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Professor Fausto Neto está entre os finalistas do Prêmio Jabuti

"Midiatização da Ciência: cenários, desafios, possibilidades" concorre a 55ª edição do Prêmio Jabuti.

O livro “Midiatização da ciência: cenários, desafios, possibilidades” concorre à 55ª edição do Prêmio Jabuti, prêmio que reconhece e destaca os melhores livros do Brasil. A obra organizada pelo professor Antônio Fausto Neto, professor no Centro Universitário Franciscano e na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos),  reúne trabalhos de  pesquisadores, cientistas e comunicólogos do Brasil. Neste ano, o Prêmio Jabuti premiará as melhores obras em 27 categorias, entre elas a de Comunicação, na qual concorre o livro.

Pesquisador de midiatização da ciência há bastante tempo, Fausto Neto desenvolveu um projeto de um seminário sobre o tema e enviou ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), que aprovou e financiou o seminário. Esse foi realizado em 2010, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, na Unisinos, e reuniu pesquisadores do norte ao sul do país.

O seminário gerou um relatório com as discussões sobre os trabalhos apresentados. Os relatos tratam sobre a contribuição que as mídias prestam ao aprimoramento da compreensão e ao compartilhamento da ciência enquanto atividade social. O professor Fausto esclareceu que midiatização da ciência é reconhecer que a ciência não é uma atividade que está apenas nos laboratórios e que é necessário encontrar fórmulas para que os pesquisadores possam compartilhar dos seus dados com a sociedade.

Antonio Fausto Neto concorre ao Prêmio Jabuti na categoria Comunicação.Foto: arquivo Argex

O professor organizou e ofereceu os relatos à Editora da Universidade Federal da Paraíba (EDUEPB) que publicou o livro. Para o responsável pela editora, Cidoval Sousa, não há no mercado coletânea mais completa. “Pelo menos cinco fatores estimularam a EDUEPB a publicar o livro Midiatização da Ciência: o rigor acadêmico da organização e da seleção dos textos, o caráter inovador da obra, a representatividade acadêmica de seu organizador e equipe, a possibilidade de abrir mercado editorial para um tema pouco explorado e a oportunidade que tivemos de agendar discussões e experiências sobre a dinâmica do fazer científico a partir do olhar da mídia”, argumentou.

 Ao tratar da participação no Prêmio Jabuti, o professor Fausto afirmou que vai fazer disso mais um estímulo do que fonte de vaidade. “Eu creio que todo o pesquisador que vê o reconhecimento do seu trabalho se sente estimulado a prosseguir. Esses prêmios nos investem de maior responsabilidade, por um lado porque reconhece a singularidade do trabalho desses colegas e, por outro, por nos impor mais exigências, no sentido de aprimorar os processos”, assegurou.

A lista dos vencedores será divulgada no dia 17 de outubro, no site do Prêmio Jabuti.

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Uma resposta

  1. Parabéns ao professor Fausto por estar concorrendo para um prêmio tão importante!

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"Midiatização da Ciência: cenários, desafios, possibilidades" concorre a 55ª edição do Prêmio Jabuti.

O livro “Midiatização da ciência: cenários, desafios, possibilidades” concorre à 55ª edição do Prêmio Jabuti, prêmio que reconhece e destaca os melhores livros do Brasil. A obra organizada pelo professor Antônio Fausto Neto, professor no Centro Universitário Franciscano e na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos),  reúne trabalhos de  pesquisadores, cientistas e comunicólogos do Brasil. Neste ano, o Prêmio Jabuti premiará as melhores obras em 27 categorias, entre elas a de Comunicação, na qual concorre o livro.

Pesquisador de midiatização da ciência há bastante tempo, Fausto Neto desenvolveu um projeto de um seminário sobre o tema e enviou ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), que aprovou e financiou o seminário. Esse foi realizado em 2010, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, na Unisinos, e reuniu pesquisadores do norte ao sul do país.

O seminário gerou um relatório com as discussões sobre os trabalhos apresentados. Os relatos tratam sobre a contribuição que as mídias prestam ao aprimoramento da compreensão e ao compartilhamento da ciência enquanto atividade social. O professor Fausto esclareceu que midiatização da ciência é reconhecer que a ciência não é uma atividade que está apenas nos laboratórios e que é necessário encontrar fórmulas para que os pesquisadores possam compartilhar dos seus dados com a sociedade.

Antonio Fausto Neto concorre ao Prêmio Jabuti na categoria Comunicação.Foto: arquivo Argex

O professor organizou e ofereceu os relatos à Editora da Universidade Federal da Paraíba (EDUEPB) que publicou o livro. Para o responsável pela editora, Cidoval Sousa, não há no mercado coletânea mais completa. “Pelo menos cinco fatores estimularam a EDUEPB a publicar o livro Midiatização da Ciência: o rigor acadêmico da organização e da seleção dos textos, o caráter inovador da obra, a representatividade acadêmica de seu organizador e equipe, a possibilidade de abrir mercado editorial para um tema pouco explorado e a oportunidade que tivemos de agendar discussões e experiências sobre a dinâmica do fazer científico a partir do olhar da mídia”, argumentou.

 Ao tratar da participação no Prêmio Jabuti, o professor Fausto afirmou que vai fazer disso mais um estímulo do que fonte de vaidade. “Eu creio que todo o pesquisador que vê o reconhecimento do seu trabalho se sente estimulado a prosseguir. Esses prêmios nos investem de maior responsabilidade, por um lado porque reconhece a singularidade do trabalho desses colegas e, por outro, por nos impor mais exigências, no sentido de aprimorar os processos”, assegurou.

A lista dos vencedores será divulgada no dia 17 de outubro, no site do Prêmio Jabuti.