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Foto: Banco free de imagem Magnific

Quando trocou o Paraná pelo Rio Grande do Sul, Admilson Lorbiete, 34 anos, percebeu rapidamente que o novo endereço exigiria mais do seu sistema imunológico. Acostumado a conviver com condições alérgicas, ele notou uma piora no próprio quadro clínico logo após se estabelecer em Santa Maria. A experiência do morador ilustra uma realidade atestada pela ciência e vivenciada por quem enfrenta o inverno na Região Central. A resposta para o aumento expressivo de crises respiratórias na cidade está na combinação de três fatores principais apontados por meteorologistas ouvidos pela reportagem.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e pesquisas da Faculdade de Meteorologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a junção de uma atmosfera com mais de 80% de umidade, oscilações térmicas bruscas e o fenômeno da inversão térmica ditado pelo relevo local atua como um facilitador para vírus e alergias. Esse cenário pode impedir a rápida adaptação do organismo e reter poluentes próximos ao solo, refletindo diretamente na rotina diária da população.

O impacto é sentido no corpo por quem chega de fora. “Eu sempre tive rinite e alguns problemas respiratórios, mas sinto que depois que eu vim morar para cá eles aumentaram. Comecei a ter mais crise de rinite do que o comum, comecei a ter sinusite e a sofrer bastante com essa questão. Eu acredito que um pouco do fator que agravou isso é devido ao clima, que é bem severo aqui”, relata Admilson.

Resposta do organismo à umidade

Daniel Caetano, meteorologista, explica que as doenças respiratórias possuem forte ligação com a umidade, sendo desencadeadas tanto em cenários de ar muito seco quanto naqueles de ar excessivamente úmido. Conforme o profissional, o inverno em Santa Maria traz uma atmosfera mais úmida do que em outras regiões do Estado devido a uma cobertura persistente de nuvens. O resultado, pontua o especialista, é que o corpo não consegue se adaptar de forma rápida a esse excesso de umidade somado ao frio constante, respondendo com crises respiratórias.

De acordo com Rose Freitas, professora e doutora da UFPel, as condições atmosféricas preparam o terreno no organismo. “Ele pode favorecer a circulação de vírus ou agravar sintomas em indivíduos mais suscetíveis, como crianças, idosos e pessoas com asma e rinite”, esclarece a especialista.

Fator pode ser geográfico

Além dos altos índices registrados pelos pluviômetros, a topografia de Santa Maria age como um elemento determinante na saúde pública local. Conforme a pesquisadora da UFPel, a cidade está localizada em uma área de transição entre a Depressão Central, que é a parte mais baixa e plana do Estado, e o Rebordo do Planalto, que forma a região serrana.

Segundo Rose, essa espécie de “degrau” natural afeta a circulação dos ventos e facilita a formação de microclimas e das chamadas inversões térmicas. Durante esse fenômeno, o ar frio e pesado desce e atua como uma tampa sobre a cidade, prendendo os poluentes e os vírus muito perto do chão. De acordo com a professora, estudos já associam a ocorrência desse bloqueio atmosférico, aliado à queda das temperaturas, ao aumento das internações hospitalares no município, afetando os santa-marienses que ainda não se acostumaram ao clima.

Reflexos na rotina

Para quem convive com o problema desde a infância, as meias-estações e as mudanças rápidas nos termômetros são os principais obstáculos diários. Maria Eduarda de Vargas dos Santos, 21 anos, estudante, explica que a variação térmica afeta a sua imunidade e desencadeia crises inevitáveis. “Sinto que acabo me atacando muito mais quando tem essas alterações de temperatura muito grandes, por exemplo, quando uma hora do nada está 27 graus e outra hora está 10 graus. É certeza que eu vou ficar atacada de rinite, da asma e também com gripe”, relata Maria Eduarda.

O reflexo dessas oscilações também é sentido em espaços de convivência prolongada. Jhonath Bertusso Castro, 31 anos, funcionário de escola, mudou-se de Ourinhos (SP) há um ano e observa o impacto do clima na saúde dos alunos. “Acho que é bem propenso a doenças. Eu vejo isso nas crianças quando tem essas oscilações. Teve um surto de influenza no início do inverno que pegou bastante gente, inclusive eu. Por oscilar muito de temperatura e ser muito úmido, tem um favorecimento de doenças gripais e respiratórias”, avalia Jhonath.

Diante de um ambiente favorável ao adoecimento, a população busca saídas na precaução. Viviane Nunes Rodrigues, 25 anos, estudante, conta que as características do inverno impõem um estado de alerta contínuo. “Santa Maria tem mudanças bruscas de temperatura durante todo o ano, e o inverno sempre é muito rigoroso. Como aqui faz muito frio, todo mundo fica sempre na iminência de ficar gripado, e a gente vive com essa preocupação constante”, finaliza Viviane.

Reportagem produzida na disciplina Jornalismo Especializado, pelos acadêmicos Rian Lacerda e Karina Fontes, no 1º semestre de 2026, sob coordenação da professora Glaíse Bohrer Palma.

A busca por equilíbrio se tornou negócio global e, junto com o lucro, aumentam as distorções, ilusões e impactos na saúde física e mental

Apenas 36% dos brasileiros usam suplementos com recomendação de um profissional de saúde. Imagem: Enzo Martins/Labfem

Em 2002, o economista americano Paul Zane Pilzer lançou o livro The Wellness Revolution. Na época, a ideia de que o bem-estar poderia se tornar o novo motor da economia global parecia ousada, quase utópica. Porém duas décadas depois, suas previsões se confirmam. O Global Wellness Institute (GWI) estima que a economia do bem-estar movimentou US$ 6,3 trilhões em 2023, cerca de 6% do PIB mundial, e pode alcançar US$ 9 trilhões até 2028, consolidando-se como uma das maiores forças econômicas do planeta.

A busca por equilíbrio entre corpo, mente e estilo de vida saudável deixou de ser privilégio de poucos e tornou-se um dos principais motores de consumo no mundo. Mais que uma tendência, trata-se de um novo paradigma, impulsionado por um público cada vez mais informado, exigente e conectado. Estudos da McKinsey & Company mostram que as gerações Y e Z encaram o bem-estar como parte diária da rotina: sono, alimentação, aparência e saúde mental são prioridades tão importantes quanto carreira e renda.

Uma das empresas de bem-estar que gera controversias é a Goop, fundada em 2008 pela atriz americana Gwyneth Paltrow, com dicas de receitas, sugestões de viagem, entre outros conselhos de autocuidado. Rapidamente, a empresa virou uma marca gigantesca de lifestyle, com loja online, podcasts, eventos e até série na plataforma de streaming Netflix. A proposta sempre foi vender uma vida “equilibrada” e cheia de rituais, só que, no caminho, a empresa passou a apostar em terapias consideradas excêntricas e sem base científica, o que renderam muitas críticas de médicos e pesquisadores.

A discusão cresce porque muitos dos produtos e práticas promovidos pela Goop prometem efeitos que não foram comprovados, como enemas de café para “purificar o corpo”, ovos de jade para “regular hormônios” ou vaporização vaginal para “limpeza energética”. Especialistas alertam que essas tendências podem ser ineficazes ou até perigosas, além de reforçar um mercado de bem-estar que lucra com soluções milagrosas. Por isso, apesar de ser um sucesso comercial, a Goop virou símbolo de um bem-estar que parece mais com marketing e misticismo do que com ciência.

Outra empresa desse meio é a Lemme, criada pela influenciadora americana Kourtney Kardashian, com a proposta de tornar o consumo de suplementos mais simples e prazeroso, apostando em gomas coloridas que prometem benefícios como foco, energia, menos estresse e até mesmo, apoio ao metabolismo. A marca foi construída a partir da imagem de Kourtney nas redes sociais, como referência de bem-estar. Ela afirma ter passado anos pesquisando ingredientes e consultando especialistas para formular produtos “limpos”, veganos e pensados para fazer parte da rotina de quem busca uma vida mais equilibrada.

Junto com o sucesso, a Lemme passou a ser questionada por especialistas e consumidores por não deixar claro quanto de cada ingrediente realmente existe nas fórmulas, além de usar compostos em quantidades consideradas insuficientes para entregar os efeitos prometidos. As críticas apontam que as gomas contêm açúcar, um contraste evidente com o estilo de vida natural promovido pela própria Kourtney. A situação se intensificou após o lançamento do suplemento GLP-1 Daily, divulgado como uma alternativa “natural” aos remédios para emagrecimento. Médicos afirmam que os extratos usados pela marca não reproduzem, nem de longe, o mecanismo do Ozempic, levantando dúvidas sobre a eficácia real do produto e alimentando a suspeita de marketing exagerado.

O bem-estar ganha espaço no país

No Brasil, esse cenário se reforça com a expansão de academias, o avanço de estilos alimentares como vegetarianismo e o crescente interesse por práticas alternativas. Para a personal trainer Kamilla Corrêa Soares, no entanto, essa busca tem se tornado distorcida pela influência das redes sociais, que alteram a percepção de muitas pessoas sobre o próprio corpo. Ela observa que a maioria chega à academia com pressa e expectativas irreais. “As pessoas esquecem que o processo é lento, que existe uma longa caminhada até a construção de massa corporal”. “Não dá para comparar alguém que trabalha com o próprio corpo com uma pessoa que tem uma rotina comum, com filhos, trabalho e estudos”, afirma a personal.

A pressão estética, segundo Kamilla, tem atingido principalmente adolescentes. Até mesmo jovens com boa saúde e condicionamento físico passam a se sentir insuficientes ao se compararem com padrões inalcançáveis. Para a personal, ter um corpo saudável envolve capacidades simples do cotidiano, como subir escadas ou levantar do sofá sem dificuldade, algo que muitos já não conseguem realizar no dia a dia. Ela lembra que saúde não depende de um corpo “definido”, mas de qualidade de vida, embora reconheça que boa parte da população ainda associe bem-estar a uma aparência extremamente tonificada, distante da realidade da maioria.

Kamilla também comenta que muitos evitam a musculação por acreditar que ela não auxilia no emagrecimento. Para ela, isso é um erro, pois quanto mais massa magra uma pessoa possuir, maior é seu gasto calórico, inclusive em repouso. Apesar disso, a personal conta que muitos chegam influenciados por tendências de internet, buscando treinos rápidos e exaustivos, com intervalos mínimos, acreditando que o cansaço extremo garante resultados. Ela alerta que essa lógica pode prejudicar o desempenho. A ausência de descanso reduz a capacidade de aumentar cargas, tornando o treino menos eficiente. Para a personal, uma musculação bem estruturada, com intervalos entre dois e três minutos, tende a gerar resultados mais consistentes, mesmo sem provocar exaustão imediata.

O acompanhamento profissional faz muita diferença na construção de uma rotina de exercícios. Imagem: Arquivo Pessoal

A indústria do bem-estar também é relacionada a nutrição. A área é indicada para além da estética, como: prevenção de doenças, equilíbrio e mais disposição. Contudo, atualmente, são geradas diversas informações sobre alimentação que circulam de forma desproporcional. Pois, nem todas essas informações são corretas ou seguras para a saúde.  

Em 2024, o Conselho Federal de Nutrição criou a campanha “Nutrição é Ciência”, iniciativa que visa informar a população sobre a importância de buscar orientação nutricional e outros conteúdos relacionados à alimentação com base em evidências científicas. Segundo eles, muitas vezes nos deparamos com dicas de alimentação sem base científica, que podem ser prejudiciais. Essas informações falsas circulam amplamente e podem levar a práticas alimentares inadequadas, colocando em risco a saúde de quem segue arriscadamente. A campanha reforça que a alimentação é uma questão séria e deve ser tratada com responsabilidade. Apenas profissionais qualificados possuem o conhecimento necessário para entender a complexidade dos nutrientes, como eles interagem no nosso corpo e como podem ser utilizados para melhorar a saúde e o bem-estar.

A nutricionista Maíra Penna reforça que esse mesmo comportamento ocorre frequentemente na alimentação. “Hoje em dia os influenciadores têm um papel enorme na qualidade de vida e hábitos alimentares da população em geral. Seguir essas dietas de internet pode causar deficiências nutricionais, pois muitas vezes nos espelhamos em realidades diferentes das nossas”, afirma. Ela ressalta que, embora a internet seja uma grande fonte de informações, também abriga desinformações disfarçadas de verdade. “Há perfis sérios, com bases científicas, porém, a maioria são conteúdos sensacionalistas e simplistas”, completa.

Do ponto de vista psicológico, especialistas apontam que rotinas supostamente saudáveis podem se tornar prejudiciais quando geram sofrimento e rígidas restrições, levando a crises de ansiedade e estados depressivos. O ciclo de comparação constante, especialmente com influenciadores, faz com que muitos desenvolvam uma percepção de fracasso, mesmo quando seguem hábitos adequados.

Para compreender melhor essa relação entre saúde, estética e bem-estar, o doutor em Psicologia Félix Guazina comenta os impactos psicológicos dessa busca.

As redes sociais não devem ser seguidas como verdade absoluta

Uma pesquisa realizada pela ONG inglesa Girlguiding, em 2023, revela que mais de mil garotas, entre 11 e 21 anos, possuem uma relação delicada mundo virtual. Uma em cada três jovens relatou que sua maior preocupação era comparar a sua vida com a de outras pessoas por meio das redes sociais. Outro dado levantado pelo estudo é sobre a percepção que os pais têm da pressão que elas sofrem na internet. Cerca de 50% das entrevistadas relataram que os pais reconhecem esse tipo de pressão, porém, apenas 12% afirmaram que seus responsáveis têm alguma preocupação real com esse problema enfrentado por elas.

O personal trainer Jeferson Gonçalves também compartilhou sua visão sobre o impacto das redes sociais. Para ele, as plataformas digitais funcionam como vitrine de trabalho, motivam alunos e ajudam a divulgar informações importantes, mas também alimentam expectativas impossíveis. “As pessoas são expostas a corpos perfeitos e editados, o que gera uma comparação constante e, muitas vezes, leva à desistência”, afirma. Jeferson reforça que o desenvolvimento de um corpo saudável exige tempo, consistência e paciência, elementos que não aparecem nos vídeos curtos de influenciadores. “Não adianta enganar as pessoas com promessas de resultados rápidos. Mudar hábitos de uma vida inteira leva tempo”, conclui.

Para Jeferson Gonçalves, cada aluno possui necessidades e objetivos que devem ser considerados durante o treinamento. Imagem: Arquivo Pessoal

O personal conta que percebe um aumento significativo de alunos que chegam com metas incompatíveis com a realidade, sem considerar que influenciadores têm rotinas de treino e trabalho completamente diferentes. Muitos acreditam que treinos curtos compensam anos de sedentarismo, mas Jeferson esclarece que o corpo precisa de meses de adaptação. Nos primeiros 45 dias, o organismo está apenas reconhecendo força, resistência e capacidade de recuperação. Resultados estéticos reais só começam a aparecer após cerca de seis meses de prática contínua. “As pessoas querem reverter anos de maus hábitos em dois meses. Não existe isso”, reforça.

Ele também alerta para a influência de desafios virais e treinos “milagrosos” que se espalham, principalmente na rede social TikTok. Segundo ele, esse tipo de conteúdo ignora a necessidade de treinos específicos para cada pessoa. “O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. A individualização do treino é fundamental”, destaca.

Quanto ao uso de suplementos e hormônios, Jeferson adota uma postura cautelosa. Embora reconheça benefícios quando utilizados com orientação, critica o uso indiscriminado. “A suplementação deve ser feita de maneira estratégica, de acordo com o objetivo individual. O que funciona para uma pessoa pode não ser a melhor opção para outra.” Ele destaca que muitos consomem substâncias sem saber se são adequadas à idade, saúde ou momento do treinamento. “Às vezes, a suplementação é direcionada ao momento errado. Por exemplo, uma pessoa mais velha poderia se beneficiar mais de creatina ou de um anti-inflamatório natural, ao invés de um pré-treino com cafeína, que pode ter efeitos colaterais”, explica Jeferson.

O universitário Eduardo Gomes usa suplementação há um ano e diz que a mudança foi nítida, principalmente na recuperação pós-treino. Segundo ele, a creatina teve um impacto direto no físico e no desempenho. Eduardo também treina com apoio de um personal trainer, que monta rotinas específicas para suas necessidades. Com isso, afirma que deixou de sentir dores no corpo e passou a render muito mais nas atividades físicas. “Ter acompanhamento foi a melhor escolha da minha vida. Recomendo para todo mundo”, destaca.

Para o personal trainer e gerente de academia, em Itaqui (RS), Fabiano Gomes, é fundamental que o profissional seja transparente e nunca engane o cliente.

Fabiano é personal trainer e afirma que as pessoas focam tanto nos resultados visuais que ignoram sinais de dor e exaustão.  Imagem: Arquivo Pessoal

Entre a busca por equilíbrio e a pressão do cotidiano

Segundo o Law Society Journal, existem quatro pilares que sustentam a saúde mental e o bem-estar integral: a mente e o equilíbrio emocional, o corpo e a saúde física, o espírito e a sensação de propósito e felicidade, além dos relacionamentos e da participação na comunidade. Juntos, esses elementos abrangem as principais dimensões da experiência humana e reconhecem o indivíduo como um “ser completo”, formado por múltiplas camadas que se influenciam mutuamente.

Cada um desses pilares levanta questões essenciais que pedem reflexão e, sobretudo, ação concreta em nosso cotidiano. Mesmo que não tenhamos respostas definitivas para todas elas, é possível afirmar que buscamos, como seres humanos, uma vida com menos dor e sofrimento, na qual possamos aproveitar plenamente a complexidade e a beleza da existência. A sociedade deseja usar o tempo da forma mais significativa possível, cultivando bem-estar e construindo uma vida que faça sentido. Apesar de especialistas apontarem que o bem-estar depende desses quatro pilares, o resultado é um cenário preocupante: muitas pessoas reconhecem a importância desses pontos, mas têm dificuldade em incorporá-los na rotina.

O ritmo acelerado da vida impede que a maioria das pessoas consiga dedicar tempo e atenção aos próprios fundamentos de bem-estar. As rotinas cada vez mais cheias, a pressão por produtividade e a constante sensação de urgência fazem com que até necessidades básicas, como descanso adequado, alimentação consciente ou momentos de conexão social, sejam deixadas em segundo plano.

Nesse cenário, mesmo quem compreende a importância de cuidar da mente, do corpo, do espírito e das relações encontra dificuldades reais para transformar esse conhecimento em hábito. A vida corrida cria um ambiente em que o autocuidado se torna mais uma tarefa a cumprir, e não um componente natural do dia a dia. Assim, o ideal de viver de forma plena e equilibrada acaba se chocando com as exigências de um cotidiano que não oferece tempo, espaço ou energia para que esse equilíbrio aconteça de fato.

A indústria do bem-estar virou um gigante que se alimenta das inseguranças e do cansaço coletivo. Entre aplicativos de meditação, treinos milagrosos e suplementos coloridos esse mercado se vende como resposta para praticamente tudo, estresse, foco, sono, humor, produtividade. Porém, por trás dessa estética de vida perfeita, existe uma lógica comercial poderosa, que transforma autocuidado em mercadoria e faz parecer que saúde é algo que você compra em frascos, não algo que se constrói com tempo, acesso e acompanhamento real.

Ao mesmo tempo, é um setor que cresce porque acerta na necessidade de sentir algum controle. Em meio à rotina acelerada, redes sociais e pressões estéticas, muita gente encontra nessas marcas uma sensação de pertencimento e promessa de mudança rápida. O problema é que esse discurso muitas vezes ignora ciência, exagera resultados e reforça padrões inalcançáveis. No fim, o desafio é distinguir quando estamos cuidando de nós mesmos, e quando só estamos alimentando uma máquina que lucra justamente com o nosso desejo de melhorar.

Reportagem produzida por Isadora Rodrigues e Thine Feistauer em Narrativa Multimídia, no 2º semestre de 2025, sob supervisão da professora Glaíse Bohrer Palma.

A Universidade Franciscana (UFN) realiza, entre os dias 27 e 29 de abril, a 4ª Mostra da Extensão. O evento tem como objetivo valorizar e dar visibilidade às ações extensionistas desenvolvidas por acadêmicos e professores, reforçando a relação entre universidade e comunidade. A temática deste ano é “Aprendizagem e serviço solidário”.

A Mostra se consolida como um espaço de troca de experiências e compartilhamento de conhecimento, evidenciando o papel da extensão universitária na formação dos estudantes por meio de práticas aplicadas e do contato com a comunidade.

As inscrições para participação seguem abertas até esta sexta-feira, dia 24 de abril, e são gratuitas para toda a comunidade. Os participantes inscritos recebem certificado de 20 horas de Atividades Complementares de Curso (ACC).

A programação conta com uma série de atividades ao longo dos três dias. Entre os destaques, está a exposição fotográfica dos projetos de extensão, que busca retratar, por meio de imagens, as experiências vividas pelos acadêmicos nos diferentes contextos de atuação. Também integra a programação o fórum de estudantes extensionistas, que contará com a participação de cinco egressos da Universidade, promovendo a troca de experiências e trajetórias.

Além disso, o evento inclui rodas temáticas por territórios, o painel “Experiência, aprendizagem e serviço solidário”, com o gerente de extensão universitária e aprendizagem-serviço da PUC/PR, Rodrigo de Andrade, e o consultor da Política de Extensão da UFN, Adriano Hertzog Vieira, e a mostra de vivências do PET-Saúde Equidade.

O curso de Jornalismo também participa da programação. No dia 29 de abril, das 14h às 18h, os acadêmicos apresentam o projeto “Entre Vozes e Olhares”, desenvolvido na disciplina de Comunicação Comunitária, ministrada pela professora Laura Fabrício. A iniciativa foi realizada junto à Escola Municipal de Ensino Fundamental Aracy Barreto, a partir de ações construídas pelos estudantes ao longo de dois semestres, com foco na aproximação entre universidade e comunidade escolar. Além disso, o curso também apresenta o projeto de extensão “Nave de Histórias”, um podcast inicialmente desenvolvido na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, sob orientação da professora Neli Mombelli.

Ao longo da quarta-feira, 29 de abril, também ocorre a mostra dos projetos integradores, projetos extensionistas e programas de extensão, ampliando a visibilidade das ações desenvolvidas na instituição.

A programação completa e mais informações sobre o evento podem ser acessadas no site da UFN.

Programação completa

27 de abril (segunda-feira)
• Abertura oficial da 4ª Mostra da Extensão
• Exposição fotográfica dos projetos de extensão
• Fórum dos estudantes extensionistas

28 de abril (terça-feira)
• Rodas temáticas por territórios
• Painel “Experiência, aprendizagem e serviço solidário”
• Mostra de vivências do PET-Saúde Equidade

29 de abril (quarta-feira)
• Mostra de projetos integradores, projetos extensionistas e programas de extensão
• Apresentações de projetos ao longo do dia
• Participação do curso de Jornalismo com o projeto “Entre Vozes e Olhares”, das 14h às 18h

Alice Bastos Neves falou sobre realização profissional, saúde e propósito de vida. Imagem: Vitória Maicá/Labfem

Ocorreu dos dias 22 a 26 de setembro de 2025, o Santa Maria Summit, na Gare da Estação Férrea em Santa Maria. O evento reuniu profissionais, acadêmicos, empresários e estudiosos dos principais setores da economia para imaginar o futuro da região através do desenvolvimento local, negócios e inovação.

Na quinta-feira, 25, o Santa Summit recebeu a jornalista esportiva da RBS TV, Alice Bastos Neves, para a palestra “Ressignifique-se: histórias para sua vida”. Durante o encontro, a comunicadora compartilhou sua trajetória profissional à frente do programa Globo Esporte e destacou os desafios enfrentados em sua vida pessoal. A comunicadora conta que, inicialmente, sonhava em ser bailarina, mas acabou redirecionando seus planos e se formou em Jornalismo pela PUCRS.

Natural de Pelotas, Alice destacou o papel fundamental da família em sua trajetória, carinhosamente chamada por ela de “os meus”. Mais do que a jornalista que aparece na televisão, ela se define como alguém que enfrenta e supera desafios ao lado das pessoas que ama. A apresentadora relata que uma das suas primeiras dificuldades surgiu ao descobrir a gravidez de seu filho Martin durante a cobertura da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Anos depois, ela refletiu sobre o quanto valeu a pena conciliar a gravidez com o trabalho. “Eu estava preparando o jantar para o Martin, um dia antes de viajar para Paris no ano passado, quando ele se aproximou do balcão e me disse para nunca parar de fazer o meu trabalho, porque ele amava o que eu fazia”, contou.

Apesar de ter participado de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo no Brasil (2014), Olimpíadas no Rio de Janeiro (2016), Mundial de Clubes (2017), Copa da Rússia (2018), Olimpíadas de Tóquio (2020), Copa do Mundo no Catar (2022) e Olimpíadas de Paris (2024), Alice destacou que a vida não é uma competição olímpica, mas sim uma jornada marcada por desafios e desequilíbrios. Ao receber o diagnóstico de câncer de mama enquanto se dedicava ao trabalho, ela revelou ter exercitado a resiliência. “Eu estava gravando uma paródia para o Globo Esporte, e apenas 30 segundos após receber a notícia, não pensei em nada, nem chorei, me mantive firme”, contou: “Só permiti a mim mesma chorar pela primeira vez durante uma ligação com toda a minha família, quando eles me disseram que iríamos enfrentar isso juntos.”. A jornalista relatou que enfrentou e superou o desafio com muita leveza: “Minha mãe raspou meu cabelo enquanto meu pai varria o chão e meu filho assistia. Depois, Martin me disse que queria dar um beijo na minha careca.”

A jornalista esportiva também contou sobre a quebra de barreiras como mulher em um ambiente majoritariamente masculino: “Quando entrei na área esportiva do Grupo RBS, eu era a única mulher. Hoje, somos várias, porque uma puxa a outra e sempre nos apoiamos.” A palestrante também reforçou sobre a importância de conhecer bem o público com quem se comunica diariamente: “Eu me reinvento a cada dia. Gosto de inovar, para manter a audiência viva. Às vezes, senhoras me param na rua para falar que não gostam de esporte, na verdade elas gostam de mim.” Alice ressaltou que a autenticidade, determinação e coragem são as chaves para qualquer vitória: “Estar no mesmo lugar não significa fazer sempre as mesmas coisas, precisamos transformar oportunidades em resultados.”

Ao final da palestra, a jornalista compartilhou um trecho de uma música que acompanha ela nos dias difíceis: “Eu ouvi muito durante meu tratamento. Ela diz que a coragem é o que mantém a mente sã, quando estamos a um passo de enlouquecer. É preciso coragem. A vida é muito boa e tem muita graça.”

O projeto desenvolve a igualdade de gênero e a inclusão das mulheres. Imagem: Isadora Rodrigues

Ocorreu no dia 24 de setembro o Nanocircuito “Promoção da Saúde do Cérebro com a Nanociência”, no Conjunto I da Universidade Franciscana. O evento é realizado pela Rede Nacional de Mulheres na Nanociência, que promove a inclusão de meninas, professoras, pesquisadoras e empreendedoras na área de Nanociências e Nanotecnologia, com o objetivo de capacitar e formar uma nova geração de cientistas e profissionais, especialmente nas áreas de Ciências Exatas, Engenharias e Computação.

Esta iniciativa está estabelecida e sustentada pela colaboração com centros de ensino, pesquisa e inovação de destaque acadêmico e científico nas diferentes regiões do Brasil e visa a distribuição e o acesso a oportunidades educacionais e de pesquisa, por meio de mentorias de pesquisadoras renomadas na área de Nanociência. A bolsista do projeto Helena Savio Gil, do segundo ano do Ensino Médio da Escola Cilon Rosa, comentou sobre sua participação no projeto: “Desde pequena gosto de ciências e pesquisas, aprendi muito e tenho vontade de seguir esse caminho nos laboratórios, quero seguir na rede acadêmica na área da saúde.” Helena ganhou medalha de Bronze na Olimpíada de Nanociências, que consiste em uma prova gratuita para testar os conhecimentos dos alunos de Ensino Fundamental e Médio. Segundo ela: “Faz toda a diferença, porque geralmente as mulheres na ciência não são valorizadas, fiquei emocionada quando ganhei a medalha, a prova era difícil, estudei e fiz simulados. Foi gratificante por ser minha primeira olimpíada.”

Maisa Ribeiro Gularte, do oitavo ano da Escola Padre Rafael Lop, ganhou medalha de honra ao mérito na Olimpíada: ” Foi algo surpreendente para mim, nunca tinha pensado em seguir nesta área e estou orgulhosa da minha coragem.” . O projeto Mulheres na Nanociência está alinhado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU (Organização das Nações Unidas) um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e garantir que as pessoas, em toda os lugares, possam desfrutar de paz e prosperidade.

Maria Eduarda Bortoluzzi, estudante do oitavo ano do Ensino Médio da Escola Padre Rafael Lop, conquistou a medalha de ouro na Olimpíada de Nanociência. Emocionada com o resultado, ela afirmou: “A medalha de ouro foi a melhor experiência que já tive, achei surpreendente e me senti muito corajosa.”

Durante o evento, as participantes foram questionadas sobre o legado que gostariam de deixar para as pessoas e qual superpoder relacionado à nanotecnologia desejariam ter. Entre as respostas, surgiram ideias como desenvolver prontuários de enfermagem, para tornar ágil e facilitar o sistema, além otimizar a prevenção por identificando a predisposição a doenças.

A  prática regular de exercícios físicos traz benefícios significativos para o corpo, mas o impacto que tem na saúde mental vem ganhando cada vez mais destaque. 

Para a saúde e a longevidade ativa, o fortalecimento das pernas é fundamental. Além disso, é um indicador útil para avaliar se alguém está se exercitando o suficiente para manter a mente em boa forma, garantir melhor mobilidade e resistência no dia a dia, proteger contra quedas — que são comuns em idosos — e ajudar a prevenir o envelhecimento cognitivo.

Os exercícios aeróbicos, como caminhar ou correr, aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro, melhorando sua oxigenação e nutrição, prevenindo quedas e fraturas e, segundo um estudo publicado no no British Journal of Sports Medicine no ano de 2024, reduzem em cerca de 35% o risco de desenvolver demência em pessoas que praticam atividades físicas regularmente, mesmo aquelas com histórico genético. 

Conheça mitos e verdades sobre retenção de líquidos. Foto: Uol Noticias

De acordo com Higor Caldato, psiquiatra especialista em psicoterapias e transtornos alimentares, em declaração ao G1, o exercício físico é um grande aliado no cuidado com a saúde mental e também no tratamento de transtornos emocionais. Ele sugere, ainda, que a prática pode contribuir para a melhora da memória em idosos saudáveis. 

Para Liodema Silveira, aposentada de 78 anos que pratica exercícios físicos regularmente, todas as atividades físicas são benéficas para a saúde, especialmente para o cérebro, pois a mente é uma importante aliada. Ela relata que há diversas formas de se exercitar: quem não gosta de musculação pode preferir pilates ou outras atividades mais dinâmicas. Liodema ressalta que não é apenas a prática de exercícios que contribui para a saúde; a alimentação e o bem-estar também são fundamentais para uma vida longa e saudável. 

Segundo dados da revista suíça Gerontology, exercícios moderados, que atinjam 70% da frequência cardíaca máxima, são essenciais para manter o cérebro saudável, pois garantem que o oxigênio e os nutrientes cheguem de maneira mais eficiente às áreas diretamente ligadas às emoções, auxiliando na formação de novos neurônios. 

  • Matéria produzida na disciplina de Narrativa Jornalística no 1º semestre de 2025, pelas acadêmicas de Jornalismo Andressa Rodrigues e Nathaly Penna. Supervisão professora Glaíse Bohrer Palma.

Reitora Iraní Rupolo na solenidade de abertura do evento. Imagem: Vitória Maicá Gervásio/LABFEM

Foi realizado de 6 a 8 de maio, a 9ª Jornada Internacional de Enfermagem, o 8º Simpósio de Enfermagem Brasil-Alemanha, e o 7º Seminário de Saúde Materno Infantil que contou com palestras, mesa redonda, atividades temáticas, apresentação de trabalhos científicos e premiações.

O evento teve participações de profissionais de oito países do mundo, incluindo Colômbia, Alemanha e Canadá que contribuíram com discussões sobre o tema “Empreendedorismo social e tecnologias inclusivas em Enfermagem e Saúde Materno-Infantil”. Além disso, a mestranda Aparecida dos Santos Bezerra, que atua na Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), participou da mesa-redonda e compartilhou as experiências das parteiras indígenas potiguaras da Paraíba.

Durante o primeiro dia da Jornada, foi lançado o livro “Enfermagem 70 anos: da FACEM à UFN”, em comemoração aos 70 anos do curso de Enfermagem da Universidade Franciscana. A obra apresenta a trajetória histórica da graduação e foi organizada pelas professoras Carla Lizandra de Lima Ferreira, Cláudia Zamberlan, Dirce Stein Backes e Juliana Silveira Colomé.

Segundo a coordenadora do programa de pós-graduação em Saúde Materno Infantil, Dirce Stein, o impacto foi principalmente no incentivo à internacionalização dos alunos que puderam mostrar seus produtos, pesquisas e trabalhos. De acordo com a coordenadora do evento, Juliana Colomé, a jornada trouxe um olhar para as necessidades mundiais da área da saúde discutidas no momento, aperfeiçoando as práticas e o referencial teórico da Universidade.

Colaboração: Maria Valenthine Feistauer

Enquanto opções com glúten dominam, quem busca alternativas sem glúten enfrenta dificuldades nos estabelecimentos. Imagem: Freepik

Nos últimos anos, a demanda por alimentos sem glúten tem crescido de forma significativa, impulsionada tanto por necessidades médicas, como doença celíaca e a intolerância ao glúten, quanto pela busca por uma alimentação mais saudável. No entanto, mesmo com o aumento, ainda é difícil encontrar opções mais acessíveis em restaurantes, supermercados e em outros estabelecimentos.

A falta de alternativas sem glúten reflete um desafio que vai além de simples preferências alimentares: trata-se de garantir o direito à alimentação para quem possui restrições. Além dos diagnósticos médicos, há também uma parte da população que escolhe dietas sem glúten em busca de benefícios à saúde, como a melhora na digestão e a redução de inflamações.

Apesar da demanda, que cresce cada vez mais, muitos estabelecimentos enfrentam dificuldades para se adaptar. Falta de conhecimento técnico, desafios logísticos e custos mais elevados estão entre os principais fatores. No entanto, aqueles que estão dispostos a investir em produtos sem glúten, não apenas ampliam seu público, mas também demonstram compromisso com a inclusão alimentar.

 Há também uma carência de informação e conscientização sobre a seriedade das restrições alimentares. Pessoas com doença celíaca, por exemplo, não podem correr o risco de contaminação cruzada e isso exige um cuidado desde o preparo até o armazenamento dos alimentos. Ainda assim, muitos lugares tratam essa questão como algo secundário, por considerá-la trabalhosa, o que pode colocar a saúde de clientes em risco.

A inclusão de alimentos sem glúten não é só uma questão de atender a um intuito, mas de reconhecer e respeitar as necessidades reais de uma parte da população. A mudança exige investimento, mas também empatia, responsabilidade e vontade de oferecer uma experiência alimentar mais justa e acessível para todos.

  • Artigo produzido na disciplina de Narrativa Jornalística no 1º semestre de 2025. Supervisão professora Glaíse Bohrer Palma.

A 9ª Jornada Internacional de Enfermagem, o 8º Simpósio de Enfermagem Brasil-Alemanha e o 7º Seminário em Saúde Materno-Infantil ocorrem de 06 a 08 de maio de 2025 na Universidade Franciscana (UFN). O objetivo principal é fortalecer o empreendedorismo social e fornecer a difusão de saberes em Enfermagem e Saúde Materno-Infantil. O evento contará com momentos culturais, mesa redonda, atividades temáticas, palestras e participações de profissionais do exterior, como Alemanha e Colômbia. As inscrições podem ser feitas até dia 2 de maio. A programação completa você confere aqui.

Um dos nomes presentes é o professor Dr. Andreas Büscher, que atualmente é Diretor Científico da Rede Alemã para o Desenvolvimento da Qualidade em Enfermagem (DNQP) e atua junto à Hochschule Osnabrück/Alemanha. Professor Büscher tem como foco de estudo o desenvolvimento da qualidade em enfermagem e a assistência de enfermagem ambulatorial. Ele recebeu da UFN, em 2019, o título de Doutor Honoris Causa graças ao seu trabalho de intercâmbios de conhecimentos e por promover o reconhecimento do cuidado em Enfermagem como um fenômeno de alcance global. No dia 6 de maio, o professor participará da Conferência de Abertura ‘Empreendedorismo social e tecnologias inclusivas em Enfermagem e Saúde Materno-Infantil’

Outra palestrante é a Dra. Angélica María Ospina, doutora em Enfermagem pela Universidade Nacional da Colômbia, mestre em Educação e especialista em Epidemiologia, além de experiência clínica em ginecologia e obstetrícia, cirurgia e serviços de reabilitação. Dra Maria Ospina é especialista em cuidados à mulher durante a gestação e o pós-parto. A profissional já esteve na UFN, quando foi na avalista na banca do Mestrado Profissional em Saúde Materno Infantil na Universidade. No evento, ela vai participar da mesa redonda ‘Saúde materno-infantil: possibilidades inovadoras e empreendedoras’, no dia 7 de maio.

Colaboração: acadêmica de Jornalismo Isadora Rodrigues