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Jornalismo UFN

Audiovisual é premiado no 8º Prêmio de Jornalismo UFN

O Comunica Hits, Prêmio Anual dos cursos de Comunicação da UFN, ocorreu semana passada, em duas edições: na quarta, 30 de novembro, do curso de Jornalismo e na quinta, dia 1º, do curso de Publicidade. O

Acadêmicos desenvolvem projetos de Comunicação Comunitária

Dois projetos de Comunicação Comunitária foram desenvolvidos por acadêmicos em diferentes comunidades este semestre, um jornal experimental na escola Nossa Senhora da Conceição e a produção de conteúdo para as redes sociais da Associação de Surdos

Acadêmicos de Jornalismo apresentam seus TFGs II

Nas noites de 6 e 7 de julho foram apresentados os Trabalhos Finais de Graduação dos acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana. As pesquisas são analisados por professores do curso e convidados que compõem a

Série Trajetórias trouxe jornalista Joyce Noronha Rodrigues

Nesta terça-feira, dia 08/06, ocorreu a segunda live da série Jornalismo UFN: Trajetórias e contou com a participação da jornalista Joyce Noronha Rodrigues. A série marca os 18 anos do Curso de Jornalismo na Universidade Franciscana e

Live desta terça-feira trará a jornalista Joyce Noronha Rodrigues

A série de lives Jornalismo UFN: Trajetórias, do curso de Jornalismo da UFN, apresenta entrevista com a jornalista Joyce Noronha Rodrigues nesta terça-feira, 08 de junho, às 18h, pelo Instagram do curso (@jornalismoufn). Santa-mariense, Joyce graduou-se

O Comunica Hits, Prêmio Anual dos cursos de Comunicação da UFN, ocorreu semana passada, em duas edições: na quarta, 30 de novembro, do curso de Jornalismo e na quinta, dia 1º, do curso de Publicidade. O tema da 8ª edição foram os anos 2000 e os estudantes de Jornalismo foram premiados em quatro categorias: Audiovisual, Digital, Fotografia e Rádio.

A jornalista e egressa da UFN Luiza Chamis foi a jurada das modalidades Fotografia para Internet e Documentário, enquanto a jornalista e também egressa da UFN Thaís Ceretta foi a jurada nas modalidades Reportagem e Programa Jornalístico.

Estreando a entrega de prêmios na noite, a acadêmica Caroline Freitas foi a vencedora na modalidade de Audiovisual para a Internet. A estudante venceu com seu trabalho intitulado “Tua Voz, Mulher!”. O prêmio foi entregue pela jornalista Laíz Lacerda. Segundo a vencedora “o evento é importante pois nos motiva a criar novos trabalhos com mais qualidade. Eu me senti muito inspirada a continuar o curso, isso nos motiva a seguir “.

Dentro da modalidade de Documentário, as estudantes selecionadas pelos jurados para subirem ao palco foram Heloisa Helena e Gabriela de Flores. Coube a professora e jornalista Neli Mombelli premiar suas alunas pelo trabalho “Inércia Acadêmica”.

Passando então à modalidade de Reportagem, houve dois trabalhos premiados. Vencendo na categoria prata, o acadêmico Lucas Acosta Subiu ao palco pelo seu trabalho “Conheça mais sobre o futevôlei”. Na categoria ouro, a vencedora foi a estudante Gabriela de Flores, vencendo com o trabalho “Aluna do curso de nutrição cria vídeo em libras sobre guia de nutrição para crianças”.

Na última modalidade desta categoria, o estudante Petrius Dias foi premiado por seu trabalho de Programa Jornalístico. O acadêmico recebeu o prêmio de Menção Honrosa pelas mãos da secretária do curso, Cristiane Sanchotene pelo trabalho “ProvocArte”.

O 15º Prêmio de Publicidade e Propaganda da Universidade Franciscana ocorreu na última quinta-feira, dia 1º. O Prêmio é o momento de valorização dos trabalhos dos acadêmicos, que os articularam com teoria e prática durante o 2º semestre de 2021 e o 1º semestre de 2022.

Premiados do curso de Publicidade e Propaganda da UFN.
Imagem: Vitória Oliveira

A reitora da Universidade Franciscana, Irani Rupolo esteve presente no evento. Em seu discurso, a reitora deu destaque às dificuldades da pandemia e a persistência dos alunos e professores. “Essa comemoração tem significado pois demonstra o trabalho neste momento novo em que a publicidade se encontra. É importante dizer que, nessa área de trabalho, é preciso sim ter formação acadêmica”, afirmou a reitora. A coordenadora do curso Graziela Frainer frisou que a organização coletiva facilita o processo. Graziela afirmou que: “olhar para o passado é nostálgico, nos traz saudade. Faz com que possamos refletir sobre o aprendizado que tivemos, enquanto olhar para o futuro às vezes traz incerteza e medo.  E é completamente natural, mas o presente é uma realidade inevitável”.

Hercules Hendges e colegas de Publicidade e Propaganda conquistaram Ouro com o programa “Ou Não”. O acadêmico conta que decidiu participar pois é um evento muito importante que os cursos de comunicação organizam.  “Acredito que a importância principal é a possibilidade de ter o seu trabalho reconhecido e premiado”, explica Hendges. Para o aluno receber este prêmio, “foi legal e gratificante, porque dedicamos horas das nossas vidas para produzir trabalhos interessantes, e quando esse reconhecimento chega a sensação é muito boa”.

Durante a cerimônia também ocorreu a pré-estreia da websérie produzida pelos alunos de Publicidade e Propaganda da UFN. Hercules foi o diretor do primeiro episódio exibido e comentou que a premiação para ele foi interessante e aliviante “por ter conseguido entregar algo que demandou bastante tempo para ser feito”.

O 8º Prêmio de Jornalismo da Universidade Franciscana ocorreu na noite da última quarta-feira. O Prêmio é o momento de valorização dos trabalhos dos acadêmicos, que os articularam com teoria e prática durante o 2º semestre de 2021 e o 1º semestre de 2022.

Premiados do 8º Prêmio de Jornalismo da UFN. Imagem: Luiza Silveira

Os trabalhos inscritos pelos alunos do curso disputaram as categorias Ouro, Prata e Bronze nas seguintes modalidades: Audiovisual, digital, fotografia e rádio e teve como avaliadores profissionais do mercado jornalístico. Os jurados foram: Categoria Audiovisual, modalidade audiovisual para internet e modalidade documentário: jornalista Luiza Chamis; Categoria Audiovisual, modalidade reportagem e modalidade programa jornalístico: jornalista Thaís Ceretta; Categoria Fotografia, modalidades Fotografia Livre, Fotojornalismo e Fotografia em sequência: jornalista Paulo Pires; Categoria Fotografia, modalidade Fotografia ensaio e modalidade Fotografia ilustrativa: Jornalista Nathália Schneider; Categoria Rádio: modalidade programa jornalístico e modalidade programa radiofônico: jornalista Tiago Nunes; Categoria Digital: modalidade Mídia social e modalidade Site ou blog: jornalista Igor Muller; Categoria Digital, modalidade Podcast: Denzel Valiente; Categoria Digital, modalidade reportagem: jornalista Luciane Treulieb.

A cerimônia foi apresentada pelo jornalista e professor Carlos Alberto Badke. A coordenadora do curso, professora Sione Gomes, fez um discurso onde agradeceu por cada inscrição. “Hoje temos jornalistas em formação, que se propuseram a mostrar o que produziram e receber o parecer  das pessoas que tiveram a gentileza de analisar os trabalhos e trazer as suas contribuições. Eu gostaria de parabenizar todos que  participaram do prêmio como inscritos. Essa iniciativa é muito importante”, complementou Sione. A reitora da Universidade Franciscana, Irani Rupolo, esteve presente no evento.

O acadêmico Lucas Acosta conta que inscreveu-se pois para ele é um momento muito importante, onde além de receber prêmios, há uma confraternização no curso. “É muito bom juntar todos os colegas e poder ser premiado. Inscrevi alguns projetos, porque acreditei que eles tinham o potencial suficiente para serem premiados. Justamente por acreditarmos nos projetos e agarramos firmemente a oportunidade de realizar algo que gostamos na rádio”.  Ele também afirma que é importante participar porque, “você é reconhecido pelos trabalhos que faz dentro do curso. Isso acaba servindo como uma forma de incentivo para realizar mais atividades e com de qualidade”. Para Acosta receber o Prêmio é gratificante: “é uma sensação única já que ganhamos prêmios fazendo o que gostamos, acredito que isso seja o mais importante também. Recebi premiação com 3 projetos de esporte, que é o que eu quero seguir no futuro, então isso serve como indicativo que estou indo para o caminho certo”.

Gabriela Flores conta que inscreveu seus trabalhos porque os achou interessantes e acreditou muito no potencial deles. “ Acredito ser muito importante, principalmente incentivar os alunos a continuarem sempre melhorando em seus trabalhos”, explica Gabriela. Ela relata que ganhar o Prêmio é uma sensação de gratidão e dever cumprido por tudo que aprendeu durante esses 4 anos de curso.

O aluno Guilherme Cassão conta que é um reconhecimento maravilhoso. “1º semestre de curso e conquistando esse prêmio ao lado do Lucas, Miguel e Felipe está sendo muito especial. O Titular da Rede e o Camisa 10 me abraçaram na primeira semana de faculdade, quando eu cheguei perdido em Santa Maria. Eles me acolheram e fizemos esses programas serem um sucesso”, explica Cassão. Para ele é muito importante no início de sua trajetória receber esse reconhecimento,  “é muito especial pro crescimento profissional e pessoal”.

Galeria de fotos 8º Prêmio de Jornalismo da UFN ( imagens Luiza Silveira)

Alunos participantes das oficinas do projeto Jornal Conceição, junto aos acadêmicos e diretora da escola, Valéria Haag Foto: Arquivo Escola Nossa Senhora da Conceição

Dois projetos de Comunicação Comunitária foram desenvolvidos por acadêmicos em diferentes comunidades este semestre, um jornal experimental na escola Nossa Senhora da Conceição e a produção de conteúdo para as redes sociais da Associação de Surdos de Santa Maria. Os projetos de extensão foram realizados na disciplina de Comunicação Comunitária II, que integra a grade do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), desde sua criação em 2003. A disciplina envolve os estudantes com outras realidades, em um processo de interação e colaboração com as comunidades. A extensão também é ofertada a estudantes de Publicidade e Propaganda.

Projeto Jornal Conceição 

O Projeto Jornal Conceição foi realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora da Conceição, escola localizada no bairro Caturrita. Idealizado pelos acadêmicos do curso de jornalismo Caroline Freitas, Heloisa Helena Canabarro, Luiz Paulo Favarin e Vitória Gonçalves, a ideia foi desenvolver um jornal junto aos alunos do 5º ano da escola. O Jornal Conceição aborda assuntos da comunidade e da escola, com matérias elaboradas pelas crianças. 

Ao longo de nove oficinas orientadas pelos acadêmicos, os alunos aprenderam sobre texto jornalístico e produziram matérias. O objetivo do projeto é incentivar o protagonismo dos estudantes, estimulá-los a colocar em pauta a comunidade em que vivem e dar visibilidade ao local, além de auxiliar na melhora da escrita, produção textual e interpretação de texto. Ao todo, 23 crianças participaram das oficinas. 

Crianças treinando a prática da entrevista durante a oficina Foto: Vitória Gonçalves

A integrante do grupo, Vitória Gonçalves, do 6º  semestre do curso de Jornalismo, conta sobre como a vivência do projeto colaborou para sua evolução pessoal e como futura jornalista: “A experiência contribuiu muito com meu crescimento na área do jornalismo em que percebemos que o intuito da nossa profissão também é dar visibilidade e reconhecimento a comunidades como a da Caturrita. A partir da disciplina foi possível estabelecer meu primeiro contato com a temática da comunicação comunitária. Durante o processo, foi possível ampliar minhas percepções sobre a relevância do jornalismo comunitário para as lutas sociais existentes em nossa sociedade e ficar atenta às pautas que tratam sobre o interesse comunitário, principalmente de grupos minoritários.” 

Participantes das oficinas com suas ilustrações com a temática “Qual meu lugar favorito da comunidade” Foto: Vitória Gonçalves

“Nós falamos sobre várias coisas e pesquisamos. Então foi muito legal pra mim. Gostei de fazer um jornal, foi legal, gosto desse projeto”, conta Cristian Silveira, de 11 anos, que participou das oficinas. A aluna Maria Antônia Pedroso, de 10 anos, também relatou ter gostado do projeto: “Eu gostei de escrever os textos e usar o computador. Eu lembro que escrevi sobre animais e vacinação. O que me motiva a vir é que eu vou ficar com meus professores que são bem legais e engraçados”.

Projeto ASSM

Outro projeto desenvolvido foi na Associação de Surdos de Santa Maria (ASSM), produzido pelos acadêmicos Amanda Torves, Gabriela Flores, Lucas Acosta e Petrius Dias. A ASSM foi fundada em 13 de julho de 1985, com o objetivo de priorizar a luta pelos direitos dos surdos, preservar o desenvolvimento da língua de sinais, valorizando a cultura e a pessoa surda, além de promover esportes, atividades educacionais e culturais.

O grupo produziu conteúdo e peças gráficas para o Instagram da associação, com o objetivo de ajudar a melhorar a comunicação com o público externo. A ação foi pensada após uma avaliação da equipe que percebeu que o perfil da associação era voltado ao público interno. A partir do direcionamento da comunicação para o público de fora da ASSM pretendiam ajudar a dar mais visibilidade a eles. 

Conteúdo de divulgação produzido para o Instagram da Associação Crédito: Amanda Torves e Petrius Dias

Amanda Torves, aluna do 8º semestre do curso de Publicidade e Propaganda, relata de que forma o projeto acrescentou em sua formação: “Acredito que ter contato com perspectivas e realidades diferentes das que a gente possui e vive sempre nos transformam, pois soma. Na grande maioria das vezes a prática do curso foi visando uma finalidade comercial e, no caso desse projeto, nós não estávamos buscando vendas e lucro, nós estávamos buscando promoção. O projeto, com certeza, diversificou minhas experiências na publicidade”. 

Publicação sobre mitos e verdades a respeito da surdez para tentar aproximar o público externo. Crédito: Amanda Torves e Petrius Dias

A banca para a apresentação dos resultados obtidos através dos projetos comunitários irá ocorrer na segunda-feira, dia 28, a partir das 18h30, no Conjunto lll da Universidade Franciscana.

As inscrições para os Prêmios de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Universidade Franciscana estão abertas até 16 de novembro. As inscrições deste ano são gratuitas.  

Imagem: Divulgação

O formulário do 8º Prêmio de Jornalismo está disponível no site do prêmio. Os critérios de avaliação são de responsabilidade dos jurados e devem ser observados: qualidade, relevância, criatividade e/ou apresentação (visual/formato) do trabalho. A premiação contará com 8 gêneros avaliativos, são eles: assessoria de comunicação, audiovisual, comunitária, digital, fotografia, impresso, opinião e rádio. Os gêneros são divididos em 31 especialidades. Os autores dos trabalhos vencedores serão certificados. A premiação do 8º Prêmio Universitário de Jornalismo da UFN ocorre às 20h do dia 30 de novembro, uma quarta-feira.

Já o 15º Prêmio de Publicidade e Propaganda conta com 7 categorias, sendo elas: fotografia, design gráfico, audiovisual, áudio, campanha, trabalhos desenvolvidos em laboratório didáticos e iniciantes. As categorias são divididas em 14 modalidades diferentes. A 15ª edição do Prêmio de Publicidade e Propaganda será realizada no dia 1º de dezembro, às 20h, quinta-feira, no conjunto III da Universidade Franciscana.

Ao longo do 1º semestre de 2022 alunos já graduados no curso de Jornalismo da Universidade Franciscana estiveram presentes em diversos momentos, seja para dialogar com os alunos ou fazer cobertura do vestibular.

Allysson Marafiga e Natalie Aires atuam como social mídia na prefeitura de Santa Maria e participaram da disciplina de Linguagem das Mídias. Allysson  comenta que foram 5 anos de muito esforço dedicado ao curso de jornalismo. Para ele, retornar às salas de aula para debater sobre o papel do jornalista na sociedade e a atividade que desempenha hoje foi uma experiência única: “Poder conversar com a nova geração de profissionais, que logo estarão no mercado de trabalho, foi uma troca nostálgica e esperançosa com o futuro da profissão”.

Allyson Marafiga (de jaqueta jeans) e Natalie Aires (ao meio de casaco marrom) com os alunos do curso de Jornalismo. Imagem: Allysson Marafiga

Durante todo o curso Marafiga circulou pelos laboratórios, participou das mais diversas coberturas jornalísticas da instituição e afirma que isso moldou o profissional que é hoje, pois, além do conhecimento compartilhado em sala de aula, é fundamental a experiência prática da profissão. ”Costumo dizer que dentro da faculdade deixei um pouquinho de mim em cada uma das cadeiras e laboratórios do curso. Hoje em dia não desempenho uma função igual a um jornalista de uma redação que escreve uma matéria ou que grava uma entrevista ao vivo para a televisão, mas a essência do cuidado e responsabilidade com a informação sempre me acompanha. Acredito que independentemente da ocupação que o jornalista desempenhe o dever de informar e zelar pela informação correta é algo que nunca mudará por mais que a nossa profissão viva se adaptando”, acrescenta Allysson. O seu papel como jornalista é realizado com muito êxito, por mais que surjam desafios.  “O jornalismo é uma profissão que passa por mudanças constantes na rotina de trabalho do jornalismo, e se adaptar a elas é uma consequência que precisamos vencer todos os dias”, conclui Marafiga.

Cassiano Cavalheiro se formou no curso de Jornalismo da UFN e hoje é editor de cultura do Diário de Santa Maria.

Aprender com as experiências dos colegas  também foi uma das lições trabalhadas na disciplina de Jornalismo Especializado no primeiro semestre de 2022. Três egressos do curso, hoje profissionais da imprensa de Santa Maria, visitaram a turma. Em 15 de março, o convidado foi Maurício Barbosa, do portal Bei, do Grupo Diário, que abordou o jornalismo focado na cobertura policial. A mesma temática, porém a partir do prisma da atuação feminina na reportagem de Polícia, foi desenvolvida por Laiz Lacerda, em 19 de abril. Ela foi colega de Maurício no Bei e hoje é repórter da UFN TV. Já em 31 de maio, os estudantes do 5º semestre receberam Cassiano Cavalheiro. Editor de Cultura do Diário, ele falou sobre as peculiaridades e os desafios que fazem parte da editoria.

O jornalista Mateus Ferreira também é um egresso do curso de jornalismo, e atualmente  trabalha na rádio Medianeira.  Sua experiência como acadêmico foi, segundo ele, a melhor possível: “me preparou bem para o mercado de trabalho, apresentou mestres que levo pra vida e colegas que viraram irmãos. O jornalismo da UFN é realmente fascinante e principalmente nas cadeiras práticas, é ali que você realmente abraça o curso e não quer mais soltar. Diria até que essa experiência eu poderia viver novamente”.  Para ele as cadeiras de radiojornalismo foram decisivas para sua escolha acerca de qual área do jornalismo iria seguir. “Na época que eu fiz as cadeiras eu já estava fazendo um estágio na rádio Imembuí, que é uma rádio local aqui de Santa Maria. Eu era estagiário do comunicador Fernando Adão Schimidt, conhecido por Schimitão. Ele é o radialista mais antigo em atividade na cidade. O rádio sempre foi o foco dentro da faculdade, quando fiz a cadeira eu sabia que ali era meu chão, a zona de conforto. A experiência no curso tem uma dose também, o ambiente das aulas de rádio pra mim eram ótimos, fazendo aquela cadeira eu sabia que o rádio seria meu trabalho após me formar”, acrescenta Mateus.

Mateus está sempre presente na cobertura dos vestibulares da Universidade: “Entrar na UFN formado, cobrindo a prova e, principalmente, representando um grande veículo da comunicação de Santa Maria, como tem sido nas últimas coberturas, para mim é realmente gratificante demais”. O jornalista afirma que a cada dia cresce mais, acertando  e errando, trilhando sua carreira com ética, respeito e muita valorização. “Não me vejo em outra profissão que não seja no jornalismo e claro que sonho alto, quem sabe um dia sair de Santa Maria”, finaliza ele.

Já os jornalistas Deivid Pazatto e Larissa Rosa participaram da disciplina de Projeto de Extensão em Comunicação comunitária I para compartilhar a experiência do desenvolvimento e da execução do projeto de extensão de quando eles estavam na disciplina.  Larissa desenvolveu um projeto com seu grupo na EMEF Castro Alves para produção de uma fotonovela. Já Deivid e o grupo do qual fazia parte se envolveram com uma proposta na Escola Aberta do Brasil Paulo Freire, que previa oficinas de texto e acabou se transformando em acolhimento.

Thays Ceretta bateu um papo com os acadêmicos sobre sua experiência no mercado de trabalho. Imagem: Glaíse Palma

Thays Ceretta hoje atua no grupo Diário de Santa Maria e participou de uma aula com as turmas de Fundamentos da Comunicação e Jornalismo Audiovisual, para compartilhar um pouco de sua trajetória e experiência especialmente a frente da TV Diário.

A escritora Bibiana Iop, egressa do curso de jornalismo da UFN, veio fazer uma visita ao curso durante o primeiro semestre de 2022. Para ela, o sentimento de voltar para a instituição é nostálgico: “Eu estava com muita saudade das professoras.”. Ela relata que amou cada parte da sua vida acadêmica e que aproveitou cada momento. Durante a graduação Bibiana se reencontrou com a escrita. Atualmente ela é escritora e trabalha no meio digital.   “Acabo usando muita coisa que eu aprendi aqui das mídias. Tive uma cadeira focada no Instagram que é o aplicativo que eu uso para publicar muitas coisas sobre ser escritora e livros”, afirma Bibiana. O livro Uma poesia para cada noite, que Bibiana participou, foi lançado na Bienal do Livro de São Paulo e para ela  é emocionante. “Eu nunca imaginei que eu iria para lá. É a 5ª antologia que eu estou participando e a 2ª desta editora. Quando eles disseram que iríamos para a Bienal e que eu poderia ir com o crachá dizendo que sou escritora foi um sonho realizado”, concluiu ela.

Colaboração: Luiza Silveira

Nas noites de 6 e 7 de julho foram apresentados os Trabalhos Finais de Graduação dos acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana. As pesquisas são analisados por professores do curso e convidados que compõem a banca avaliativa.

O acadêmico Joedison Dornelles teve como orientadora a professora Sione Gomes, sendo avaliado pela professora Glaíse Palma e o jornalista Gilvan Ribeiro. O tema que ele escolheu para abordar foi “O jornalismo esportivo em Santa Maria pelo Canal JoGA”, pelo fato de tratar de jornalismo esportivo que é a área dentro da comunicação que o instigou a escolher o curso. “A temática do trabalho foi escolhida pela simples razão de eu trabalhar dentro do Canal JoGA e querer mostrar como é feito o jornalismo esportivo em Santa Maria. E também mostrar como o programa tem importância para o jornalismo local, para as pessoas que aqui vivem e consequentemente para os clubes da cidade”, explicou Dornelles.

Joedison Dornelles durante a apresentação do seu TFG. Imagem: Vitória Oliveira

O estudante explica qual o sentimento de apresentar o trabalho final de graduação e ser aprovado, “é muito gratificante, pois, é a hora que você defende seu projeto, coloca e expressa tudo o que você aprendeu durante os 4 anos de curso. Na hora da apresentação passa um filme na sua cabeça, você lembra do momento em que ingressou pela primeira vez a sala de aula, lembra das amizades que fez, dos professores, seus ensinamentos e puxões de orelha, além dos estágios, laboratórios e coberturas realizadas dentro da Universidade”. A sua expectativa para o futuro como jornalista é muito grande: “tenho alguns projetos e ideias, além também muita vontade e esperança de poder atuar na área do Jornalismo esportivo aqui de Santa Maria e claro também quero alçar passos maiores, ir para outros estados”.

Pablo Millani também apresentou o seu TFG, que teve como orientadora a professora Glaíse Palma, sendo avaliado pelas professoras Sione Gomes e Fabiana Pereira. Ele abordou o tema “O consumo de mídia no âmbito do município de Formigueiro/RS”. Desde o início da graduação o aluno sempre tentou  fazer um união entre a teoria do que é aprendido na sala de aula com a prática do mercado de trabalho: “colocar isso em prática também na realidade, exercitar e desenvolver isso, de dar um retorno. Um trabalho real no âmbito do município de Formigueiro, sempre tentei fazer essa união do que era aprendido na universidade, dando um retorno já para a comunidade através dessa atividade em jornalismo”. E para ele não foi diferente com o TFG, pois ao longo da graduação desenvolveu alguns projetos, em destaque o Terra Fofa Online, que é um portal de notícias do município de Formigueiro que passou por diversas etapas durante a graduação, tendo inclusive o plano de negócios elaborado em uma disciplina. Já na disciplina de Projeto Experimetnal em Jornalismo foram feitas algumas remodelações, transformando o site em um portal de notícias. 

Pablho Millani apresentando seu TFG. Imagem: Vitória Oliveira

Para Pablo é necessário que haja uma análise de consumo midiático para: “Possibilitar essa melhora do trabalho, ter um feedback real. Foram 176 pessoas que dedicaram  uma parte do seu tempo, para responder sobre a mídia de Formigueiro. Esse dado é de grande valia para possibilitar a melhora no trabalho do município. Podendo também ser utilizado em outros municípios, um  dado do atlas da notícia traz uma preocupação perante os desertos midiáticos, pois são muitos”.  Para ele a sensação é muito boa, “sinceramente não sei descrever em uma palavra ou em um sentimento, é um misto de emoções. A conclusão de uma graduação de quatro anos, um trabalho final que leva dois semestres, então, passei por muita coisa pra chegar e concluir esse documento, essa pesquisa. Poder realizar essa apresentação para uma banca e ser bem avaliado. Eu acho que as sensações de  esforço e gratidão são as que predominam. Muito esforço por trás, mas, no final é muito gratificante ter esse retorno positivo de pessoas que avaliaram o trabalho pois  são referência dentro da comunicação e ajudaram na minha formação.” As expectativas do acadêmico para o futuro na profissão são positivas: “dias de muito trabalho, acho que a tendência do jornalista é estar cada vez mais ativo e ao mesmo tempo mais multimidiático.  Hoje a gente vê as redações integradas, acredito que essa seja uma tendência que ao natural vai ocupar todo o semblante jornalístico, onde o profissional atua em diversas plataformas. O jornalista sendo diferente e confiável daqueles demais que compartilham a informação na internet, mas não tem essa fundamentação teórica e prática que o jornalista aprendeu em sua graduação”, conclui Millani.

O acadêmico Felipe Monteiro escolheu “Uma análise fílmica do documentário Chorão: Marginal Alado” como tema para seu TFG II. De acordo com ele, além de ser fã, foi motivado para explorar a área dos documentários, “era uma área que não explorei bastante durante a graduação, mas que gostei muito quando eu estudei durante esses dois semestres de TFG I e II”.

Felipe Monteiro apresentando seu TFG. Imagem: Vitória Oliveira

Por querer se aprofundar na área dos documentários e curtas-metragens, ele conta que: “ é uma base muito forte pra mim, para agregar no meu dia a dia como jornalista, ter mais uma área para estudar”. A apresentação do Trabalho Final de Graduação é um misto de sentimentos para o estudante. Para ele, “é gratificante demais ouvir o carinho dos professores, conseguir vencer todas as dificuldades que eu tinha e coisas que consegui aprender. Acredito que esse é o objetivo da faculdade, conseguir agregar conhecimentos para ser um bom profissional”. Para o futuro, além da produção de programas de rádio, Felipe tem expectativas para trabalhar em diversas áreas do jornalismo, explorando tudo que a profissão tem a oferecer.

Colaboração: Luiza Silveira

O dia 7 de junho é marcado pela comemoração do dia Nacional da Liberdade de Imprensa. Nesta data, em 1977, foi assinado um manifesto exigindo o fim da censura e a liberdade de imprensa, contendo cerca de três mil assinaturas de jornalistas de todo o país. O Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, por sua vez, é comemorado no dia 3 de maio. 

Manifesto de 7 de junho de 1977, publicado no boletim da ABI — Foto: Memorial da Democracia/Reprodução

Segundo a Jornalista e Social mídia, Manuela Macagnan o papel da liberdade de imprensa é “Garantir que a população tenha acesso a notícias verdadeiras, com dados reais e apurados com responsabilidade por profissionais. Liberdade de imprensa é o básico para que a sociedade saiba, de fato, o que está acontecendo em todas as esferas”.  Para ela, uma imprensa censurada perde a confiabilidade. Pois, como a população irá saber se o  que está lendo é verdade, se o texto passou por um crivo de censores, assim não havendo uma notícia real onde tudo é tendencioso.  “Hoje em dia não temos mais censores nas redações, como antes, mas a imprensa não é totalmente livre. Basta ver as notícias sobre jornalistas perseguidos, processados e ameaçados”, acrescenta ela. “A liberdade de imprensa é uma das bases da democracia e, se fosse apenas isso, já seria de uma importância gigantesca. É, também, a chance de o país evoluir, de a sociedade ter real noção do que acontece para além da bolha onde vivemos.A imprensa precisa, mais do que ser livre, ser diversa, estar a serviço da sociedade. Ser jornalista é uma responsabilidade imensa. Apurar notícias, fatos e dados com precisão nunca foi fácil, mas é indispensável”, conclui a jornalista. 

Para a coordenadora do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana , Sione Gomes, a liberdade de imprensa é fundamental para  uma sociedade livre, pois “A imprensa precisa ter total possibilidade de desempenhar as suas funções com seriedade  e amplitude, que é justamente para mostrar para a sociedade as situações que estão impactando nela própria, estando totalmente vinculada a  liberdade da sociedade”. Para ela ainda há âmbitos em que a imprensa brasileira pode evoluir em sua liberdade, trabalhando com os mais variados assuntos, sem que isso seja limitado. “O Brasil não é um dos piores países  om relação à liberdade de imprensa, mas há espaços em que se pode ampliar essa liberdade”, completa a professora.

Bárbara Henriques, também jornalista, acredita que o papel da liberdade de imprensa é “exercer a principal função da imprensa: informar,  dando ao cidadão a possibilidade de buscar diferentes fontes e olhares acerca de um tema.” Ela afirma que vivemos atualmente um dos piores tempos em relação à liberdade de imprensa. Principalmente por conta das  “Fake news”, a polarização fomentada pela mídia e também por políticos, gerando uma arena de incertezas em relação às notícias produzidas. “Temos aqui no Brasil o que é chamado de “mídia de opinião”, uma imprensa que toma partido e isso só traz danos à democracia”, nos fala ela.“É importante que voltemos a um dos preceitos mais básicos da imprensa: a imparcialidade. Confunde-se liberdade de imprensa com “dizer o que quer”. A verdadeira liberdade de imprensa é, nós, enquanto produtores de notícias, darmos ferramentas para que o cidadão busque a melhor forma de se informar. Informação de qualidade representa uma sociedade aberta ao debate, que dá condições para a formação de sujeitos críticos em relação às suas escolhas”, conclui ela.

 O jornalismo precisa ser livre para informar, investigar e mostrar à população tudo que acontece no mundo, para que você forme a sua opinião. Pois sem a liberdade de imprensa não existe a democracia. Sendo assim ela não pode ser limitada sem ser perdida.

Nesta terça-feira, dia 08/06, ocorreu a segunda live da série Jornalismo UFN: Trajetórias e contou com a participação da jornalista Joyce Noronha Rodrigues. A série marca os 18 anos do Curso de Jornalismo na Universidade Franciscana e a cada duas semanas, às 18h, pessoas que fizeram parte do Curso participam como convidados.

Joyce graduou-se em 2011 e atualmente está na assessoria de comunicação da Prefeitura de Santa Maria. Entre 2013 e 2017 trabalhou no jornal A Razão e no jornal Diário de Santa Maria de 2017 até 2020, também atuou como repórter na Rádio Santamariense entre 2013 e 2014 e, ainda como estudante, foi assessora de comunicação dos Cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda do então Centro Universitário Franciscano (hoje UFN). Ela também fez parte da assessoria de comunicação da empresa CVI – Coca-Cola em 2010.

Na live realizada no Instagram do Curso de Jornalismo (@jornalismoufn) e apresentada pela professora e jornalista Carla Doyle Torres, a jornalista Joyce Noronha Rodrigues comentou que ficou emocionada com o convite e abordou vários assuntos, como a passagem pelo curso e alguns momentos marcantes na Universidade. Comentou também sobre sua carreira como jornalista e suas passagens por rádio e hoje na Prefeitura de Santa Maria.

Joyce comentou também como está sua rotina agora, como assessora de imprensa da Prefeitura, afirmando que foi uma grata surpresa a área de assessoria, e que possui muitas semelhanças com uma redação.

Para finalizar, Joyce Noronha Rodrigues respondeu alguns questionamentos feitos na live por seguidores do Curso e ainda deu algumas dicas para quem sonha em ser jornalista, como assistir ao filme Mera Coincidência, de 1997.

O vídeo está disponível no perfil do Curso de Jornalismo do Instagram, @jornalismoufn, para acessar e saber mais clique aqui.

Na próxima terça-feira, às 20h, ocorre a continuação da série Jornalismo: Futuro do Presente, também no Instagram do Curso, com a apresentação da professora e jornalista Glaíse Palma que entrevista Marcela Donini, editora-chefe do Matinal Jornalismo.

 

Imagem: divulgação.

A série de lives Jornalismo UFN: Trajetórias, do curso de Jornalismo da UFN, apresenta entrevista com a jornalista Joyce Noronha Rodrigues nesta terça-feira, 08 de junho, às 18h, pelo Instagram do curso (@jornalismoufn). Santa-mariense, Joyce graduou-se pela Universidade Franciscana em 2011. Desde agosto de 2020, atua na assessoria de comunicação da Prefeitura de Santa Maria. Ela trabalhou no jornal A Razão entre 2013 e 2017 e no jornal Diário de Santa Maria de 2017 a 2020, com um período como repórter na Rádio Santamariense entre 2013 e 2014. Como estudante, foi assessora de comunicação dos Cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda do então Centro Universitário Franciscano (hoje UFN); também fez parte da assessoria de comunicação da empresa CVI – Coca-Cola em 2010.

Jornalismo UFN: Trajetórias marca os 18 anos do Curso de Jornalismo da Universidade Franciscana. A cada duas semanas, sempre às 18h de terça-feira, um bate-papo com pessoas que fazem parte do dia a dia do Curso, que deixaram sua marca e que constroem sua caminhada no jornalismo seja em âmbito local, nacional ou mesmo pelo mundo. Esta semana, quem conduz a live é a jornalista e professora do curso, Carla Doyle Torres.

O quê? Live “Jornalismo UFN: Trajetórias”

Quando? nesta terça-feira, 08 de junho, às 18h

Onde? Instagram do curso de Jornalismo @jornalismoufn

Realização: curso de Jornalismo UFN  sob coordenação geral da professora Sione Gomes

Produção: Bebeto Badke e Carla Doyle Torres

Produção gráfica: Emanuelle Rosa

Contato: Bebeto Badke (badke@ufn.edu.br / 55 999791802) e Carla Torres (carlatorres@ufn.edu.br / 55 992041982)

 

Texto: Divulgação