mestrado temos profissionais da área da enfermagem, nutrição, psicologia, odontologia, medicina, farmácia, arquitetura e  sistemas de informação. Além do mestrando convidamos alguém externo, que seja um profissional da cidade, reconhecido e indicado pelo seu conhecimento na área. Aceitamos sugestões do público”. 

Convidada Débora amamentando sua filha de 9 meses durante a gravação do programa. Foto: Heloisa Helena Canabarro

O último episódio do “Me Pega no Colo” teve como temática a maternidade idealizada e o encontro com a realidade. As convidadas do programa foram 4 mestrandas do Mestrado em Saúde Materno Infantil da Universidade Franciscana, as três enfermeiras Betina Pereira, Rosane Oliveira, Débora Dickel e a analista de sistemas Márian Pires. Entre os assuntos discutidos estão a maternidade, a amamentação e o puerpério. 

O podcast conta com Alan Carrion e Clenilson Oliveira na central técnica e é desenvolvido em parceria com a Rádio Web UFN.

Desde o início da pandemia de Covid-19, em 2020, a busca por terapias alternativas aumentou significativamente, como formas de complementar a medicina tradicional ou apenas utilizando-as de forma isolada para garantir o bem-estar. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, realizou um estudo que revelou que 80% da população desenvolveu distúrbios relacionados à ansiedade, sendo um dos responsáveis pelo crescimento da busca pelas terapias.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizou uma pesquisa que indica que a prática mais utilizada pelos brasileiros durante a pandemia foi fitoterapia, seguida por meditação e reiki. O trabalho ouviu mais de 12 mil pessoas. Grande parte das formas de tratamento alternativos são baseados em conhecimentos milenares , provenientes das culturas orientais  e indígenas.

Pesquisa realizada pela Fiocruz mostra as terapias mais procuradas durante a pandemia. Fonte: Fiocruz

Reiki

A pedagoga e terapeuta holística Cleia Carolina Freitas tem formação em reiki e florais de Bach. Ela conta que o reiki surgiu no Japão na década de 1920, porém somente a partir da 1980 começou a entrar em alta, pela própria divulgação dos japoneses. A história conta que o o Dr Mikao Usui era responsável pelo johrei (método de canalização de energia espiritual) da igreja metodista. Porém o johrei possui cunho religioso e para Mikao não era viável trabalhar com uma terapia sagrada das mãos vinculada a uma religião. Sua principal intenção era ser uma técnica de cura e não uma religião.

O funcionamento da terapia é dado através do alinhamento de pontos de energia, chamados de chakras pelo reiki. A terapeuta explica que: “Os chakras se alinham através do toque das mãos, no primeiro momento são traçados os símbolos do reiki, o terapeuta se banha com eles e passa para o paciente no ambiente, depois começa a aplicar em cada ponto de energia”. Ele não contribui apenas para a saúde mental das pessoas, como também para a saúde psíquica, espiritual e física, porque, de acordo com Cleia,  “as doenças são somativas, nosso organismo vai acumulando os bloqueios, traumas, decepções, emoções negativas e descarrega em uma parte fisiológica, em algum órgão, que se transforma em doença”. O reiki é uma terapia reparadora, ela também relata que “na primeira vez que o paciente recebe, fica muito concentrado no que estão fazendo com ele, então não sente tanto os efeitos. Na segunda ele já sente um estado de concentração e relaxamento, está muito mais receptivo à terapia. Já na terceira ele sente o alinhamento emocional, físico, espiritual e mental”. 

 A terapeuta também desmistifica a forma como a terapia deve ser realizada: “O reiki no início tinha muito sensacionalismo, tinha uma certa publicidade, que tinha que ter um ritual perfeito e você tinha que seguir aquele ritual. Hoje não, atualmente ele pode ser aplicado em um campo de batalha, pode-se aplicar nos animais, pode-se aplicar em qualquer lugar”.

Atualmente a sociedade está mais receptiva à busca por estas terapias. A expansão destes interesses resultou em processos seletivos no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) para que terapeutas possam aplicar reiki em postos de saúde, hospitais e consultórios dentro de uma sede do INSS.

Meditação

 A meditação é uma técnica milenar conhecida como a terapia mais completa que existe, Cleia explica o porquê: “Ela consegue te voltar para o seu ego, anulando ele e te faz voltar para o seu eu maior, para o centro da sua alma. As pessoas têm uma grande dificuldade de aprender a meditar e, na verdade, não é simples. Mas depois que aprende, é possível praticar em qualquer momento”. Ela também ensina uma forma de começar a técnica: “através de um mantra, qualquer mantra que você conheça, começa falando, depois mentalizando, até seu corpo entrar em relaxamento total. A meditação exige uma forma que o corpo esteja confortável para atingir o relaxamento, mentalizando o mantra você vai esquecendo das outras partes do corpo, não sente mais a consciência corporal, sente um estado de relaxamento total e a mente esvazia, você não pensa em nada”.

A técnica pode trazer diversos benefícios para quem a pratica, “tem uma vida emocional equilibrada, respira bem, consegue trabalhar a sua vida profissional de forma tranquila. Através da meditação se tem um bom relacionamento com as pessoas, ela nos ensina a ouvir o outro”, explica Cleia. Cássia Bairros faz o uso da técnica há mais de três anos e conta que os benefícios são vários: “Aumento da concentração, melhora na qualidade do sono, mais tranquilidade pra resolver os problemas do cotidiano, um olhar mais amplo e atento sobre a realidade, a interação social também”.

Práticas de meditação realizadas em evento no dia da mulher em que Cássia participou. Imagem: Cássia Bairros

Hoje existem na internet diversos vídeos de meditações guiadas que, segundo Cleia “ começa com aquele aprendizado, que é simples e fácil. Nas primeiras vezes você não consegue, na terceira vez já é possível entrar no estado meditativo e na quarta vez você já está na técnica da meditação propriamente dita, que é conseguir alinhar o teu pensamento, as partes do teu corpo no relaxamento, na zona de conforto, e aí na quinta tu já tá fazendo a meditação sem ser guiada, só procura um mantra, existem diversos mantras”. É uma técnica acessível para todos e não custa nada.

Floral de Bach

Em relação à terapia dos florais,  o que é mais conhecido hoje é a pesquisa de florais Edward Bach, que tem este nome por conta do médico britânico que pesquisou 38 flores durante 30 anos. No inicio ele chamou o trabalho de placebo espiritual, depois entendeu que a energia das plantas, do néctar, da essência das flores tinham uma conexão muito forte com o nosso comportamento. Cleia explica que: “nós, terapeutas holísticos, receitamos os florais e o paciente entra em um estágio negativo nos três ou quatro primeiros dias. Depois do quinto dia ele começa a sentir o efeito da essência das flores na sua vida. Fazemos o diagnóstico da pessoa, para sabermos o que ela esta sentindo, se é ansiedade, depressão, dificuldade de aprendizado, uma situação de isolamento, medos desconhecidos ou outras atitudes comportamentais que podem ser regulamentadas pelos florais”.

Os florais têm uma conexão muito forte com o nosso comportamento, “a partir do momento que começamos a tomar os florais, nós nos observamos e nos surpreendemos conosco. O floral transforma uma atitude negativa em uma positiva”, conta a terapeuta. Existem diversos outros florais além dos de Eduardo Bach, porém todos eles são baseados na pesquisa da essência das flores e todos eles possuem o mesmo efeito, de acordo com Cleia “não é só um placebo espiritual mas também uma ferramenta maravilhosa para alinhar chakras, alinhar comportamentos negativos e levar a pessoa a fazer uma releitura do seu próprio eu, do seu ego e chegar a conclusões diferentes do que antes ela tinha”.

Formas alternativas ou complementares de buscar ajuda em terapias são comumente associadas à religião, porém a terapeuta explica como as diferentes religiões não afetam o processo de terapia:

Em 2018, o Ministério da Saúde incluiu dez terapias alternativas ao Sistema Único de Saúde (SUS).  São elas: apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia e terapia de florais. Com as recentes adições, o SUS passa a ofertar 29 procedimentos complementares à população. São chamados de Práticas Integrativas e Complementares (Pics) e utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para curar e prevenir diversas doenças. Evidências científicas têm mostrado os benefícios do tratamento integrado entre medicina convencional e práticas complementares.

Matéria produzida no primeiro semestre de 2022, na disciplina de Linguagem das Mídias do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana.

As atividades foram realizadas no pátio da Prefeitura de Formigueiro. Imagem: Ingrid Barcelos

Depois de dois anos, o Dia do Desafio voltou a ocorrer na prefeitura municipal de Formigueiro. O secretário dos esportes João Machado, junto com a professora de educação física Artemia Busetto, organizaram atividades e exercícios para os funcionários da prefeitura. Dos estagiários até o prefeito, todos participaram do Dia do Desafio, que começou com uma série de dinâmicas que foram de alongamentos até polichinelos.
O Dia do Desafio tem o intuito de incentivar hábitos mais saudáveis e o costume de se exercitar no dia a dia o que pode ajudar até mesmo no desempenho no trabalho.  Segundo a funcionária Bruna Guimarães, que trabalha no setor do patrimônio público, esse dia é importante para que seja lembrada a relevância  da atividade física.

Texto do acadêmico Miguel Cardoso, para a disciplina Linguagem das Mídias, durante o 1º semestre de 2022.

O Relatório Covitel realizou uma pesquisa com mais de 9 mil pessoas em todo o país em que revela que 1 a cada 5 jovens fazem a utilização do cigarro eletrônico. O estudo também mostra que a região Sul do país é a segunda que  possui maior utilização do aparelho, sendo também a região em que há maior utilização do tabaco do Brasil. Os registros mostram que no primeiro trimestre de 2022 homens entre 18 e 24 anos foram os que mais utilizaram o cigarro eletrônico. Enquanto homens 25 a 34 anos utilizam mais o tabaco.

Cigarro eletrônico é utilizado por 1 a cada 5 jovens no Brasil. Imagem: Shutterstock

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca) o uso do aparelho também é prejudicial à saúde, pois faze com que o corpo seja exposto a uma diversidade de elementos químicos, nanopartículas de metal, carcinógenos e outras substâncias citotóxicas, que são capazes de desenvolver doenças pulmonares e cardiovasculares.

De acordo com a acadêmica do primeiro semestre de Psicologia da UFN, Isadora Oliveira: “muitos jovens começaram a usar esse cigarro por achar que sua saúde não seria afetada, então este hábito foi se espalhando entre os grupos de jovens”.

No Brasil a comercialização, importação e propaganda de cigarros eletrônicos é proibida. Porém, podem ser encontrados na internet, no comércio informal ou comprados no exterior, para uso pessoal.

O autocontrole e a capacidade de equilíbrio mental, são fatores comumente trabalhados na rotina de um atleta. Porém, desde o começo do surto do novo coronavírus, estas competências foram testadas, a ponto de exigir dos desportistas conhecerem-se mais, para que pudessem se sobressair diante da pressão psicológica enfrentada neste período.

Além das dificuldades relacionadas às adaptações dos treinos em épocas de lockdown, a mente tornou-se um dos principais obstáculos em um processo de aceitação. Ricardo Brandt, formado em Educação Física e doutor na linha da Psicologia do Esporte, afirma que parte deste sofrimento mental deve-se ao fato dos atletas estarem acostumados com um objetivo de vida naquela modalidade, e que pelo fato da “busca por essa meta” ser parcialmente interrompida, a tendência é que o psicológico venha a reagir de maneira unusual.

Professor na Universidade Estadual do Oeste do Paraná e inserido no ramo da psicologia esportiva, Brandt já trabalhou com atletas da Seleção Brasileira de Vela, ciclismo, futebol, futsal, tênis, atletas profissionais de triatlo e do remo paralímpico. Estes últimos, mentorados por ele, com foco nos preparativos para as Olimpíadas de Tóquio, em julho de 2021. Com toda sua bagagem de conhecimento, o psicólogo ressalta a importância da relação entre a busca por metas e a tentativa de equilíbrio mental e emocional: “As pessoas precisam criar um motivo para voltar a ter disciplina. Ter um gatilho para serem levadas a essa ação. Praticantes recreacionais ou amadores sofreram mais, pois trata-se de um processo mais lento que os retirem da inércia. Já no caso de pessoas que vivem do esporte 24h por dia, há a necessidade da criação de motivos para a prática pois, após a mudança do hábito, a tendência é que os outros venham junto com a disciplina”.

Tornou-se comum perceber, em meio aos longos intervalos de quarentena, diferentes métodos de reinvenção em cada modalidade. Atletas que levaram seus esportes para dentro de casa, assim como criaram novos hábitos de alimentação e introspecção, para auxiliar no processo de entendimento do corpo. “As pessoas precisam encontrar uma modalidade que elas possam chamar de sua, algo que amem e se identifiquem. Não é por indicação ou moda, é por experimentar práticas que consigam manter uma constância”, acrescentou Brandt, sobre a relevância do esporte na vida das pessoas.

De acordo com ele, o uso moderado da rede social, foi um ponto positivo para auxiliar na necessidade de aproximação e convívio entre profissionais deste meio. Ponto realçado pelo motivo de que os mesmos costumavam vivenciar inúmeras situações de inter-relacionamento em comparação ao “novo normal”. Outro ponto abordado pelo profissional, são as técnicas de relaxamento, como yoga, meditação e o mindfulness, considerados exercícios estratégicos para serenar a mente e readquirir o equilíbrio do organismo: “Exercícios físicos praticados em casa, estratégias para reflexão e o contato com a natureza são essenciais para o controle emocional, pois agem na liberação de hormônios e neurotransmissores, decisivos na manutenção do humor”.

Francielli Gasparotto em competição orientista – Foto: Arquivo pessoal

No entanto, nem todos conseguem lidar da mesma forma com desequilíbrios e readaptações psicológicas. Além dos pontos já citados, a alimentação e a depressão podem ser consideradas outras consequências deste processo. A paranaense Francielli Gasparotto sempre foi adepta ao esporte. Praticante nata de orientação e natação, passou por um árduo caminho durante os momentos de lockdown. Ela conta que devido aos regramentos de saúde social impostos durante a pandemia, precisou se ausentar de todas as suas práticas, o que abalou fortemente seu psicológico: “Parei com todas as atividades no começo da pandemia. Fiquei adepta à instabilidade, não sabia o que estava acontecendo… Fui aguardando as liberações dos protocolos de saúde, para retomar a prática dentro do possível”.

Segundo a orientista, o avanço de pesquisas científicas corroborou para que ela pudesse voltar às piscinas: “Como a natação é uma modalidade segura durante a pandemia, por englobar o distanciamento social e por levar em consideração que o cloro inibe a ação do vírus, eu retornei”. Posteriormente, já em 2021, ela retomou as atividades ligadas ao ciclismo. Porém, para chegar até esta fase de recuperação, grandes desafios mentais estiveram presentes em seus dias. “Foi algo bem difícil de lidar. Meu psicológico foi muito afetado, a partir do momento que vi que não teria mais as competições de orientação, assim como não teria como recorrer à natação e ao ciclismo”, desabafou. Ela acrescenta que, entre outros pontos, o sono e a alimentação foram fortemente impactados. “Tive muita insônia, algo que nunca havia experienciado. Foi a primeira coisa que apareceu em razão da falta do esporte. A parte da motivação foi por água abaixo, principalmente por eu não encontrar mais minhas perspectivas”, destacou.

Frente a aspectos como este, Brandt salienta o cuidado necessário por parte dos profissionais que lidam com o desenvolvimento mental de atletas, em relação à intervenção destas situações: “O psicólogo esportivo precisa conhecer seu paciente a fundo, ter um acompanhamento sistemático, analisar, entender e compreender como a mente dele funciona e responde às diferentes situações e contextos esportivos. É interessante planejar o que será feito, traçar os objetivos e saber regular aspectos emocionais, como a ansiedade, depressão, stress, humor, além da criação de rotinas de treino para o aumento de energia”.

Francielli Gasparotto em Stand Up Paddle – Foto: Arquivo pessoal

Porém, ao fugir dos parâmetros clássicos do funcionamento de uma mente esportiva, há outros vieses relacionados com o equilíbrio entre corpo e mente. Essa relação é interligada com os níveis de autoconhecimento e com a quebra de paradigmas psicológicos, no que diz respeito ao conhecer os próprios limites e se permitir experimentar novas áreas de atuação. Francielli conclui que um dos pontos positivos que o lockdown proporcionou foi a tentativa de descobrir mais sobre si mesma, além de intensificar a prática de momentos reflexivos, encontrados na meditação, espiritualidade e contato com a natureza. “Eu optei por começar com o Stand Up Paddle, já que eu simpatizava remar. Vi nesse esporte a oportunidade de fazer uma coisa que eu gostava, que era sair de casa e estar em isolamento e contato com a natureza. Essa escolha me trouxe a sensação de aliar o lago da Itaipu com o esporte, além da coragem e do fato de estar em meio a natureza”, revelou.

Por mais que a atleta não tenha retornado à orientação, estar em meio à água, sozinha e em sintonia com a natureza, possibilitou-a focar no desenvolvimento do autoconhecimento, ao fazer algo bom para a mente e para o corpo. “O atleta precisa se conhecer, para que possa trabalhar com regularidade emocional. O desenvolvimento da inteligência emocional é muito particular. Sem sombra de dúvidas, optar por outras modalidades e dedicar um tempo para a própria mente, é um tiro certeiro. Tudo que coopera com o intelecto pode gerar bons frutos”, concluiu Brandt. Percebe-se, por meio dos exemplos, a capacidade que o esporte tem de fazer com que haja a recuperação da autoconfiança, assim como, reequilibrar a relação entre foco e metas. De fato, a pandemia gerou inúmeros conflitos mentais a muitas pessoas, porém, se houver a análise sobre cada situação, percebe-se que existe uma alternativa de melhora e reflexão. O autoconhecimento sempre estará presente.

 

Produção da disciplina de Jornalismo Esportivo, durante o primeiro semestre de 2021, sob coordenação da professora Glaíse Bohrer Palma.

O alto índice de pessoas sedentárias no mundo todo, que já era preocupante, foi agravado ainda mais pela pandemia do novo coronavírus. Até cinco milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população fosse mais ativa, calcula a Organização Mundial da Saúde (OMS), que lançou, no final de 2020, novas diretrizes sobre atividade física.

Conforme o documento, é recomendado de 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para os adultos, incluindo aqueles com doenças crônicas ou incapacidade. Para crianças e adolescente a média é de 60 minutos por dia.

Como explica o profissional de Educação Física, Gustavo Silva de Oliveira, “o esporte é um tipo de atividade física, trazendo assim, consigo, seus benefícios, como redução do estresse, controle do peso, melhora do condicionamento físico e melhora do sistema imune e cardiorrespiratório”.

Sendo assim, para garantir um estilo de vida mais saudável, diversas pessoas iniciaram a prática de algum esporte em meio a pandemia, principalmente modalidades individuais ou que exigem um grupo pequeno de participantes. A corrida de rua é um dos que se destacam na atualidade, principalmente pelo fato de poder ser praticado por todas as faixas etárias e não exigir um ambiente específico.

Corrida de rua é um dos esportes individuais que mais ganhou adeptos durante a pandemia | Foto: mega-studio/freepik

“Procuro sempre praticar onde não há circulação de pessoas. Então não costumo correr em pistas, e sim em rodovias ou estradas de chão. Por ser um esporte individual, possui diversos lugares em que pode ser praticado ao ar livre, longe de aglomerações. Então é simples de adaptá-lo durante a pandemia”, relata a sargento e atleta Ana Amaral.

Bom exemplo desta adaptação são as provas de corrida, que desde o início da pandemia estão suspensas. Sendo assim, houve um aumento nas competições virtuais, onde o participante, monitorado por um relógio com GPS ou aplicativo de celular, tem determinado período de tempo para concluir a atividade. Posteriormente, o arquivo é enviado para a organização para análise e validação.

No que diz respeito as vantagens identificadas ao praticar corrida de rua, Ana elenca que “uma das principais é a redução da chance de desenvolver doenças que o sedentarismo ocasiona, como cardíacas, obesidade, pressão alta e depressão, e o fortalecimento do sistema imunológico”. E acrescenta: “É muito bom fazer exames de rotina e verificar que tudo está normal, sem alteração. Sem falar na perda de gordura corporal e a bem estar físico”.

“O ciclismo é um vício e eu não quero largar esse vício”. Essas são as palavras do vice-prefeito de Formigueiro, Gilson Murilo Belmiro Severo, que, com 53 anos, aproveitou a pandemia para voltar a pedalar. “Eu diminui peso, perdi 10,2 kg. Eu tinha muito problema de insônia, hoje não tenho mais, eu durmo muito bem, me alimento bem”, conta.

E vai muito além da parte física. Severo explica que com a prática do esporte obteve melhoras na saúde mental: “a cabeça da gente funciona melhor, até para a questão de raciocinar eu sinto que tive uma melhora muito grande”.

Assim como a corrida de rua, o gosto pela bike cresceu durante a pandemia. O vice-prefeito relata que percebe um aumento muito grande na quantidade de pessoas adquirindo bicicletas. “Comece devagar, com muito cuidado, não queira fazer pedaladas muito longas no inicio. Devagar vai indo, vai indo, e você chega lá. É um ótimo exercício para todo o tipo de pessoa, seja ela nova, de meia idade, ou idoso, todos merecem e gostam de pedalar”, orienta.

Mas o aumento no número de atletas durante a pandemia não foi refletido em todas as atividades. Na musculação, por exemplo, o profissional de Educação Física Dioner Cardoso, que trabalha em uma academia, relata uma queda na procura pelo medo das pessoas contraírem o vírus, ainda que considere eficazes os protocolos de segurança, desde que cobrados e monitorados.

A musculação é “uma forma de manter a pessoa mais ativa quanto ao exercício físico e, portanto, também ajuda na melhora da imunidade, que é importante no combate ao vírus”, destaca Cardoso.

A microempresária Karol Dotto, que pratica o esporte, compartilha da mesma visão. “Procure uma academia que siga os protocolos e use sempre, de forma correta, a máscara e álcool gel, tanto nas mãos quanto nos aparelhos. Também é possível seguir um treino intenso em casa, o importante é se manter ativo, a imunidade agradece”, destaca.

Essa busca por esportes individuais foi comprovada por meio de um estudo realizado pelo Google, com base em pesquisas no buscador e atividades do Youtube, aliado a uma pesquisa da consultoria especializada Sport Track. Confira os principais dados no infográfico:

Elementos Gráficos: Freepik | Produção: Pablo Milani

 

Produção da disciplina de Jornalismo Esportivo, durante o primeiro semestre de 2021, sob coordenação da professora Glaíse Bohrer Palma.

Divulgação

A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) promove nessa sexta-feira, 22/5, às 16h, a terceira edição do ciclo de debates online “A pesquisa em Jornalismo em tempos de COVID-19”.

As pesquisadoras convidadas Kátia Lerner (Fiocruz), Cilene Victor (Umesp/Fapcom) e Luciane Agnez (IESB-DF) abordam o tema “Jornalismo científico, cobertura em saúde e popularização da ciência em tempos de pandemia”.

A discussão será ao vivo, com mediação para receber perguntas simultâneas.

Kátia Lerner é pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vice-líder do Grupo de Pesquisa do CNPq Comunicação e Saúde, coordenadora do GP Comunicação, Divulgação Científica, Saúde e Meio Ambiente da Intercom e Editora Associada da Revista Interface.

Cilene Victor é professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), uma das líderes do grupo de pesquisa “Jornalismo Humanitário e Media Interventions” e também professora da Faculdade Paulus de Comunicação (Fapcom).

Luciane Agnez é professora do Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB) e coordenadora da pós-graduação em Jornalismo Digital e Produção Multimídia na instituição.

O objetivo da SBPJor com o ciclo de debates online “A pesquisa em Jornalismo em tempos de COVID-19” é destacar diversas perspectivas sobre a contribuição da área para a compreensão da complexidade do fenômeno social que envolve a expansão mundial da COVID-19.

O debate pode ser acessado no perfil institucional da SBPJor no Youtube e Facebook.

Fonte: SBPJor