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Isaac Dias

Chapa Julieta Amaral estará à frente do DAJOR pelos próximos dois semestres.
Imagem: Isaac Brum Dias/Acadêmico de Jornalismo

Na última quarta-feira, dia 5 de agosto, o Diretório Acadêmico do curso de jornalismo (DAJOR) da Universidade Franciscana (UFN) elegeu a nova diretoria para os dois próximos semestres do curso. A escolha da nova chapa foi realizada por meio de votação no Comlab. A opção pelo grupo foi unanimidade entre os alunos que participaram da eleição, conquistando 20 votos.

A diretoria que assume o DAJOR é formada pelas acadêmicas Nathaly Penna (presidente), Isadora Rodrigues (vice-presidente), Maria Valenthine Feistauer (diretora de eventos e financeira) e Maria Eduarda Castro (diretora de comunicação) e pelos acadêmicos Nicolas Pacheco (vice-diretor de eventos e financeiro), Nicolas Krawczyk (vice-diretor de comunicação) e Enzo Martins (secretário estudantil). A chapa recebe o nome de Julieta Amaral, a fim de homenagear a primeira jornalista negra a apresentar um telejornal no Rio Grande do Sul. Julieta faleceu em outubro de 2024, em decorrência de um câncer severo no pâncreas.

A acadêmica do 6º semestre do curso de Jornalismo e presidente do DAJOR, Nathaly Penna, destacou que assumir a presidência do Diretório Acadêmico representa um desafio e uma grande responsabilidade diante das demandas da função. “Aceitei a função com o compromisso de dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo desenvolvido e de representar o curso da melhor forma possível. Nossa gestão pretende fortalecer ainda mais a integração entre os estudantes e o curso, promovendo atividades que contribuam para a vida acadêmica dos alunos”, afirma Nathaly.

De acordo com a acadêmica, a gestão manterá um diálogo próximo com os estudantes, ouvindo suas demandas e atuando como ponte entre os alunos e os professores. Ela ainda enfatizou que as iniciativas terão como objetivo contribuir para o fortalecimento do curso de Jornalismo.

Essa é a terceira chapa eleita pelo Diretório desde sua fundação. Criado em 2024, o DAJOR tem o intuito de fomentar espaços de integração e convívio interpessoal, bem como potencializar a identidade do curso e oportunizar experiências que possam agregar à trajetória acadêmica dos estudantes. O Diretório Acadêmico já promoveu múltiplas iniciativas, dentre elas, quatro acolhimentos aos calouros, o apoio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, uma visita aos estúdios do Grupo RBS em Santa Maria, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e duas Festas Juninas a fim de reunir os estudantes do curso.

Para este semestre, o Diretório está atuando junto aos professores para proporcionar aos estudantes do curso uma viagem técnica a Porto Alegre. Entre as atividades previstas está a visita aos estúdios do Grupo RBS da capital, estimulando a imersão em um universo de maior alcance no campo da comunicação.

Acadêmicas de jornalismo Isadora, Hananda, Melissa e Luiza ingressaram no curso neste 2°semestre de 2026 .
Imagem: Luiza Silveira/Labfem

Na última terça-feira, dia 28 de julho, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) realizou uma acolhida aos novos acadêmicos. O encontro foi organizado pelo Diretório Acadêmico do curso de Jornalismo (DAJOR) e docentes do curso.

Na oportunidade, o professor e coordenador do curso, Iuri Lammel, apresentou o curso e as datas importantes referentes ao 2º semestre de 2026 aos estudantes. Em especial, a apresentação foi direcionada às alunas Melissa Saraiva, Hananda Ziegler, Luiza Miranda e Isadora Teixeira, que ingressaram no curso neste semestre.

As calouras também tiveram a oportunidade de interagir com os alunos veteranos e conhecer os professores e técnicos. Na sequência, ocorreu a tradicional pintura de rostos, momento muito aguardado pelos calouros que simboliza a entrada no meio acadêmico, além de um lanche coletivo.

A noite ainda reservou mais atrativos. As estudantes recém chegadas puderam conhecer os laboratórios do curso, que incluem Produção Audiovisual (LABSEIS), Fotografia e Memória (LABFEM), Mídia Sonora (Rádio Web UFN) e Mídia impressa e digital (Agência Central Sul de Notícias), onde puderam observar o aparato técnico utilizado para atividades e suas características.

A acadêmica do 6°semestre de jornalismo e vice-diretora de comunicação do DAJOR, Nathaly Penna, destacou que a recepção aos calouros tem o intuito de tornar o ingresso na universidade mais acolhedor, fortalecer a integração entre os estudantes e favorecer a adaptação dos novos alunos à rotina acadêmica. “Acreditamos que entrar na universidade é um momento de muitas dúvidas e expectativas. Por isso, o acolhimento mostra aos calouros que não estão sozinhos, aproxima-os do curso e os faz sentir parte da comunidade acadêmica desde o primeiro dia. O Diretório representa os alunos, fortalece o diálogo com os professores e promove atividades que complementam a formação acadêmica”, afirma Nathaly

A acadêmica do 1° semestre do curso de Jornalismo, Isadora Teixeira, comentou que a recepção foi ótima e que todos os colegas e professores foram muito receptivos e gentis. Ela ressaltou que a área pela qual tem maior expectativa é a Fotografia. “Desde pequena o jornalismo me chamava a atenção, queria trabalhar como a Glória Maria mostrando o que tem de interessante ao redor do mundo mesmo não sendo meu primeiro plano durante anos. Todos me diziam que era o curso perfeito pra mim e com a oportunidade do Vestibular de Inverno da UFN, parecia que o curso estava me chamando”, acrescenta Isadora.

Esse foi o quarto acolhimento aos calouros organizado pelo Diretório. Além das recepções aos novos alunos, o DAJOR já protagonizou outras iniciativas, dentre elas, o apoio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, uma visita aos estúdios do Grupo RBS em Santa Maria, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e duas Festas Juninas a fim de reunir os estudantes do curso.

Para este semestre, o Diretório está atuando junto aos professores no intuito de proporcionar aos estudantes do curso uma viagem técnica a Porto Alegre. Entre as atividades previstas está a visita aos estúdios do Grupo RBS da capital, estimulando a imersão em um universo de maior alcance no campo da comunicação.

Imagens: Luiza Silveira/Labfem

Acadêmicos e professores participam de bate-papo com Juliano Castro, jornalista da RBS TV. Imagem: Maria Valenthine Feistauer/LABFEM

Na terça-feira, dia 17 de março, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) em parceria com o Diretório Acadêmico do curso (DAJOR), realizou um bate-papo com o jornalista alegretense Juliano Castro, que trabalha na RBS TV em Porto Alegre.

O jornalista compartilhou as práticas da rotina profissional, que incluem o trabalho de produção e apuração dentro da redação jornalística, bem como o funcionamento dos bastidores e das entradas ao vivo no telejornal. Juliano também falou sobre as competências que o repórter precisa ter para atender às exigências do mercado de trabalho contemporâneo, especialmente em relação às novas tecnologias, seus desafios e vantagens no dia a dia, além de tendências e possibilidades de atuação na área.

O momento teve o propósito de aproximar os acadêmicos do contexto profissional do jornalismo, oportunizando o diálogo com quem já tem experiência e atua no ramo jornalístico em uma empresa de comunicação de grande notoriedade no estado do Rio Grande do Sul.

O professor Iuri Lammel, coordenador dos cursos de Jornalismo e Comunicação Digital da UFN, destacou que a iniciativa do DAJOR em organizar palestras com profissioanis da área é muito positiva, pois demonstra autonomia e protagonismo dos estudantes na construção de atividades e eventos. “Nós, como responsáveis pelo curso de Jornalismo, tentamos apoiar e dar o máximo de autonomia para os alunos, porque é uma forma também de desenvolver a habilidade, de correr atrás e de fazer as coisas acontecerem. Eu acho que essas palestras são muito importantes para os alunos, porque o nosso curso, embora seja de ótima qualidade, tenha formado grandes profissionais e tenha bons professores, por outro lado é um curso relativamente pequeno e longe do grande centro do estado, que é Porto Alegre. Então a gente precisa dessas palestras para atender a demanda dos nossos alunos, para eles entenderem como funcionam as grandes empresas, como os grandes profissionais trabalham e atuam. Essas palestras são uma forma de complementar a formação acadêmica e o aprendizado das aulas” afirma o professor Iuri.

“Nosso objetivo é se fazer útil dentro do curso e promover as palestras são uma forma de demonstrar isso. A ideia da palestra surgiu justamente pelo palestrante apresentar a previsão do tempo, uma área diferente do que normalmente falamos no dia a dia, e também por ser um trabalho muito versátil, já que conta com público e seus lugares, além de ser de uma utilidade pra todos os gaúchos. Trazer alguém da RBS sempre fica nos nossos planos, pela empresa ser uma referência na comunicação”, explica Andressa Rodrigues, acadêmica do 5° semestre e presidente do DAJOR.

Esse foi o sexto encontro com profissionais organizado pelo Diretório. Além dos bate-papos com profissionais, o DAJOR já desenvolveu outras iniciativas, dentre elas, o auxílio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM), acolhimentos aos calouros, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e uma Festa Junina a fim de reunir os estudantes do curso.

Imagens: Maria Valenthine Feistauer/LABFEM

Professor Iuri Lammel, coordenador do curso de jornalismo, apresenta o curso e a programação para os semestres de 2026. Imagem: Enzo Martins/LABFEM

Na última terça-feira, dia 28 de julho, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) realizou uma acolhida aos novos acadêmicos. O encontro foi organizado pelo Diretório Acadêmico do curso de Jornalismo (DAJOR) e docentes do curso.

Na ocasião, o professor e coordenador do curso, Iuri Lammel, apresentou aos estudantes ingressantes algumas produções e trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos em diferentes áreas do jornalismo ao longo do tempo, bem como iniciativas e atividades já promovidas pelo curso. Os calouros também tiveram a oportunidade de interagir com os alunos veteranos e conhecer os professores e técnicos. Na sequência, ocorreu a famosa pintura de rostos, momento muito aguardado pelos calouros que simboliza a entrada no meio acadêmico, além de um lanche coletivo.

A noite ainda reservou mais atrativos. Os estudantes recém chegados puderam conhecer os laboratórios do curso, que incluem Produção Audiovisual (LABSEIS), Fotografia e Memória (LABFEM), Mídias Sonora (Rádio Web UFN) e Mídia impressa e digital (Agência Central Sul de Notícias), onde puderam observar o aparato técnico utilizado para atividades e suas características.

Andressa Rodrigues, acadêmica do 5°semestre de jornalismo e presidente do DAJOR, destaca que momentos como esse são de suma importância, pois permitem que os calouros dialoguem com quem já está no curso e, ao mesmo tempo, tirem as dúvidas sobre assuntos diversos tanto com o Diretório quanto com os professores. “O jornalismo é muito vasto, então é importante conhecermos as áreas para saber qual rumo teremos como profissionais. O DAJOR foca muito em palestras e momentos de integração, que são essenciais para nos conhecermos, estudarmos e vivermos em harmonia”, afirma Andressa.

Esse foi o quarto acolhimento aos calouros organizado pelo Diretório. Além das recepções aos novos alunos, o DAJOR já protagonizou outras iniciativas, dentre elas, o apoio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, uma visita aos estúdios do Grupo RBS em Santa Maria a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e duas Festas Juninas a fim de reunir os estudantes do curso.

Imagens: Enzo Martins/LABFEM

Estudantes da UFN conhecendo os profissionais de jornalismo na redação do Grupo RBS.
Imagem: Divulgação

Na última terça-feira, dia 12 de agosto, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) realizou uma viagem de estudos para Porto Alegre. A viagem contou com a supervisão do coordenador e professor do curso de Jornalismo da UFN, Iuri Lammel. Acadêmicos de diferentes semestres participaram da viagem à capital gaúcha.

A viagem teve o objetivo de aproximar os estudantes do contexto de atuação do jornalista em uma empresa de grande porte no cenário comunicacional do Rio Grande do Sul, bem como proporcionar vivências na área esportiva, que desperta interesse em grande parte acadêmicos, nas sedes de Grêmio e Internacional, consideradas as principais equipes de futebol do estado e que possuem relevância a nível nacional.

Durante a manhã, os estudantes visitaram os estúdios e redações do Grupo RBS, dentre eles, a RBS TV, Gaúcha, Zero Hora, Diário Gaúcho, Rádio Gaúcha e Rádio Atlântida. Nesses locais, eles puderam ter contato com profissionais da área e entender a dinâmica de comunicação da empresa. Além disso, os alunos observaram a rotina de trabalho dos comunicadores, como a preparação para participação nos programas, o manejo do aparato tecnológico que dá o suporte na execução das práticas, detalhes que envolvem o processo de produção de conteúdos multiplataforma, além do trabalho em equipe de maneira integrada que ocorre na empresa.

Para Nathaly Penna, acadêmica do 4° semestre do curso de Jornalismo, o momento mais marcante foi a visita ao estúdio da RBS TV. Nathaly ressalta que ter a oportunidade de interagir com jornalistas como Cristina Ranzolin e Marco Matos, que são grandes inspirações para ela, foi uma sensação inexplicável.

Já no período da tarde, os acadêmicos seguiram para Arena do Grêmio e o Estádio Beira-Rio, onde fizeram um tour a fim de conhecer os museus, os vestiários e as salas de imprensa dos clubes. “Gostei muito de conhecer a área de comunicação do Grêmio. Eu sou gremista e adoro jornalismo esportivo. Ver os bastidores e entender como tudo funciona foi muito bom. A viagem para Porto Alegre só reforçou o quanto eu amo o jornalismo e a comunicação. Com certeza vai ficar pra sempre na minha memória”, conclui Nathaly.

O Diretório Acadêmico (DAJOR) do curso de Jornalismo da UFN atuou no processo de organização da viagem, junto ao coordenador do curso e demais professores.

Imagens: Divulgação

Juliana Motta e Lorenzo Franchi, jornalistas do Grupo RBS, conversam com os acadêmicos de Jornalismo da UFN
Imagem: Enzo Martins/LABFEM

Na última quinta-feira, dia 7 de agosto, os jornalistas Juliana Motta, que é editora e apresentadora do Jornal do Almoço Centro-Oeste, na RBS TV, e Lorenzo Franchi, repórter na emissora e egresso do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), ministraram uma palestra aos acadêmicos do curso de Jornalismo. O encontro ocorreu no ComLab, prédio 14 do Conjunto III da UFN.

Os jornalistas trataram sobre o programa Primeira Pauta RBS, que possibilita aos estudantes de jornalismo de todas as localidades do Rio Grande do Sul que têm mais de 18 anos de idade se inscreverem e concorrerem a uma semana de imersão nas redações do Grupo RBS. Além disso, Juliana e Lorenzo compartilharam suas práticas no ramo jornalístico, os desafios da rotina de trabalho na empresa e a gama de competências que o jornalista deve ter a fim de conseguir atuar no mercado.

O bate-papo teve o propósito de motivar a interação entre os profissionais de jornalismo e os estudantes do curso, favorecendo a troca de experiências e a assimilação de saberes por parte dos estudantes, bem como informar aos futuros profissionais de jornalismo em relação às oportunidades de atuação que o mercado oferece, em especial no contexto do Grupo RBS.

Para Lorenzo, é extremamente valioso retornar à UFN para transmitir seu conhecimento aos estudantes. “Na minha formação participei de inúmeras palestras com diferentes profissionais e todos agregaram em pensamentos, visões e valores. O mercado é dinâmico e desafiador, mas está pronto para acolher quem trabalha de maneira séria, ética e comprometida”. Ele ainda ressalta que procurou incentivar os alunos a persistirem na caminhada da profissão.

Criado em 2009, o Primeira Pauta RBS surgiu no jornal Zero Hora, porém, a partir de 2021, o programa passou a compreender todos os veículos do Grupo RBS, trabalhando em benefício de um jornalismo integrado e multiplataforma que conecta pessoas e contribui para uma vida melhor.

Imagens: Enzo Martins/LABFEM

Foto: Emanuelle Rosa

O Diretório Acadêmico (DAJOR) e os professores do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) organizaram uma recepção para os calouros recém chegados ao curso, na noite da última terça-feira, dia 29 de julho. O encontro teve o intuito de acolher os novos alunos por meio de diversas atividades de confraternização, oportunizando a inserção dos acadêmicos em um novo espaço de estudos, além de interações com professores, funcionários e demais alunos do curso.

Os docentes se apresentaram e compartilharam detalhes das suas trajetórias no exercício da profissão e vivências no ramo jornalístico. Além disso, foram comaprtilhadas as características do curso, como se dá o processo de ensino e aprendizagem e a gama de possibilidades de atuação do profissional da área. Calouros e veteranos também puderam se conhecer e falar sobre suas áreas de preferência. Como é de costume, outro atrativo da noite foi a famosa pintura de rostos, onde os novos estudantes participaram do tão conhecido momento que representa o ingresso na universidade.

A estudante Eduarda Amorim, que ingressa no curso neste semestre, não esconde a sua satisfação: “Estar no curso de jornalismo significa que atingi um marco na minha vida, um ponto inicial de muitos acontecimentos que vêm pela frente. É muito especial estudar algo que verdadeiramente gostamos”. Ela ainda ressalta que escolheu o jornalismo pois o curso proporciona muitas experiências, tanto na faculdade quanto fora dela e que gosta muito de trabalhar com pessoas. “Saber que futuramente eu vou ser capaz de contar as historias delas (pessoas) é algo que me emociona muito”, conclui ela.

Esse foi o segundo acolhimento aos calouros organizado pelo DAJOR, o primeiro havia ocorrido em fevereiro. Além dos acolhimentos aos novos alunos, o DAJOR já realizou outras iniciativas, dentre elas, o suporte na organização da exposição fotográfica “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de confraternização entre professores e alunos, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e uma Festa Junina a fim de reunir os acadêmicos do curso.

Esse é o terceiro período de calor extremo deste verão no território gaúcho. Imagem: Freepik

A nova onda de calor que assola o estado o Rio Grande do Sul está no seu ápice. É o que indica o Climatempo e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que também mostram temperaturas próximas aos 40ºC em algumas regiões.

Geograficamente, seguindo na contramão das demais localidades do país, os estados da Região Sul do Brasil são caracterizados por possuírem uma grande amplitude térmica, ou seja, temperaturas que variam muito na transição de uma estação climática para outra. Por óbvio, no Rio Grande do Sul não é diferente. Dessa forma, ao mesmo tempo em que o estado é conhecido pelos seus invernos intensos e rigorosos, no verão, as temperaturas tendem a subir de maneira excessiva.

Conforme relatório divulgado pela MetSul Meteorologia no último final de semana, a atual onda será a mais duradoura e deve persistir até o mês de março. Essa será terceira onda de calor já registrada no estado nesse ano. A primeira havia acontecido entre os dias 17 e 23 de janeiro, enquanto a segunda incidiu entre os dias 2 e 12 de fevereiro.

A Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul é uma das regiões gaúchas que mais sentem o impacto do forte calor no verão. No início do mês, a cidade de Quaraí, situada na fronteira com o Uruguai, registrou a temperatura de 43,8ºC, a maior temperatura já vista no estado em 115 anos. Algumas outras cidades da região como Alegrete, Uruguaiana, Rosário do Sul e Santana do Livramento também tiveram temperaturas altas durante o mês.

População busca se hidratar em meio ao calor escaldante que se faz presente no estado.
Imagem: Paulo Ortiz/Nobres Notável Rede de Telecomunicações Ltda (NNTV)

Segundo a Organização Meterológica Mundial (OMM), uma onda de calor é formada quando as temperaturas máximas diárias extrapolam em 5ºC ou mais a média mensal durante pelo menos cinco dias em sequência. A onda de calor terá influência na proeminência das temperaturas em todas as regiões do estado pelo menos até a próxima quinta-feira, dia 27 de fevereiro, com grandes chances de temperaturas chegando em números recordes em alguns municípios.

O professor de meteorologia Daniel Caetano, da Universidade Federal de Santa Maria, afirma que as ondas de calor consistem em um bloqueio atmosférico que acaba inibindo o avanço dos chamados sistemas frontais, que é quando a massa de ar frio se une à massa de ar quente e ocasiona as chuvas. Com isso, tem-se um quadro de chuvas espaçadas e irregularidades no estado.

Diante desse cenário, é de suma importância que as pessoas se atentem aos cuidados básicos em relação à saúde e bem-estar. O Ministério da saúde propõe algumas diretrizes para épocas de calor acentuado como aumentar a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar, mesmo sem ter sede, além de evitar bebidas alcoólicas que possuam elevado teor de açúcar e fazer refeições leves, pouco condimentadas e em intervalos de tempo mais curtos durante o dia.

Alunos e professores participam de encontro que marcou a chegada dos calouros à Universidade. Imagem: Michélli Silveira/LABFEM

O Diretório Acadêmico (DAJOR) e os professores do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) organizaram uma recepção para os calouros recém chegados ao curso, nas noites de segunda e terça-feira, dias 17 e 18 de fevereiro.

O encontro teve o propósito de acolher os novos estudantes por meio de múltiplas atividades de confraternização, favorecendo a inserção dos acadêmicos em um novo ambiente de estudos e a realização de trocas com professores, funcionários e demais alunos do curso.

Os docentes se apresentaram e compartilharam detalhes das suas trajetórias no exercício da profissão e experiências no ramo jornalístico. Também foram expostas as características do curso e como se dá o processo de ensino e aprendizagem, expondo as peculiaridades e ressaltando a gama de alternativas de atuação do profissional da área. Alunos novos e antigos também se apresentaram e comentaram sobre suas áreas de preferência.

O professor e coordenador do curso, Iuri Lammel, afirma que é de suma importância protagonizar encontros que reúnam os novos estudantes com seus futuros colegas, professores e a equipe do curso de jornalismo, pois a construção da aprendizagem necessita dessa retroalimentação em todos os aspectos da vida estudantil.

Conforme é de praxe, outro atrativo da noite foi a famosa pintura de rostos, onde os novos estudantes puderam participar do tão conhecido momento que simboliza a entrada no mundo universitário.

Por fim, os novos alunos foram direcionados até os laboratórios de Produção Audiovisual (LABSEIS), Fotografia (LABFEM), Mídias Sonora (Rádio Web UFN) e de Mídia impressa e digital (Agência Central Sul de Notícias) do curso, onde puderam conhecer o aparato técnico utilizado para atividades e suas especificidades, além de participarem de dinâmicas conduzidas pelos monitores, bolsistas e voluntários.

O estudante Cristian Braga Barros, que ingressa no curso esse ano, não esconde a sua satisfação: “É uma experiência única, trata-se da realização de um sonho poder fazer parte do curso de Jornalismo. Pretendo me envolver não só na vertente que eu mais me identifiquei e tenho aptidão que é a rádio, mas também explorar outros laboratórios e toda matéria prima que o curso possui”.

Esse foi o quarto encontro organizado pelo DAJOR, que procura sempre fomentar espaços de integração e convívio interpessoal, além de agregar à identidade do curso e expandir seu campo de atuação para além das rotinas acadêmicas. No ano passado já haviam sido realizados dois bate-papos com profissionais da área e um churrasco junto aos professores.

Imagens: Michélli Silveira/LABFEM

 A época escolar é uma etapa de formação individual que, para muitos, está repleta de memórias marcantes. E o mais interessante é que esse processo ocorre dentro de um meio coletivo, que permite realizar trocas com outros indivíduos, estabelecer laços e, ao mesmo tempo,  ter contato com outras mentalidades e estilos de vida. Muitas vezes, é nesses ambientes onde afloram as primeiras amizades, se formam os primeiros grupos e até se descobrem as primeiras paixões. Essas lembranças são frequentemente associadas a uma memória afetiva que caminha em sintonia com o processo de aprendizagem e aquisição de conhecimento. No entanto, ao explorarmos o papel da educação pública nesse cenário, emergem questões que vão além das recordações pessoais e tocam temas sociais e estruturais. A escola é um ambiente que zela pela preparação cognitiva e intelectual das pessoas que integram uma sociedade. Porém, quando se trata das escolas estaduais, muitas vezes não retrata o que se espera para um sistema educacional eficaz.

Em primeira análise, é preciso partir do princípio de que o acesso à educação pública é um direito de todos, garantido pela Constituição. Esse direito é um valor e um objetivo a unir toda a população e que deve ser sustentado pelos formuladores de políticas públicas em todos os níveis geográficos.

 Em Santa Maria, as escolas Manoel Ribas (Maneco), Cilon Rosa e Maria Rocha, da rede estadual de ensino da região, passaram por transformações significativas ao longo das últimas décadas. Ao explorar essas histórias de transformação, busca-se entender como essas escolas não apenas se adaptaram às novas demandas educacionais, mas também como impactam a vida de alunos e educadores. 

Segundo o IBGE, em 2023, cerca de 80% dos estudantes brasileiros do ensino básico estavam matriculados em escolas públicas, fator que reflete a dependência de um sistema educacional acessível por uma grande parcela da população. Para Celma Pietczak, professora e coordenadora na escola Maria Rocha, o maior impacto positivo, com o passar dos anos, foi a formação profissionalizante. Ela exalta os cursos profissionalizantes disponibilizados pela escola, e com isso, a demanda de profissionais que acaba crescendo e impactando a sociedade. Um ponto de fragilidade destacado por Pietczak é a questão estrutural. Para ela as verbas destinadas para a escola não dão conta da demanda que se tem e, por muitas vezes, acaba-se gerindo o colégio com menos dinheiro do que seria o necessário.

Celma Pietczak é coordenadora da escola Maria Rocha. Imagem: Nelson Bofill/LABFEM

Segurança em Risco: O Desafio da Proteção nas Escolas

De acordo com o resultado da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), de 2019, conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e publicada em 2022, 17,3% dos estudantes consultados relataram que faltaram a alguma aula devido a problemas com segurança. O quadro é alarmante: em 2009, quando teve início a pesquisa, esse número era de apenas 8,6%. O estudo, que tem o apoio do Ministério da Educação, conta com a participação de adolescentes na faixa etária de 13 a 17 anos.

Durante a apuração foi possível observar que a problemática da precariedade da segurança é um ponto em comum que afeta as três escolas. Para Celma, a segurança é um fator preocupante. “Até um determinado horário tem gente na portaria, no entanto, tem horários que a gente não tem ninguém. Se o responsável sai, a gente tem que controlar o portão lá na direção, nós não temos ninguém que possa garantir a integridade desse processo. O entorno da nossa escola também tem complicações com relação a isso. A gente tem a situação de um aluno nosso que saiu e apanhou na quadra. Pessoas que não eram daqui, que eram de outra escola, vieram por causa de um conflito particular e bateram nele no entorno da escola.”, comenta a vice-diretora.

O cenário não é diferente na escola Cilon Rosa. Para a diretora Maribel da Costa Dal Bem, não existe nenhuma segurança nas escolas públicas hoje em dia: “Constantemente envio ofícios para a coordenadoria da escola solicitando melhorias no que diz respeito à questão da segurança pública. É muito difícil. […] O Cilon, como é uma escola com um alto número de alunos, a saída é sempre uma aglomeração, independente do horário. […] Nós precisaríamos de um policiamento aqui. Hoje, nós enquanto escola não conseguimos lidar com isso. […] O governo deveria pensar nessa segurança.”

Já na escola Manoel Ribas (Maneco), o estudante Ernesto Corrêa relata que nunca viu nenhuma briga, mas já ouviu diversos relatos de amigos e colegas. Ele também pontua que é muito raro ver policiamento fazendo a segurança da escola, só em ocasiões mais sérias. Apesar disso, ele diz sentir-se seguro para voltar para casa.

No estado do Rio Grande do Sul como um todo, a segurança nas escolas estaduais tem sido um tema de preocupação crescente. O estado enfrenta desafios específicos relacionados à violência escolar, como agressões físicas entre alunos, furtos e até situações mais graves, como ameaças envolvendo armas. Segundo dados da Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul (SEDUC), em 2022, cerca de 10% das escolas estaduais relataram incidentes violentos. 

Desafios da Estrutura Escolar: Necessidades e Melhorias para um Ambiente Adequado

Questões estruturais acabam virando o centro de discussões quando se fala em escola pública e em Santa Maria acontece o mesmo. As três escolas já mencionadas tem suas deficiências estruturais. Recentemente, a escola Manoel Ribas (Maneco) juntamente com uma parceria entre a Secretaria da Educação (Seduc) e o Movimento União BR, com fiscalização da Secretaria de Obras Públicas (SOP), concluíram a reforma do telhado. O investimento foi avaliado em mais de 647 mil reais. 

Infográfico sobre as infraestruturas das escolas de Santa Maria em 2023. Fonte: QEDU

O vice-diretor da escola, Helder Luiz Santini, ressalta que algumas pequenas reformas acabam demorando pelo fato do prédio ser um patrimônio do estado, no qual existem regras que impossibilita algumas mudanças sem passar por uma avaliação antes. Sobre a reforma no telhado, o vice-diretor afirma que foi uma “briga” conseguir a autorização para a reforma. Briga essa que se tornou de extrema importância, tendo em vista que a escola alagava quando chovia, e com as fortes chuvas que assolaram o estado do Rio Grande do Sul em maio, a reforma se tornou necessária. Para o estudante Ernesto Corrêa, a escola tem bastante pontos a serem melhorados, salas com vidros e janelas quebradas, e o telhado esburacado. Ele também conclui que por ser um patrimônio histórico, entende as obras demorarem para serem concluídas.

Hélder Santini é vice-diretor da escola Manoel Ribas, o Maneco. Imagens: Vitória Oliveira/LABFEM

Esse problema também pode ser observado nas escolas Maria Rocha e Cilon Rosa quando aconteceram as chuvas torrenciais de maio. “Realmente alagaram os corredores, laboratórios de informática, teve banheiro que parecia uma cachoeira. Teve gente que subiu no telhado do prédio da escola, que possui 4 andares, para fazer uma limpeza. Não temos verbas para chamar profissionais especializados para exercer essas funções. Então, de fato, em termos de estrutura, na minha opinião, nos sobressaímos em relação às demais escolas da rede estadual, porém, ainda estamos em uma situação bastante deficitária.” diz Celma Pietczak, professora e coordenadora na escola Maria Rocha. 

Segundo a diretora do Cilon Rosa, Maribel da Costa Dal Bem, desde os anos 2000 ela pode perceber um processo de degradação na infraestrutura do colégio. Ela explica que, ao ingressar na instituição no início daquela década, a estrutura já enfrentava problemas frequentes com pichações e com as fortes chuvas, que ocasionaram o alagamento das dependências internas.  Com o passar dos anos foram efetuadas melhorias através de reparos nos espaços internos e externos da instituição, como no pátio, nos corredores e nas salas de aula. 

Maribel conta sobre os desafios enfrentados diariamente pela escola Cilon Rosa. Imagem: Nelson Bofill/LABFEM

Evasão Escolar: Causas, Impactos e Caminhos para a Retenção dos Estudantes
O censo escolar 2023, divulgado no final de fevereiro de 2024 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), apresenta uma tendência de redução do papel da educação pública, enquanto escolas particulares ganham terreno. Isso ocorre também a nível estadual, onde é ainda mais forte o recuo do papel do Estado frente à iniciativa privada. 

Taxas de rendimento por etapa escolar nas instituições estaduais de ensino de Santa Maria – RS

Celma destaca que, apesar do aumento no número de alunos no primeiro ano do ensino médio de 2023 para 2024, se observarmos um recorte mais amplo, englobando a última década, realmente houve uma diminuição drástica no número de estudantes que frequentam a escola. Ela relata que no ano de 2012, quando ingressou na instituição, a escola contava com doze turmas de primeiro ano, sendo possível notar uma nítida retenção em relação aos últimos anos. Celma ainda argumenta que a reforma do ensino médio contribuiu de maneira significativa para a disparidade em relação às instituições de ensino privadas: “A alteração que teve na matriz do ensino médio deixou tudo muito incerto, com isso muitas disciplinas novas foram adicionadas à grade curricular, e a percepção que eu tenho é que não há uma formação profissional adequada para isso, o educador precisa ir se moldando, dependendo muito do esforço dele.” Além disso, ela acredita que o fato dos estudantes vislumbrarem uma preparação mais direcionada aos vestibulares e ao ENEM, contribuiu para esse movimento no contexto educacional, afinal, as escolas privadas possuem mais autonomia no que tange a esse processo do que as escolas públicas, que necessitam seguir a risca o protocolo imposto pelo governo do estado.

No país, a quantidade de matrículas na educação básica da rede pública em 2023 reduziu para 37,9 milhões, frente a 38,4 milhões em 2022 – uma queda de 1,34%. Ao mesmo tempo, as matrículas na rede privada passaram de 9 milhões em 2022, para 9,4 milhões, em 2023.

Essa realidade pôde também ser observada na escola Manoel Ribas. Helder explica que ocorreu uma queda no número de alunos por turma. Ele ainda ressalta que, por muito tempo, as salas estavam completamente lotadas, com mais de 30 alunos, realidade que hoje não existe mais. Ele completou alegando que muitos jovens preferem trabalhar e acabam saindo do ambiente escolar. Outro ponto destacado pelo vice-diretor é de que a evasão escolar não se dá somente pela troca da educação pelo trabalho. Santini alega que cada vez mais no Brasil a taxa de natalidade vai diminuindo, fator esse que acaba justificando a baixa de alunos nas escolas. Dados de 2021 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou um recorde de mortes, o maior desde 1974, e queda de nascimentos, a maior desde 2003.

Maneco faz parte da história da cidade desde 1930

O Colégio Manoel Ribas, popularmente conhecido como Maneco, foi fundado em 1930 e tem uma longa história de contribuição para a educação pública em Santa Maria. Como uma escola estadual, o Maneco foi responsável por formar muitas gerações de estudantes, com destaque para o ensino médio e técnico, focando em uma educação de qualidade e acessível. Com o passar do tempo, o colégio se destacou por sua tradição acadêmica e por sua participação em eventos culturais e esportivos da cidade.

Atualmente a escola conta com aproximadamente, 2.600 alunos, 140 professores e 36 funcionários, divididos em três turnos.

Maneco foi inaugurado em 1930. Foto: Labfem

A Banda Marcial Manoel Ribas foi fundada em 20 de outubro de 1956, a mais antiga em atividade no Rio Grande do Sul. Para participar da banda naquela época, era exigido que os alunos tivessem boas notas. A banda se tornou referência no Rio Grande do Sul e era convidada para viajar por diversas cidades do estado. Em Santa Maria, era presença confirmada em qualquer festividade. Os anos passaram e a tradicional Banda do Maneco não parou no tempo. Após viver seus tempos áureos com grandes apresentações, começou a participar de campeonatos de bandas marciais e de fanfarras, onde fez, e ainda faz bonito. Referência no Rio Grande do Sul, o grupo vem colecionando premiações em diferentes concursos disputados pelo estado, brigando sempre pelas primeiras colocações.

Colégio Cilon Rosa contava com aulas de corte, costura, rendas e bordados em 1946

Fundado em 1946, o Colégio Estadual Cilon Rosa também faz parte do cenário educacional de Santa Maria. Em 26 de agosto foi criada a Escola Artesanal Dr. Cilon Rosa, de Santa Maria, onde eram oferecidos cursos de corte e costura, rendas e bordados, com duração de dois anos. A escola não tinha sede própria e funcionou no prédio do Colégio Manuel Ribas, com total de 36 alunas. Em 1957 a escola passou a ser denominada Escola Industrial Cilon Rosa, quando foi instalado o curso de Aprendizagem Industrial Cilon Rosa. De 1963 a 1967 o número de matriculados chegou a 713 alunos, passando a denominar-se Colégio Industrial Cilon Rosa.

Em 1966 a escola passou a ocupar um pavilhão do prédio da nova sede à Avenida Presidente Vargas. Em 1971, com a conclusão do 2º pavilhão, a escola passou ocupar sua sede própria. 

O Cilon Rosa se destacou ao longo dos anos por promover um ambiente de inclusão e uma educação voltada para o desenvolvimento integral dos alunos, com ênfase no fortalecimento da cidadania e nos valores sociais.

Cilon Rosa começou sua história como uma escola de corte e costura. Imagem: Labfem

Colégio Maria Rocha começou como escola ginasial anexada à escola Olavo Bilac

O Colégio Maria Rocha recebeu esse nome em homenagem à Maria Manuela Rocha, filha de Manoel Marques da Rocha e Bertholina Junqueira Rocha, que era professora. A história da escola tem muitos capítulos que podem ser acompanhados aqui.

Também pertencente à rede pública estadual, o Maria Rocha focou-se no atendimento à comunidade local e na promoção de uma educação de qualidade para crianças e adolescentes. Ao longo de sua história, o Maria Rocha desenvolveu atividades que integravam a escola com a comunidade, promovendo eventos culturais, esportivos e cívicos. Atualmente a escola conta com, aproximadamente, 1200 alunos e cerca de 100 professores e funcionários, divididos em três turnos.

Perspectiva Histórica

Esses colégios são testemunhas da evolução do ensino público em Santa Maria, refletindo as transformações sociais e educacionais da cidade ao longo do século XX. Com a crescente urbanização, as instituições educacionais assumiram um papel central no desenvolvimento das comunidades locais, sendo espaços não apenas de ensino, mas também de formação cidadã e cultural.

Além disso, a história dessas escolas está ligada às políticas educacionais do estado do Rio Grande do Sul e às necessidades emergentes da população em diferentes momentos históricos, como a expansão do ensino médio e técnico, e a busca por uma educação mais inclusiva e de qualidade.

Reportagem produzida por Isaac Brum, Gabriel Deon e Thomás Ortiz na disciplina de Narrativa Multimídia, no 2º semestre de 2024, sob orientação da professora Glaíse Bohrer Palma.