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Vitória Oliveira

Vitória Oliveira

O 8º Prêmio de Jornalismo da Universidade Franciscana ocorreu na noite da ´última quarta-feira. O Prêmio é o momento de valorização dos trabalhos dos acadêmicos, que os articularam com teoria e prática durante o 2º semestre de 2021 e o 1º semestre de 2022.

Premiados do 8º Prêmio de Jornalismo da UFN. Imagem: Luiza Silveira

Os trabalhos inscritos pelos alunos do curso disputaram as categorias Ouro, Prata e Bronze nas seguintes modalidades: Audiovisual, digital, fotografia e rádio e teve como avaliadores profissionais do mercado jornalístico. Os jurados foram: Categoria Audiovisual, modalidade audiovisual para internet e modalidade documentário: jornalista Luiza Chamis; Categoria Audiovisual, modalidade reportagem e modalidade programa jornalístico: jornalista Thaís Ceretta; Categoria Fotografia, modalidades Fotografia Livre, Fotojornalismo e Fotografia em sequência: jornalista Paulo Pires; Categoria Fotografia, modalidade Fotografia ensaio e modalidade Fotografia ilustrativa: Jornalista Nathália Schneider; Categoria Rádio: modalidade programa jornalístico e modalidade programa radiofônico: jornalista Tiago Nunes; Categoria Digital: modalidade Mídia social e modalidade Site ou blog: jornalista Igor Muller; Categoria Digital, modalidade Podcast: Denzel Valiente; Categoria Digital, modalidade reportagem: jornalista Luciane Treulieb.

A cerimônia foi apresentada pelo jornalista e professor Carlos Alberto Badke. A coordenadora do curso, professora Sione Gomes, fez um discurso onde agradeceu por cada inscrição. “Hoje temos jornalistas em formação, que se propuseram a mostrar o que produziram e receber o parecer  das pessoas que tiveram a gentileza de analisar os trabalhos e trazer as suas contribuições. Eu gostaria de parabenizar todos que  participaram do prêmio como inscritos. Essa iniciativa é muito importante”, complementou Sione. A reitora da Universidade Franciscana, Irani Rupolo, esteve presente no evento.

O acadêmico Lucas Acosta conta que inscreveu-se pois para ele é um momento muito importante, onde além de receber prêmios, há uma confraternização no curso. “É muito bom juntar todos os colegas e poder ser premiado. Inscrevi alguns projetos, porque acreditei que eles tinham o potencial suficiente para serem premiados. Justamente por acreditarmos nos projetos e agarramos firmemente a oportunidade de realizar algo que gostamos na rádio”.  Ele também afirma que é importante participar porque, “você é reconhecido pelos trabalhos que faz dentro do curso. Isso acaba servindo como uma forma de incentivo para realizar mais atividades e com de qualidade”. Para Acosta receber o Prêmio é gratificante: “é uma sensação única já que ganhamos prêmios fazendo o que gostamos, acredito que isso seja o mais importante também. Recebi premiação com 3 projetos de esporte, que é o que eu quero seguir no futuro, então isso serve como indicativo que estou indo para o caminho certo”.

Gabriela Flores conta que inscreveu seus trabalhos porque os achou interessantes e acreditou muito no potencial deles. “ Acredito ser muito importante, principalmente incentivar os alunos a continuarem sempre melhorando em seus trabalhos”, explica Gabriela. Ela relata que ganhar o Prêmio é uma sensação de gratidão e dever cumprido por tudo que aprendeu durante esses 4 anos de curso.

O aluno Guilherme Cassão conta que é um reconhecimento maravilhoso. “1º semestre de curso e conquistando esse prêmio ao lado do Lucas, Miguel e Felipe está sendo muito especial. O Titular da Rede e o Camisa 10 me abraçaram na primeira semana de faculdade, quando eu cheguei perdido em Santa Maria. Eles me acolheram e fizemos esses programas serem um sucesso”, explica Cassão. Para ele é muito importante no início de sua trajetória receber esse reconhecimento,  “é muito especial pro crescimento profissional e pessoal”.

Galeria de fotos 8º Prêmio de Jornalismo da UFN ( imagens Luiza Silveira)

As inscrições para a 9ª Mostra Integrada de Produções Audiovisuais (Mipa) encerram hoje, 25. Para efetuar a inscrição basta acessar o formulário e inscrever as obras audiovisuais de forma gratuita.

Segundo a organização do evento, o mote da campanha da Mostra deste ano vem ao encontro da necessidade de alimentar a alma e o corpo. Conforme a Organização das Nações Unidas, o Brasil voltou ao Mapa da Fome em 2022. São cerca de 33,1 milhões de brasileiros que não têm a garantia da próxima refeição. Por isso, durante o mês de dezembro até o dia da Mostra ocorrerá uma campanha de arrecadação de alimentos para doar ao Banco de Alimentos de Santa Maria. 

A mostra contará com cinco categorias, sendo elas: Ficção, Documentário, Vídeo Experimental, Videoclipe e Animação. A 9ª Mipa será realizada no dia 14 de dezembro, às 20h, no pátio do prédio 14 do Conjunto III da UFN, com sessão aberta ao público em geral. A lista dos selecionados para a Mostra serão divulgados no dia 07/12 no instagram @lab_seis e no site www.labseis.ufn.edu.br.  Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail labseis@ufn.edu.br.

A Mipa contará com três curadores avaliativos, sendo eles:

Luiza Chamis

Jornalista, com especialização em Cinema (UFN) e mestra em Cinema e Artes do Vídeo (UNESPAR). Seus interesses de pesquisa no audiovisual circundam as áreas de documentário, imagens de arquivo, ensaio fílmico e animação.

Julia Trombini

Jornalista (UFN), mestranda em Cinema e Artes do Vídeo (UNESPAR). Integra o Grupo de Pesquisa Eikos: imagem e experiência estética. Tem experiência nas temáticas de documentário, fotografia, representações, estudos culturais e diaspóricos. Participou do grupo de pesquisa sobre cinema Moviola, na UFSM.

Julio Cezar Neto

Publicitário (UFN), premiado em competições da área. entre eles o de melhor vídeo de apresentação do Madrugadão da Feevale (2019) e vencedor do Festival Assimetria na categoria Júri Popular (2020). Integrante do painel Visual do projeto B-Armys Acadêmicas como editor e produtor de conteúdo sobre music videos de K-Pop, é diretor de fotografia, editor e animador 2D na Toca Audiovisual.

Lucas Guillande

Publicitário (UFN). Atua como roteirista , produtor audiovisual e social media. Suas práticas audiovisuais e de pesquisa permeiam as artes cênicas, publicidade institucional, moda e música.

A primeira edição do Santa Music Festival, ocorrerá nos dias 10 e 11 de dezembro, sábado das 17h às 5h30 e, domingo, das 17h às 00h, no antigo Hotel Fazenda Pampas, Rua Angelin Bortholuzzi, 200, em Camobi. 

Mais 30 artistas são as atrações do Santa Music Festival 2022. Imagem: Divulgação

O projeto veio no intuito de celebrar a música local, estadual e nacional. A venda dos ingressos começou em  3 de novembro, e o primeiro lote é limitado. Além da Comunidade Nin-Jitsu, outros 30 artistas locais e do estado prometem se conectar com o público por meio da música. O Santa Music Festival é um projeto dos produtores culturais Callil, Laura Maciel, Brendha Silveira e Lumes Medeiros.

“O Santa Music Festival nasceu da necessidade que sentimos em proporcionar ao público algo diferente em nossa cidade. Passei dois meses viajando pelos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, e busquei referências para trazer para cá. Entre vários eventos que frequentei nesse período, considero que o Rock in Rio foi uma das principais inspirações para o festival. Nossa cidade merece não apenas festas e, sim, um festival. Seja qual for a sua tribo, estilo, gosto, partido ou religião, aqui, vocês são muito bem-vindos! Isso é Santa Music Festival”, resume Callil, DJ confirmado e um dos produtores do evento.

 Quem for participar do Santa Music Festival também ajudará o projeto Patas Amigas. Para entrar no evento, além do ingresso, será necessário a doação de 1kg de ração ou a doação de R$ 10, que deverá ser entregue na portaria, no início do festival. Parte do valor arrecadado será doado à instituição.

O evento conta com o apoio da Prefeitura de Santa Maria, La Birra, Porks, O Beco, Esquenta, Secrets, Stilo Áudio, VouC E-Culture, Apocalipse PVT, DreamTattoo, Lotus Label, Santo Donut, Bar do Pompeo, Lumes Store e Patas Amigas.

VALORES:

R$ 30 (por dia) ou R$ 50 (passaporte para os dois dias)

VENDAS:

WhatsApp de vendas: 55 99193-8299.

Site Sympla .

Nos pontos de venda e com promoters oficiais

ATRAÇÕES: 

COMUNIDADE NIN-JITSU, FROGG, TXAI RAP, SKA78 (Tributo Charlie Brown Jr), PIECE OF MAIDEN (Tributo Iron Maiden), LAURA MACIEL, ANTÍDOTO, AGOSTTA, CALLIL, ONZE MUSIC, SMITH, BASSO, DJ ARESSO, DJ DJOTAC, DJ OCTAVE, FLORENCE LIL FLOWERS, 907, MALVE, INACIO, VEIGA, GABBO, GABE ALMEIDA, PITTO FOLIATTI, NANDI, TEZI, RIMA DAS MINAS, VITINHOO, SCORPION, JUST WOHM, MESSANTOS, TOVO.

Encerram hoje, dia 21 de novembro, as inscrições para o Workshop Direção de Arte Cinematográfica. As atividades serão realizadas nos dias 25 e 26 de novembro e integra o projeto Narrativas em Movimento 2022, da TV OVO. Ministrado pela diretora de arte Adriana Nascimento Borba, o encontro irá explorar a composição visual para o cinema e as percepções estéticas desenvolvidas nas produções.

O workshop contará com apresentação de filmes, vídeos e fotos de bastidores de filmagens, introduzindo um panorama das produções realizadas no Rio Grande do Sul. A atividade também tratará dos diversos tipos de filmes de época, métodos de trabalho e a apresentação do longa ‘Legalidade’ (2019) como exemplo para mostrar soluções e desafios do trabalho da Direção de Arte.

A atividade ocorrerá de forma presencial, na sede da TV OVO, nos dias 25 de novembro (19h às 22h) e 26 de novembro (09h às 12h e 13h às 16h). O workshop terá duração total de 9h e vagas limitadas a serem preenchidas pelo público em geral. O investimento é de R$ 40,00 para entrada inteira e R$ 20,00 para meia (idosos, estudantes, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda de 15 a 29 anos). Haverá certificado de participação para aqueles que obtiverem, no mínimo, 75% de presença no workshop.

Sobre Adriana Nascimento Borba

Adriana Nascimento Borba trabalha com audiovisual desde 1984 tendo experiência em diversas produções, entre elas, Legalidade (2019), A Casa das Sete Mulheres (2003), O Tempo e o Vento (2013) e Netto Perde Sua Alma (2001).

Pela trajetória, foi Homenageada Nacional com Troféu Vento Norte no 13º Festival de Vídeo e Cinema de Santa Maria, em 2019. Com notoriedade no cenário estadual e nacional, Adriana recebeu diversos prêmios por melhor direção de arte, com destaque para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e Festival de Recife pelo longa-metragem ‘Netto Perde Sua Alma’ (2001). No Rio Grande do Sul, a diretora foi agraciada com o Prêmio José Lewgoy do Cinema Gaúcho pelo longa ‘Concerto Campestre’ (2004). Em 2019 recebeu prêmios por Legalidade no Festival Guarnicê de Cinema (São Luís, MA) e no Encontro Nacional de Cinema e Vídeos dos Sertões (Piauí).

Este não é o primeiro workshop que a TV OVO realiza este ano. Nos dias 25, 26, 27 e 28 de outubro, houve o Workshop Narrativas Sonoras, ministrado por Bianca Martins, cineasta e sonidista. Estas atividades fazem parte do Projeto Cultural Narrativas em Movimento 2022, financiado pela Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria – LIC/ SM.

Está em fase de produção o curta-metragem Sono REM, obra que trata sobre a paralisia e distúrbios do sono. O curta é uma produção da disciplina de Cinema II, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN). 

A 1º gravação ocorreu no prédio 13 do Conjunto III da UFN. O curta teve outras duas locações, sendo elas: uma casa e no bosque da UFSM. Imagem: Heloisa Helena Canabarro

A diretora do curta Heloisa Helena Canabarro, acadêmica do 7º semestre do curso de Jornalismo, conta que “foi uma experiência de muito aprendizado, de erros e acertos. Assim como o restante da turma, eu não tinha experiência em produzir um curta, aprendemos na prática como funciona a produção. Pra mim foi uma experiência muito boa e significativa, que com certeza deixará boas memórias”. Ela também foi roteirista da produção e conta que a ideia “surgiu na disciplina de Cinema l, onde tínhamos que criar um argumento para um curta que poderia vir a ser desenvolvido na disciplina de Cinema ll. Resolvi escrever o argumento sobre algo que tenho familiaridade, que são os distúrbios do sono, pois tenho paralisia do sono, insônia e pesadelos diariamente. Assim surgiu a ideia de criar o Nicolas, personagem principal que também sofre de distúrbios do sono que afetam sua qualidade de vida e mostrar a percepção sobre o que é a realidade”. 

A principal mensagem do filme é trazer a representação do cansaço e desgaste mental que uma pessoa que tem distúrbios do sono sofre. “Dormir bem é muito importante para a saúde física e mental. No curta Sono Rem demonstramos, por meios dos sonhos, o sofrimento e angústia que uma pessoa com distúrbios do sono sofre, retratando o sono, que deveria ser algo relaxante, como uma prisão psicológica”, explica a diretora.  Heloisa ainda destaca que “é importante falar sobre pois é um assunto que tem muito a ver com a saúde mental. Por meio do audiovisual podemos mostrar a representação de uma pessoa que sofre com os distúrbios do sono e como isso afeta a sua saúde física e mental. Pessoas que tem insônia ou distúrbios do sono tem mais riscos de desenvolverem doenças, além do estresse e exaustão, os distúrbios do sono podem ser gatilhos para a ansiedade e depressão. É muito importante ter um bom sono e cuidar da saúde mental, e caso esteja tendo distúrbios do sono procurar auxílio médico”.

A professora da disciplina de Cinema II, Neli Mombelli, conta que, para ela, orientar a produção de curtas é estar em constante aprendizado, “porque, a cada nova história que rodamos, surgem novos desafios de como contá-la e de quais recursos que dispomos para tal. Embora haja toda uma organização, é uma forma de estruturação do trabalho audiovisual, por se tratar de uma atividade criativa. O que move cada novo filme são os alunos que estão iniciando a sua experiência na área e a sua capacidade e disponibilidade de trabalhar de forma coletiva e experimentar a linguagem do cinema”. Ela explica que a produção do curta se torna um grande laboratório que exercita diferentes habilidades, criação narrativa e estética: “Desde a elaboração da história, a formatação dela em roteiro, a transposição para a linguagem audiovisual, a capacidade de organizar e gerenciar equipes, de produzir tudo o que é necessário para tirar a ideia do papel. ” O tema do curta que está sendo produzido apresenta algumas peculiaridades que impactam no processo: “As histórias que vão para o campo do sonho trazem bons desafios de criação, porque pode-se abdicar de alguns aspectos de continuidade e trabalhar com o universo onírico. Contudo, ainda é preciso manter um certo grau de verossimilhança para não mudar o gênero do filme, por exemplo, de um suspense ir para o trash. As características dessas cenas são a mudança de espaço e situações sem uma ligação lógica e a direção de fotografia, que, por vezes, vai para cenas mais escuras, ‘mal iluminadas’, e, por vezes, vai para cenas mais nítidas, mas a partir do ponto de vista subjetivo traz toda a carga da dramaticidade do momento”.

O elenco conta com a participação de Tarso Pimentel como personagem principal, estudante do 6º semestre de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), além de Caroline Freitas e Marlon Freitas como personagens secundários. Na equipe estão os acadêmicos Vitória Gonçalves e Luiz Paulo Favarin, como diretores de arte, Rubens Miola, Petrius Dias e Lucas Acosta na produção, som direto e assistência de fotografia. O curta é orientado pela professora Neli Mombelli. Alexsandro Pedrollo de Oliveira assina a direção de fotografia e Jonathan de Souza fará a finalização.

O lançamento do filme deve ocorrer no dia 14 de dezembro, às 20h, durante a programação da Mostra Integrada de Produções Audiovisuais (Mipa) da UFN.

Na noite de quinta, 10,  ocorreu o desfile do projeto Brincando com moda 2022, no prédio 15 do conjunto III da UFN. O projeto é realizado anualmente pelo curso de Design de Moda da Universidade Franciscana e tem como finalidade apresentar os resultados das peças de vestuário infantil baseada no reaproveitamento de matéria-prima que se encontra em desuso.

Desfile propôs uma moda igualitária, que prega a tolerância. Créditos: Gabriela Neto / ASSECOM UFN

O desfile contou com a participação de crianças, alunas da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Santa Maria. Na APAE também foram desenvolvidas outras atividades com as crianças. As acadêmicas que desenvolveram as peças desfiladas demonstraram o propósito de uma moda igualitária como um fenômeno sociocultural.

A professora Caroline Colpo explica que ” estamos vivendo tempos de intolerância. Com este projeto queremos ir além de educar as nossas crianças e nos educar com o desfile. Tornar o mundo mais tolerante,  solidário e empático, além de tudo isso, um mundo que abraça a diversidade de pessoas e  personalidades. E que nós enquanto designers saibamos cada vez mais produzir coleções de moda que englobem a representatividade. Hoje é o nosso propósito trabalhar a moda enquanto este fenômeno sociocultural inclusivo e também sustentável para um futuro melhor”. Durante a cerimônia de abertura a professora citou a frase do compositor Alexandre Lemos : “Crianças são como borboletas ao vento … algumas voam rápido … algumas voam pausadamente. Mas todas voam do seu melhor jeito…  cada uma é diferente, cada uma é linda e cada uma é especial”.

A acadêmica Jordana Dutra participou como designer e contou sobre sua inspiração para a roupa: “foi o mágico e o coelho da cartola, pois eu queria algo clássico e fofo. Decidi misturar os dois personagens e fazer como se o coelho fosse mágico. Eu queria um look que fosse a cara da minha modelo, a Mel, visto que ela é delicada e divertida. Acho que eu consegui combinar bem os elementos para traduzir essa ideia”. Ela afirma que seu processo de criação iniciou assim que conheceu e tirou as medidas de Melissa, que não era sua modelo até então. “Eu fiquei encantada com ela e decidi que ela precisava ser a minha modelo. Depois foi a hora de criar. Pesquisei por referências clássicas relacionadas ao circo e cheguei na ideia do mágico e do coelho da cartola, então fiz um croqui pensando em um look que combinasse com a meiguice da Mel. Já na hora de tirar a ideia do papel, a Toninha, a técnica de costura do curso, me auxiliou em todo o processo da modelagem e montagem da peça”.

Para a acadêmica o sentimento é de orgulho e paixão: “ É extremamente gratificante participar de um projeto em que tu acredita”. Jordana também explica qual a diferença de trabalhar com modelos mirins: “os modelos mirins definitivamente precisam de mais atenção que os adultos. As crianças gostam de brincar, conversar, perguntar, então sem criar um vínculo com elas, fica difícil de trabalhar. Mas eu amo crianças, então eu curto muito essa parte. Se precisar entrar na brincadeira com elas, eu entro sem problema”. A designer explica que o Projeto Brincando é de extrema importância, pois ele traz à comunidade para o ambiente da universidade e o mundo da moda. “Esse ano, com a participação dos alunos da APAE no desfile, o Brincando dá um passo a mais na direção de uma moda mais inclusiva e consciente. Eu acredito que a moda por si só é linda, mas quando ela tem propósito, se torna muito mais especial”.

Louise Krusser também participou como designer, que teve como inspiração para sua criação os palhaços: “A estampa criada pela minha colega Victoria também foi incluída, onde traz uma certa ilusão de óptica entre rostinhos de palhaço e borboletas. A inspiração foi pensada de acordo com a energia alegre que os palhaços trazem ao circo”. Seu processo criativo foi iniciado por meio de pesquisas de referências de elementos relacionados ao circo, desenhos e experimentações. Louise expõe que é uma sensação de poder expor a arte produzida da forma mais lúdica e pura possível. Ela admite que é um tanto quanto desafiador, pois “exige bastante cuidado e o dobro de dedicação em questões de criação e produção da peça mas, no final, vale a pena. É gratificante ver os pequeninos participando e admirando nossa arte conosco”.

Participam do projeto as acadêmicas Anna Carolina Gonçalves, Carine de Menezes, Dienifer Petry, Eduarda Martins, Gabriela Colman, Gisela de Oliveira, Jordana Dutra e Louise Krusser. Além de Isabella Viana e Victória Maldonado, que estão trabalhando na organização do evento. A atividade conta com a orientação da professora Caroline Manucelo Colpo.

Fotos realizadas na disciplina de Fotografia Mobile, pelos acadêmicos do 1º e 2º semestre de Jornalismo da UFN. Imagem: Nelson Bofill
Fotos realizadas na disciplina de Fotografia Mobile, pelos acadêmicos do 1º e 2º semestre de Jornalismo da UFN. Imagem: Nelson Bofill
Fotos realizadas na disciplina de Fotografia Mobile, pelos acadêmicos do 1º e 2º semestre de Jornalismo da UFN. Imagem: Vitória Oliveira

Fotos realizadas na disciplina de Fotografia Mobile, pelos acadêmicos do 1º e 2º semestre de Jornalismo da UFN. Imagem: Vitória Oliveira