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Disciplina de Cinema do curso de Jornalismo promove sessões de filmes na UFN

A disciplina de Cinema do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana promove, entre os dias 17 e 26 de junho uma mostra de curtas-metragens com produções brasileiras e locais. A iniciativa busca oferecer à comunidade acadêmica um momento de pausa e reflexão em meio à rotina intensa de fim de semestre.

Na tarde da última terça (25), a Universidade Franciscana realizou a Aula Inaugural do 2º semestre com a presença do professor Ronaldo Mota no Salão de Atos do Conjunto 1 da Universidade. Com o tema: Práticas Didáticas Metacognitivas na era das Inteligências Artificiais, o momento proporcionou aos alunos, professores e funcionários novos conceitos dos métodos de atenção praticados durante os últimos anos, com a Inteligência Artificial sendo hoje parte auxiliar da educação. 

Na abertura do evento, a Pró-Reitora Acadêmica, Vanilde Bisognin, ressaltou que a UFN continua com o compromisso da promoção do conhecimento, com a pesquisa conectada à extensão e com a formação de pessoas capazes de transformar a realidade em que estão inseridas. Em sua fala, ela frisou o papel de cada professor, funcionário e técnico-administrativo como partes da instituição, assim como os estudantes. “Aos alunos e alunas, para vocês que existimos, sejam vocês calouros que estão iniciando a sua trajetória ou veteranos que estão dando continuidade a uma caminhada já iniciada, este lugar é de vocês”, aponta Vanilde.  

Pró-Reitora Acadêmica, Vanilde Bsigonin, abordou o papel dos professores na construção da Universidade Franciscana. Imagem: Laura Gomes/ASSECOM 


Novas tecnologias modificam o método, mas não a essência de ensinar. Foi com esta reflexão que o professor doutor em Física que hoje atua na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e integra a Cátedra de Inteligência Artificial, Ronaldo Mota, abordou o uso de novas inteligências artificiais, como o ChatGPT, o Claude e o Gemini, na educação em sala de aula. 

O professor apontou que, enquanto partes de uma sociedade, é preciso olhar para o passado com consciência e viver o presente com persistência diante dos novos desafios enfrentados. Na visão de Mota, o papel das instituições de ensino sofreu novas mudanças nos últimos anos devido às transformações tecnológicas. Hoje em dia a educação passou a valorizar, na sala de aula, os processos cognitivos que desenvolvem habilidades, permitindo que os alunos se tornem profissionais competentes, criativos, bem-sucedidos, satisfeitos e capazes de atuar em sociedade. 

Professor Ronaldo Mota destaca o papel das novas inteligências artificiais na educação. Foto: ASSECOM/UFN

“Essa transformação coloca em questão o próprio papel tradicional da escola. Se transmitir informações já não é suficiente, e se máquinas conseguem processar e armazenar grandes volumes de conhecimento com enorme velocidade, torna-se necessário repensar o que ensinar, como ensinar e quais competências devem ser desenvolvidas nos estudantes, destaca o professor.”

Para a professora do Curso de Publicidade e Propaganda, Ariadni Loose, a palestra do Dr. Ronaldo Mota auxilia na construção do pensar entre alunos e professores diante da presença constante da inteligência artificial que é uma realidade presente em sala. Mais do que tentar impedir ou controlar o uso dessas tecnologias, na visão de Ariadni, é necessário criar situações de aprendizagem que tornem o estudante um ser pensante desenvolvendo autonomia, pensamento crítico e a capacidade de tomar decisões conscientes quanto ao uso da IA. “Este debate reforça uma visão de ensino que considero fundamental quando o professor deixa de ser apenas aquele que transmite conteúdos, e passa a atuar como um mediador e provocador”, analisa a professora.

Palestra reuniu professores, alunos e funcionários da UFN no Conjunto I. Foto: ASSECOM/UFN

Por fim, Loose destaca que o diferencial da formação universitária não pode estar somente na capacidade de reprodução de informações, mas sim em formular boas perguntas, interpretar contextos, fazer escolhas, argumentar, criar e avaliar de maneira crítica.

Imagem: Site do Fenaj

Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), indicaram no dia 18 de agosto que a Corte volte a debater sobre a dispensa do diploma de jornalista para exercer a profissão.

Em 2009, o STF decidiu que não era necessário ter diploma de curso superior em Jornalismo para atuar na profissão. Durante o julgamento do Recurso Extraordinário 511.961, o plenário do STF decidiu, por 8 votos a 1, pela não aplicação da exigência prevista no Decreto-Lei 972/1969. O entendimento foi de que a norma não era compatível com a Constituição de 1988, especialmente com as garantias de liberdade de expressão, informação e imprensa.

O ministro Dino reforçou que respeita a decisão, mas afirmou que a não obrigatoriedade do diploma faz com que qualquer pessoa nas redes sociais se passem por “jornalistas”. Na sequência Alexandre de Moraes, concordou com a necessidade de rever essa decisão e defendeu a possibilidade de uma regulamentação da atividade. “Talvez seja realmente o momento de refletirmos, com uma regra de transição para aqueles que já exercem seriamente a profissão, mas, como qualquer outra profissão no Brasil, sobre uma regulamentação”, disse.

As declarações foram realizadas durante o julgamento na Primeira Turma, relacionado ao direito de resposta concedido a uma clínica médica em razão de reportagem veiculada pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.

Com os pronunciamentos, a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), promove nessa quarta-feira, 26 de agosto o Dia D de Diploma. O intuito é de que, nesta data, alunos, professores e jornalistas se manifestem nas mídias sociais exigindo a volta do Diploma, incentivando a importância dos ministros e deputados de reavaliar essa decisão.

O curso de Jornalismo da Universidade Franciscana apoia totalmente a decisão de rever essa exigência. O jornalista e cordenador do curso Iuri Lammel, destacou a relevância da valorização do diploma de Jornalimo. “A exigência do diploma é uma representação da importância da profissão para a sociedade. É uma forma de dizer que o jornalismo é tão importante para a democracia e para a sociedade que o país demanda que a pessoa responsável por este tipo de trabalho tem que estar minimamente preparada por um curso de graduação. Além de valorizar a formação e o tempo que os estudantes investem nos estudos.” afirma o professor.

Alunos que entraram para o curso recentemente se sentem mais motivados com a revisão da obrigatoriedade do diploma. Desde os primeiros semestres da faculdade, professores da UFN destacam a importância de ter responsabilidade ao transmitir informações. A graduanda do segundo semestre de Jornalismo Amanda Ripe reafirmou essa ideia: “Durante a graduação é muito comentado sobre a ética, chegagem, apuração dos fatos, essas são coisas indispensáveis que um diploma traz para um jornalista”.

A possível retomada da exigência do diploma reacende o debate sobre a importância da formação profissional no jornalismo. Para professores e estudantes, a graduação vai além da preparação para o mercado de trabalho: envolve ética, responsabilidade, apuração e compromisso com a informação. Enquanto o STF avalia a possibilidade de rever a decisão de 2009, a discussão reforça a busca pela valorização da profissão e pela qualidade do jornalismo produzido no país.

Quem faz Jornalismo sonha grande. No dia 11 de agosto os acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Francisacana (UFN), realizaram uma viagem a Porto Alegre para conhecer de perto diferentes veículos de comunicação e espaços culturais. A experiência reuniu aprendizado e novas perspectivas para o futuro profissional.

Nos estúdios da RBS TV os universitários conheceram os bastidores dos principais programas de televisão do estado e acompanham a preparação de um piloto com o repórter Bruno Marsilli. O momento funcionou como um teste para uma possível participação do jornalista no programa Globo Esporte, permitindo que a equipe avaliasse sua performace diante de situações inesperadas que podem acontecer durante a programação. A visita também contou com a presença da apresentadora Alice Bastos Neves, que conversou com os acadêmicos e compartilhou uma breve fala da sua trajetória profissional.

Em seguida, o grupo seguiu para a GZH Digital, onde conheceu a estrutura das redações da Gaúcha e da Atlântida. Durante o tour, os estudantes puderam observar como funciona a produção de conteúdo e conhecer um ambiente em que diferentes formatos de comunicação convivem no mesmo espaço. A visita também teve um momento de descontração com os participantes do programa Bola nas Costas.

Além das redações, os acadêmicos também conheceram um pouco mais da cultura do Rio Grande do Sul. A visita ao Mercado Público fez parte do tour, assim como a passagem pelo Farol Santander, pelo Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) e pelo Espaço de Cultura Mário Quintana.

Para finalizar a programação, os universitários participaram de uma visita técnica e de uma aula de produção de conteúdo na Agência de Conteúdo e Assessoria Padrinho, conduzida pelo jornalista André Roca. Durante o encontro, além de André, os jornalistas Gabriela Perufo, egressa do curso de Jornalismo da UFN, e Ken Kerr Dahcew apresentaram a atuação da agência e compartilharam com os acadêmicos os processos envolvidos na produção de conteúdo.

Para finalizar a programação, os universitários participaram de uma visita técnica e de uma aula de produção de conteúdo na Agência de Conteúdo e Assessoria Padrinho, conduzida pelo jornalista André Roca. Durante o encontro, os jornalistas Gabriela Perufo, egressa do curso de Jornalismo da UFN, e Ken Kerr Dahcew apresentaram a atuação da agência e compartilharam com os acadêmicos os processos de pranejamento e produção.

A viagem foi mais do que conhecer diferentes espaços da comunicação, foi uma oportunidade de entender melhor como é o dia a dia de quem trabalha na área. Em cada lugar, os acadêmicos puderam conhecer um pouco da rotina dos profissionais, ouvir suas experiências e enxergar diferentes caminhos dentro do Jornalismo. Estar nesses ambientes e conversar com quem já atua no mercado aproxima da prática. No fim, a viagem deixou aprendizados, novas referências e a certeza de que cada experiência ao longo da faculdade também faz parte da construção do futuro profissional.

Fotos: Thine Feistauer/ Labfem

Chapa Julieta Amaral estará à frente do DAJOR pelos próximos dois semestres.
Imagem: Isaac Brum Dias/Acadêmico de Jornalismo

Na última quarta-feira, dia 5 de agosto, o Diretório Acadêmico do curso de jornalismo (DAJOR) da Universidade Franciscana (UFN) elegeu a nova diretoria para os dois próximos semestres do curso. A escolha da nova chapa foi realizada por meio de votação no Comlab. A opção pelo grupo foi unanimidade entre os alunos que participaram da eleição, conquistando 20 votos.

A diretoria que assume o DAJOR é formada pelas acadêmicas Nathaly Penna (presidente), Isadora Rodrigues (vice-presidente), Maria Valenthine Feistauer (diretora de eventos e financeira) e Maria Eduarda Castro (diretora de comunicação) e pelos acadêmicos Nicolas Pacheco (vice-diretor de eventos e financeiro), Nicolas Krawczyk (vice-diretor de comunicação) e Enzo Martins (secretário estudantil). A chapa recebe o nome de Julieta Amaral, a fim de homenagear a primeira jornalista negra a apresentar um telejornal no Rio Grande do Sul. Julieta faleceu em outubro de 2024, em decorrência de um câncer severo no pâncreas.

A acadêmica do 6º semestre do curso de Jornalismo e presidente do DAJOR, Nathaly Penna, destacou que assumir a presidência do Diretório Acadêmico representa um desafio e uma grande responsabilidade diante das demandas da função. “Aceitei a função com o compromisso de dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo desenvolvido e de representar o curso da melhor forma possível. Nossa gestão pretende fortalecer ainda mais a integração entre os estudantes e o curso, promovendo atividades que contribuam para a vida acadêmica dos alunos”, afirma Nathaly.

De acordo com a acadêmica, a gestão manterá um diálogo próximo com os estudantes, ouvindo suas demandas e atuando como ponte entre os alunos e os professores. Ela ainda enfatizou que as iniciativas terão como objetivo contribuir para o fortalecimento do curso de Jornalismo.

Essa é a terceira chapa eleita pelo Diretório desde sua fundação. Criado em 2024, o DAJOR tem o intuito de fomentar espaços de integração e convívio interpessoal, bem como potencializar a identidade do curso e oportunizar experiências que possam agregar à trajetória acadêmica dos estudantes. O Diretório Acadêmico já promoveu múltiplas iniciativas, dentre elas, quatro acolhimentos aos calouros, o apoio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, uma visita aos estúdios do Grupo RBS em Santa Maria, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e duas Festas Juninas a fim de reunir os estudantes do curso.

Para este semestre, o Diretório está atuando junto aos professores para proporcionar aos estudantes do curso uma viagem técnica a Porto Alegre. Entre as atividades previstas está a visita aos estúdios do Grupo RBS da capital, estimulando a imersão em um universo de maior alcance no campo da comunicação.

Imagem: Ducker Grêmio

Se pararmos para refletir sobre o futebol atual do Grêmio, é impossível não perceber a falta de consistência, de identidade e até mesmo de raça dentro de campo. O clube que há poucos anos conquistava a América hoje vive uma realididade completamente diferente. Mas afinal, quando tudo começou?

Depois de 15 anos sem conquistar um título de expressão, o Grêmio voltou a elite em 2016, quando venceu a Copa do Brasil pela 5ª vez. Sob o comando do técnico Renato Portaluppi a conquista marcou o início de uma das fases mais vitoriosas da história do tricolor. Em 2017, o ápice do time gaúcho foi a conquista do tricampeonato da Libertadores da América, com um futebol que chamava atenção pela organização, intensidade e identidade. Era uma equipe que jogava junto, sabia o que fazia dentro de campo e passava confiança ao torcedor.

No ano seguinte, tudo indicava que o clube brigaria novamente por títulos expressivos. O Grêmio chegou à semifinal da Libertadores e venceu o River Plate por 1 a 0 no Monumental de Núñez, em Buenos Aires. A classificação épica parecia encaminhada. Mas a partida de volta na Arena mudou completamente a história. O tricolor começou ganhando, mas sofreu a virada nos minutos finais. O pênalti cometido por Bressan, após a revisão do VAR, eliminou o Grêmio e colocou o adversário na final da competição. Até hoje, muitos torcedores lembram daquela partida como um dos jogos mais dolorosos da história do clube e, por isso, talvez ali tenha começado a mudança.

Nos anos seguintes, o Grêmio ainda chegou longe em algumas competições mas já não apresentava o mesmo futebol envolvente dos anos anteriores. A equipe perdeu jogadores, perdeu força e a identidade construída entre 2016 e 2017 começou, aos poucos, a desaparecer.

Depois de uma sequência de más decisões, trocas de treinadores e um desempenho muito abaixo do esperado, o Grêmio foi rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro pela terceira vez. Para um clube que poucos anos antes era campeão da América, era difícil imaginar uma queda em um período de tempo tão curto.

Após conquistar o acesso em 2022, o Grêmio presenteou sua torcida na temporada seguinte com a chegada de Luis Suárez. O uruguaio foi o grande destaque de 2023 e recolocou o clube entre os protagonistas do futebol brasileiro. Apesar da boa campanha, o clube não conquistou nenhum título.

Nas últimas temporadas a instabilidade voltou a fazer parte da rotina da equipe. Talvez seja impossível apontar um único jogo ou uma única temporada como o início da queda. O que se percebe é que, ao longo dos últimos anos, o Grêmio foi perdendo a identidade. Hoje o clube vive um momento de instabilidade, marcado por mudanças constantes, resultados abaixo das expectativas e um cenário de incertezas. A eliminação na Copa Sul-Americana apenas reforçou a crise da equipe.

Mas agora, mais do que conquistar novos títulos, o maior desafio do Grêmio parece ser reencontar sua identidade e reconstruir um projeto capaz de recolocar o clube entre os protagonistas do futebol brasileiro.

Acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) participaram de uma visita técnica à sede da RBS Santa Maria, promovida pelo Diretório Acadêmico de Jornalismo (DAJOR). A atividade proporcionou uma imersão na rotina de uma redação e os aproximou dos bastidores da comunicação.

A turma pode acompanhar de perto a edição ao vivo do Jornal do Almoço, conhecer toda a dinâmica do switcher e observar a correria típica de um programa ao vivo, em que cada segundo importa e tudo precisa funcionar em sintonia para que a transmissão aconteça sem erros. Depois, os acadêmicos visitaram os estúdios das rádios Gaúcha e Atlântida, recentemente reformados, além da redação integrada da emissora. Durante a visita, ogrupo conversou com jornalistas, produtores, comunicadores e técnicos sobre os desafios da profissão, o mercado de trabalho e as experiências vividas no dia a dia da redação.

Entre os profissionais que receberam a turma estava o jornalista e radialista Lucas Amorim. Durante o bate-papo, relembrou que sua trajetória na RBS começou ainda na graduação. “Durante o curso de Jornalismo da UFN, comecei a fazer um freela aqui na RBS. Hoje estou completando quase 15 anos de trabalho. Essas visitas técnicas a veículos de imprensa têm muito a acrescentar na formação de vocês. Curtam e aproveitem ao máximo esses momentos.”

Para Andressa Rodrigues, do 5º semestre, conhecer a rotina da emissora de Santa Maria tornou a experiência ainda mais especial. “Já tínhamos conhecido outros estúdios, mas estar na RBS da nossa cidade nos permitiu entender o trabalho da redação com muito mais proximidade. Todos foram muito atenciosos e receptivos, e saímos da visita ainda mais encantados com o jornalismo.”

Nicolas Krawczyk, do 7º semestre, contou que voltar à emissora em um momento diferente da graduação mudou sua forma de enxergar a profissão.”Viemos aqui no segundo semestre da faculdade. Voltar agora, como formando, faz com que meu olhar e minha percepção sejam totalmente diferentes. Hoje consigo entender muito melhor o funcionamento dos bastidores, por meio da produção, das histórias e das curiosidades compartilhadas pelos profissionais.”

Outro momento destacado por Nicolas foi encontrar a colega Yasmin Zavarev, que atualmente estagia na RBS Santa Maria. Segundo ele, ver uma colega de curso atuando na emissora torna a experiência ainda mais inspiradora e mostra que o mercado de trabalho está mais próximo do que parece

A visita à RBS Santa Maria marcou o encerramento das ações da atual gestão do DAJOR. No próximo semestre, os estudantes terão uma nova oportunidade de vivenciar os bastidores da comunicação durante uma viagem técnica a Porto Alegre. Entre as atividades previstas está a visita à RBS TV da capital, ampliando o contato com diferentes realidades e rotinas do jornalismo gaúcho.

Imagens: Thine Feistauer/Labfem

Alunos da EMEF Castro Alves dão voz a personagens e vivenciam a experiência da contação de histórias na Rádio Web UFN.

Na terça e quarta-feira, 23 e 24 de junho, o projeto de extensão Nave de Histórias, da Universidade Franciscana (UFN), promoveu a gravação de narrativas criadas por estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Castro Alves. O conteúdo produzido fará parte das atividades desenvolvidas pelo projeto durante a Feira do Livro de Santa Maria.

A Nave de Histórias é uma iniciativa que reúne os cursos de Jornalismo, Desing, Letras e Pedagogia da Universidade Franciscana (UFN). Criado em 2024, o projeto tem como proposta produzir narrativas infantis em áudio, estimulando a imaginação dos ouvintes por meio de experiências e sensações sonoras. Em edições anteriores, foram desenvolvidos podcasts inspirados em obras de literatura infantojuvenil de autores santa-marienses.

Nesta edição, as crianças da escola tiveram a oportunidade de criar histórias, dar voz aos personagens dos contos fictícios e vivenciar a experiência de gravação no laboratório da Rádio Web UFN.

Crianças em dia de gravação, com professoras e monitora.

A professora Neli Mombelli, coordenadora do projeto, destaca que a experiência de gravar as próprias histórias permite aos estudantes dar vida à imaginação e ampliar horizontes. “É muito instigante para eles, porque quem criou a história agora pode dar vida a ela, junto com os colegas que ajudam a interpretar os personagens. Além disso, eles conhecem como funciona todo um processo de produção, o que também é um letramento midiático. A imaginação é o pontapé para qualquer coisa na nossa vida. Para sonhar, a gente precisa imaginar”, destaca ela.

Para a coordenadora pedagógica da escola, Naldivana Bavaresco, a parceria entre escola e universidade é fundamental para ampliar as oportunidades de aprendizagem. Ela ressalta que os projetos de extensão fortalecem essa troca e proporcionam experiências marcantes para os estudantes. “Eles ficaram extremamente motivados. Foi uma experiência que com certeza nunca vão esquecer”.

A monitora do projeto, Luiza Fantinel, destacou o envolvimento e a dedicação das crianças ao longo das atividades. Segundo ela, o entusiasmo dos estudantes foi essencial para o desenvolvimento do trabalho e ficou evidente na evolução durante as oficinas realizadas na escola e a gravação no estúdio. “Eles se disponibilizaram a aprender e treinaram bastante. Foi muito bonito perceber o desenvolvimento deles, desde as oficinas na escola até a gravação no estúdio”, relata Luiza.

O projeto Nave de Histórias segue ampliando seu alcance e estará presente na 53ª Feira do Livro de Santa Maria, de 7 a 22 de agosto de 2026. Os áudios das histórias também poderão ser ouvidos em breve na plataforma Spotify.

Fotos: Nelson Bofill/Labfem e Vinícius Gomes/Labfem

Estudantes realizam o Vestibular de Inverno 2026 da UFN. Foto: Thine Feistauer/Labfem

O Vestibular de Inverno 2026 da Universidade Franciscana (UFN) foi realizado no dia 22 de Junho, segunda-feira. Cerca de 800 candidatos participaram desta edição do processo seletivo para disputar vagas na instituição. As provas dos 30 cursos foram realizadas no Conjunto III.

Os canditados começaram a chegar ao local das provas por volta do meio-dia, acompanhados por pais, familiares, amigos e professores de cursinhos pré-vestibulares. Além de estudantes residentes de Santa Maria, o Vestibular reuniu participantes de diversas cidades do Rio Grande do Sul. Nesta edição, os cursos com maior procura foram Medicina, Direito, Psicologia, Fisioterapia, Odontologia e Biomedicina.

Entre os candidatos que chegaram cedo para a prova estava Eduardo Taffarel, de São Luiz Gonzaga, que concorre a uma vaga no curso de Medicina. Morando em Santa Maria há três anos para se dedicar exclusivamente aos estudos, ele demonstrou confiança antes do início da avaliação. “O preparo do curso pré-vestibular foi muito eficiente e me deu tranquilidade para resolver as questões. Estou confiante e tranquilo, e acho que eu e os demais alunos vamos fazer uma boa prova hoje”, afirmou.

Canditados aguardam abertura das salas de aula. Foto: Thine Feistauer/Labfem

As provas para todos os cursos tiveram início às 13h30. A prova para Medicina contou com 50 questões de múltipla escolha, além de uma redação em que os candidatos deveriam responder aos questionamentos: “Quais são os principais desafios para a efetivação do direito à moradia no Brasil? E quais medidas podem ser adotadas para garantir condições dignas de habitação à população?”.

Para os candidatos dos outros cursos, foi proposta uma redação sobre o tema “Qual é o papel da sociedade, do Estado e dos indivíduos na promoção do respeito e da proteção animal? E de que forma pode ser solucionada a questão das redes digitais de crueldade contra animais no Brasil?”.

Durante a realização das provas do Vestibular de Inverno 2026, a Universidade promoveu a tradicional coletiva de imprensa com a reitora, Irmã Iraní Rupolo, vice-reitora e pró-reitores, proporcionando um espaço para esclarecimentos sobre o processo seletivo e apresentação das perspectivas para o próximo semestre acadêmico.

No encontro, foi destacada a importância do vestibular como porta de entrada para novos estudantes e o compromisso institucional com a qualidade do ensino. A Reitora ressaltou os princípios que orientam a Universidade e seu papel na formação de futuros profissionais comprometidos: “Queremos que todos os bons estudantes, em qualquer curso, possam estar aqui na Universidade Franciscana, que é uma Universidade que prima por valores, por bom ensino, qualidade de trabalho e boa formação em todas as profissões.”, afirmou.

Coletiva de imprensa com a reitora, Irmã Iraní Rupolo, vice-reitora e pró-reitores. Foto: Vinicius Gomes/LabFem

Após o fim das provas, a candidata Beatriz Morales comentou sobre o tema da redação. Segundo ela, o assunto dialogava com acontecimentos recentes. “O tema foi sobre os maus-tratos aos animais e os impactos das redes sociais nesses casos. Achei interessante por ser algo recente, mas a segunda pergunta foi um pouco confusa, principalmente na parte que discutia se as redes sociais ajudam ou atrapalham”, avaliou a candidata.

Gabarito

O gabarito definitivo será divulgado no dia 24 de Junho e o resultado dos classificados em todos os cursos será disponibilizado para consulta presencial em 29 de junho às 15h no hall do prédio 15, do Conjunto III e 16h publicada no site da UFN. Neste mesmo dia, também poderá ser consultado o desempenho individual.

Matrícula

Os candidatos aprovados no curso de Medicina devem realizar a matrícula presencialmente nos dias 30 de junho e 1º de julho, das 8h às 17h30, na Central de Atendimento da Universidade Franciscana, localizada na Rua dos Andradas, 1614.

Para os aprovados nos demais cursos, a matrícula poderá ser feita de forma digital, por meio do portal do aluno (Minha UFN), entre os dias 30 de junho e 3 de julho, das 8h às 17h30, ou presencialmente na Central de Atendimento da universidade, no mesmo período, das 8h30 às 19h. Excepcionalmente no dia 3 de julho, o atendimento presencial será realizado das 8h30 às 13h.

Já os candidatos suplentes poderão ser convocados para a chamada oral, marcada para o dia 6 de julho, às 14h, no Salão de Atos do Conjunto I da Universidade, na Rua dos Andradas, 1614.

Fotos: Thine Feistauer/Labfem e Nelson Bofill/Labfem.

Quando a FIFA anunciou que a Copa do Mundo de 2026 seria disputada em Estados Unidos, México e Canadá, a escolha foi apresentada como um símbolo de integração. A primeira edição com 48 seleções prometia ampliar a diversidade do torneio e aproximar ainda mais diferentes culturas por meio do futebol. Em discursos oficiais, o presidente da entidade, Gianni Infantino, reforçou repetidamente a ideia de que todos seriam bem-vindos. A Copa seria uma celebração global.

Abertura da Copa do Mundo 2026, no estádio Asteka, no México. Créditos: Rodrigo OROPEZA/AFP

No entanto, poucos dias após o início da competição, a realidade parece desafiar essa narrativa.

As manchetes que marcaram a abertura do Mundial não foram apenas sobre gols, estádios lotados ou favoritos ao título. Antes mesmo de a bola rolar, a Copa passou a ser associada a revistas em aeroportos, problemas migratórios, vistos negados, delegações submetidas a procedimentos rigorosos de segurança e profissionais impedidos de entrar no país-sede. Mais do que episódios isolados, esses acontecimentos revelam uma questão maior: até que ponto a FIFA consegue sustentar seu discurso de neutralidade e inclusão quando o torneio está inserido em um contexto político marcado por conflitos, desigualdades e disputas internacionais?

A situação mais emblemática envolve o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan. Escolhido pela FIFA para integrar o quadro de arbitragem da Copa, Artan faria história ao se tornar o primeiro árbitro da Somália a participar de um Mundial. Apesar de possuir visto válido e credenciamento oficial, foi impedido de entrar nos Estados Unidos ao desembarcar em Miami. O árbitro relatou ter passado horas sob interrogatório antes de ser deportado. Dias depois, a UEFA anunciou sua escalação para a Supercopa da Europa, um dos principais eventos do calendário continental.

O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que havia sido escalado para apitar partidas na Copa do Mundo da FIFA de 2026, mas foi impedido de entrar nos Estados Unidos, foi recebido ao chegar ao Aeroporto Internacional Aden Abdulle Osman, em Mogadíscio, Somália, em 10 de junho de 2026. Foto: REUTERS/Feisal Omar

O episódio levanta uma pergunta difícil de ignorar, se Artan era qualificado o suficiente para ser selecionado pela FIFA e, posteriormente pela UEFA, por que não pode entrar no país que sediava a Copa do Mundo? A resposta oficial permanece vaga, mas o caso tornou-se símbolo de um problema mais amplo. A nacionalidade do árbitro pareceu pesar mais do que sua trajetória profissional.

O mesmo sentimento apareceu em outros episódios. A seleção de Senegal foi submetida a uma revista detalhada ainda na pista do aeroporto ao chegar aos Estados Unidos. A delegação do Uzbequistão passou por procedimentos de segurança envolvendo cães farejadores e inspeções rigorosas. Integrantes da seleção iraniana enfrentaram dificuldades relacionadas à emissão de vistos, obrigando a equipe a alterar parte de sua preparação. A jornalista Karine Alves, da Globo, relatou ter sido submetida a uma abordagem constrangedora durante sua entrada no país.

Separadamente, cada situação pode ser explicada como consequência de protocolos migratórios ou medidas de segurança. Juntas, entretanto, elas formam um padrão difícil de ignorar. Os casos mais repercutidos envolvem justamente representantes de países africanos, asiáticos ou nações que mantêm relações políticas tensas com os Estados Unidos.

É nesse ponto que a discussão ultrapassa o esporte.

O historiador Eric Hobsbawm afirmava que poucas atividades conseguem representar tão bem as identidades nacionais quanto o esporte. A Copa do Mundo, em especial, sempre foi mais do que uma competição de futebol. Ela funciona como uma vitrine política, econômica e cultural dos países envolvidos. Os governos sabem disso. A FIFA sabe disso. Os torcedores sabem disso.

Por essa razão, a ideia de que o futebol está completamente separado da política nunca passou de uma ideia conveniente.

A própria história da Copa confirma essa percepção. O Mundial de 1978 foi disputado sob a ditadura militar argentina. A edição de 2018 ocorreu na Rússia em meio a críticas internacionais ao governo de Vladimir Putin. A Copa de 2022 foi marcada pelos debates sobre direitos humanos no Catar. Em todas essas ocasiões, a FIFA insistiu em defender a neutralidade do esporte. No entanto, os acontecimentos recentes mostram que essa neutralidade tem limites bastante definidos.

A comparação com a Rússia ajuda a entender essa contradição.

Após a invasão da Ucrânia, FIFA e UEFA suspenderam rapidamente seleções e clubes russos das competições internacionais. A decisão foi apresentada como uma resposta necessária diante de um conflito militar de grandes proporções. Independentemente da avaliação sobre a medida, ela demonstrou que as entidades esportivas estão dispostas a tomar decisões políticas quando consideram apropriado.

O problema surge quando observamos que esse princípio não parece ser aplicado de maneira uniforme.

Enquanto a Rússia permanece afastada do futebol internacional, os Estados Unidos seguem ocupando o centro do maior evento esportivo do planeta, mesmo estando envolvidos em operações militares recentes e em conflitos diplomáticos que afetam diretamente algumas das seleções participantes do torneio. O caso do Irã é o exemplo mais evidente. A equipe chegou à Copa enfrentando dificuldades burocráticas justamente em um momento de agravamento das tensões entre os dois países.

A questão não é defender que os Estados Unidos sejam excluídos da competição ou propor uma equivalência entre situações históricas diferentes. O ponto central é outro, se a FIFA afirma que determinados comportamentos justificam sanções esportivas, quais são exatamente os critérios utilizados? E por que eles parecem variar de acordo com o peso político e econômico dos envolvidos?

Essas perguntas tornam-se ainda mais relevantes quando observamos a relação cada vez mais próxima entre a FIFA e o governo norte-americano. Nos últimos meses, Gianni Infantino intensificou sua presença em eventos oficiais relacionados à Copa ao lado de autoridades dos Estados Unidos. Em dezembro de 2025, Donald Trump recebeu o primeiro FIFA Peace Prize, criado pela entidade para reconhecer iniciativas ligadas à promoção da paz.

Donald Trump recebe de Gianni Infantino o Prêmio da Paz da Fifa. Créditos: REUTERS/Mandel Ngan

O episódio chamou atenção porque ocorreu justamente em um período marcado por guerras, crises diplomáticas e questionamentos sobre a atuação internacional dos próprios Estados Unidos. Mais uma vez, a FIFA demonstrou que sua relação com a política é menos distante do que costuma admitir.

Talvez seja justamente essa a principal lição dos primeiros dias da Copa de 2026.

Eduardo Galeano escreveu, em Futebol ao Sol e à Sombra, que o futebol é capaz de revelar as grandezas e as misérias do mundo que o cerca. A frase ajuda a compreender o que estamos vendo. A Copa não criou as desigualdades, as fronteiras seletivas ou as tensões geopolíticas que marcam o cenário internacional. Mas ela as tornou visíveis.

Enquanto a FIFA promove um discurso de integração global, a experiência de diferentes participantes mostra que nem todos atravessam as mesmas portas. Alguns chegam recebidos por torcedores e festas populares. Outros enfrentam interrogatórios, dificuldades burocráticas e suspeitas antes mesmo de entrar em campo.

A Copa do Mundo continua sendo um dos maiores encontros culturais do planeta. Mas os acontecimentos das últimas semanas demonstram que esse encontro não ocorre em condições iguais para todos. E talvez seja justamente aí que esteja o maior desafio da FIFA.

Mais do que organizar jogos, estádios e transmissões, a entidade precisa responder a uma pergunta que os episódios recentes tornaram inevitável, até que ponto é possível defender uma Copa para todos quando as barreiras que separam os participantes continuam sendo tão diferentes?

Porque, no fim das contas, o problema não está apenas nas fronteiras dos Estados Unidos.

Está nos limites da própria neutralidade que a FIFA insiste em defender.

Imagem: divulgação.

A disciplina de Cinema do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana promove, entre os dias 17 e 26 de junho uma mostra de curtas-metragens com produções brasileiras e locais, com supervisão da professora Neli Mombelli. A iniciativa busca oferecer à comunidade acadêmica um momento de pausa e reflexão em meio à rotina intensa de fim de semestre.

As sessões ocorrem na sala 108 do prédio 16 e são organizadas pelos alunos da disciplina, que também apresentarão os filmes ao público. Depois de cada exibição, haverá um breve bate-papo para compartilhar reflexões e discutir os temas abordados pelas obras, que tratam de questões como identidade, memória, infância, diversidade, cultura e transformações sociais.

A iniciativa também marca as comemorações do Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 19 de junho. A participação é aberta à comunidade acadêmica, com emissão de duas horas de ACC para cada sessão assistida.

Confira a programação:

17/06 – Quarta-feira – Das 17h30 às 18h15

Os tiranos, de Marcos Marguilês  

Brasil, 1951, 7’, animação.

As misérias perpetradas por três tiranos que chegam à cidade de Beauvais, no tempo das lutas religiosas na França e o consequente medo dos habitantes da vila, contados através do quadro do pintor francês Antoine Caron (1520-1598). Primeiro filme produzido pelo MASP, um documentário em table-top realizado por professores e alunos do Seminário de Cinema, um dos primeiros cursos de cinema do país. 


Esporas, de Marcos Oliveira.

Brasil, 2021, 9’, videodança

É um trabalho de videodança que aborda a manutenção das masculinidades no contexto da cultura tradicional gaúcha.
Das 20h às 20h30.

Um vestido para ver a mamãe, de Karen Suzane

Brasil, 2020, 13’, ficção
Narra a jornada de Márcia que, aos nove anos, enfrenta a ausência de sua mãe durante uma infecção viral que atinge sua família em 1972. O filme, um drama com toques surrealistas, explora a força e a fé de sua mãe, além da resistência feminina. Márcia lida com as responsabilidades domésticas e o cuidado dos irmãos. A história aborda temas como infância, saudade e desigualdade de gênero, culminando em uma reviravolta que traz um raio de felicidade à protagonista. 

24/06 Quarta-feira – Das 17h30 às 18h

Eu queria ser um monstro, de Marcelo Fabri Marão.

Brasil, 2009, 8’, animação

A transformação do ponto de vista de um garoto, que sonha em ser um monstro para enfrentar uma rotina diária.


A diferença entre mongóis e mongoloides, Jonatas Rupert (2021)

Brasil, 2021, 4’, animação
Alguns humanos nascem com um conjunto de características variáveis, que eles chamam de síndrome de Down. Um disco voador, dinossauros e cegonhas nos ajudam a tentar entender o que é e qual a diferença entre tê-lo ou não.


26/06 Sexta-feira – Das 17h30  às 18h15

Nova Santa Marta: cidade de lona, de Paulo Tavares

Brasil, 2021, 34’, documentário

Bruno Martins, 30 anos, a partir de um achado na estante de casa, procura organizar e conhecer as histórias e as memórias do Bairro Nova Santa Marta, a maior ocupação urbana organizada da América Latina.